Bolo tem sido minha obsessão culinária ultimamente. Na verdade, receitas de bolos saudáveis que as meninas possam comer, ou seja, pouco açúcar, sem glutén, sem leite. Faço um toda semana e elas amam! No aniversário delas fiz um bolinho de cenoura e banana para as crianças que ficou ótimo e resolvi compartilhar a receita aqui. É basicamente a receita do meu bolo de beterraba com adaptações. Aproveite e faça esse bolo vapt-vupt para o lanche que é bom de-más!
Bolo de cenoura e banana
1 cenoura média crua cortada em pedaços
2 bananas pratas pequenas
2 de farinha de trigo (usei farinha de arroz sem glúten com goma)
1 xícara de açúcar
4 ovos
3/4 de xícara de óleo
1 colher (sopa) de fermento em pó
1 pitada de sal
Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte e enfarinhe uma
forma com furo central de 24cm de diâmetro ou coloque em formas pequenas de silicone para servira pras crianças. Bata todos os ingredientes
no liquidificador, colocando os líquidos embaixo, depois a cenoura e a banana, e os secos por último.
Asse por 45-50 minutos e faça o teste do palito. Simples assim.
Cobertura
Como era aniversário e tals liberei uma cobertura de chocolate, daquelas simples e super fáceis de fazer. Anotem: em uma frigideira coloque quatro colheres de cacau em pó, quatro colheres de açúcar e oito colheres de água. Mexa bem até ficar com uma consistência mais grossa. É isso. Mas o que aconteceu: as meninas não gostam da cobertura. Então, pode ser que isso acontece por aí também ;)
Meu sobrinho Bento aprovou e devorou
Maria comportada e modelo de bolo
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Contagem Materna - 34 semanas e três dias
Onde foi parar janeiro? Não sei. Teve festa, chá de bebê, pequeno estresse no médico, mudança de rotina de vida, de ano, de tudo, e o bebê aqui, claro. O mês passou rápido demais e com ele veio um cansaço de grávida que insiste em ficar. Mas, agora, eis que chegou a fase, finalmente, de querer preparar o ninho, e eu não digo apenas de preparar quarto e enxoval, mas de ajeitar nossa família, nosso espírito para a chegada de um novo membro. É hora de curtir a ansiedade de que "tá chegando a hora", minha gente! Quero conhecer logo esse bebê, saber quem ele é e como vai ser nossa vida de cinco. Isso resume, basicamente, minhas 34 semanas.
Selfie dos 34
As meninas nasceram de 34 semanas e aqui estamos nós entrando em outra fase. Não diria território desconhecido, mas é que essa gravidez única é tão diferente da gemelar, que é difícil de explicar. Além de serem duas, eu era marinheira de primeira viagem e me deixei levar pelos medos e inseguranças. Tomei muitos remédios na gestação delas, passados pela médica, e não curti os movimentos da barriga, as contrações de treinamento. E agora levo tudo numa boa, sim, fico bem cansada, mas tenho duas meninas para cuidar e o repouso tem se resumido às sonecas delas e a hora que o marido está em casa. Tenho ficado sozinha com elas de tarde e fico inventando brincadeiras, a energia de duas de dois anos é difícil de acompanhar, mas chega uma hora que dói tudo e como faz? Geralmente, chamo as duas para ver um vídeo no celular (geralmente, vídeos delas mesmas, que elas adoram, pasmem), então tenho que ceder um pouco, até uma televisão tá rolando. Mas também sentamos muito para desenhar, comer fruta, brincar de cozinha. E também tenho contado com a visita de amigos para agitar as coisas por aqui. Dores no ciático tem aparecido, mas gente, nada que se compare à tudo o que eu passei com a gravidez das duas, mesmo, então, vou levando numa boa (em grande parte do tempo, pelo menos).
Tenho ficado mais introspectiva, serena e, contraditoriamente, menos paciente com comentários de pessoas e situações, acho que algo comum em todas as grávidas no fim da gestação. O quarto não está pronto, muita coisa não está pronta, mas não estou preocupada com isso. Já separei as roupinhas, entre elas as duas únicas peças que eu comprei pro bebê. O resto foi presente ou era das meninas, passado pelas amigas ou cunhadas. Tudo neutro e algumas coisas de menino e outras de menina, que estou separando para lavar depois, no melhor modo "caso seja necessário". Agora uma coisa esse bebê tem muito: roupa de cama e mantas lindas feitas por nós! Sim! Como eu não vou fazer as mantas da Loja da Família Moderna pro meu próprio bebê? ;)
Tenho pensando muito em como sou grata por essa gravidez e tudo o que ela tem me proporcionado e ensinado. Me sinto sortuda e honrada por poder gerar uma vida mais uma vez, um sentimento antigo mais ao mesmo tempo novo surgiu em mim, isso se chama maternidade. Sinceramente não gosto de pensar que esta vai ser minha última vez como uma pessoa grávida e gestante, mas posso dizer que aproveitei muito cada minuto, mesmo que o tempo tenha passado rápido demais. E vamos aproveitar mais um pouquinho porque ainda falta um bocadinho, mas nem tanto.
Selfie dos 34
As meninas nasceram de 34 semanas e aqui estamos nós entrando em outra fase. Não diria território desconhecido, mas é que essa gravidez única é tão diferente da gemelar, que é difícil de explicar. Além de serem duas, eu era marinheira de primeira viagem e me deixei levar pelos medos e inseguranças. Tomei muitos remédios na gestação delas, passados pela médica, e não curti os movimentos da barriga, as contrações de treinamento. E agora levo tudo numa boa, sim, fico bem cansada, mas tenho duas meninas para cuidar e o repouso tem se resumido às sonecas delas e a hora que o marido está em casa. Tenho ficado sozinha com elas de tarde e fico inventando brincadeiras, a energia de duas de dois anos é difícil de acompanhar, mas chega uma hora que dói tudo e como faz? Geralmente, chamo as duas para ver um vídeo no celular (geralmente, vídeos delas mesmas, que elas adoram, pasmem), então tenho que ceder um pouco, até uma televisão tá rolando. Mas também sentamos muito para desenhar, comer fruta, brincar de cozinha. E também tenho contado com a visita de amigos para agitar as coisas por aqui. Dores no ciático tem aparecido, mas gente, nada que se compare à tudo o que eu passei com a gravidez das duas, mesmo, então, vou levando numa boa (em grande parte do tempo, pelo menos).
Tenho ficado mais introspectiva, serena e, contraditoriamente, menos paciente com comentários de pessoas e situações, acho que algo comum em todas as grávidas no fim da gestação. O quarto não está pronto, muita coisa não está pronta, mas não estou preocupada com isso. Já separei as roupinhas, entre elas as duas únicas peças que eu comprei pro bebê. O resto foi presente ou era das meninas, passado pelas amigas ou cunhadas. Tudo neutro e algumas coisas de menino e outras de menina, que estou separando para lavar depois, no melhor modo "caso seja necessário". Agora uma coisa esse bebê tem muito: roupa de cama e mantas lindas feitas por nós! Sim! Como eu não vou fazer as mantas da Loja da Família Moderna pro meu próprio bebê? ;)
Tenho pensando muito em como sou grata por essa gravidez e tudo o que ela tem me proporcionado e ensinado. Me sinto sortuda e honrada por poder gerar uma vida mais uma vez, um sentimento antigo mais ao mesmo tempo novo surgiu em mim, isso se chama maternidade. Sinceramente não gosto de pensar que esta vai ser minha última vez como uma pessoa grávida e gestante, mas posso dizer que aproveitei muito cada minuto, mesmo que o tempo tenha passado rápido demais. E vamos aproveitar mais um pouquinho porque ainda falta um bocadinho, mas nem tanto.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Gêmeos e gereciamento de conflitos
Uma semana antes das meninas completarem dois anos eu comecei a escrever um post sobre o tal "dos terríveis dois" e como ele não era o bicho de sete cabeças que todo mundo pintava. Rá, rá, rá, rá. Dois dias depois de escrever esse texto, que ainda está nos meus rascunhos, elas começaram a brigar, chorar, se jogar no chão por tudo. Oi? Cadê as meninas tranquilas que estavam aqui? Eis que surge aquilo que nós, mães everywhere, chamamos de "fase". O pior eram as brigas entre elas, e aí acho que entramos em algo bem específico para quem tem gêmeos porque é preciso administrar isso, mas resolvi escrever sobre como lidar com isso, já que todos nós, pais de um, dois ou três, temos que saber ensinar nossos filhos a digerir suas frustrações e direcionar seus desejos. O que meio que já entregou a conclusão do texto, mas acho que é basicamente isso, não precisamos gritar, castigar, punir, esses momentos de birra, (não que eu nunca tenho feito nenhuma das anteriores na hora do aperto), mas ensinar a criança a achar um caminho, canalizar suas emoções. Eu sei, tudo muito lindo assim escrito, então vamos pra prática.
Os melhores abraços são esses com força, gente!
Eu acho que essas fases tem suas fases. Explico: primeiro a criança aparece com um comportamento diferente e surgem os choros, muitas vezes inexplicáveis, e as tais das birras. Aí vem a sua reação em relação à isso, que quase sempre é de desespero, você perde a paciência, não sabe o que fazer, começa a digerir aquilo, tenta achar explicação, etc. É quase um túnel escuro onde você fica procurando a luz e não acha. Depois, o comportamento continua, mas você muda (ou pelo menos deveria) respira, começa a ter paciência, não grita porque quer mostrar pra criança que aquela não é a forma de lidar com a situação (leia-se: se você grita, ela também vai gritar, oras, o mesmo acontece com se você bate, ela também vai achar que pode bater), tira o foco da situação, explica, conversa (mas explicações simples e diretas do tipo: "não pode bater na sua irmã porque machuca e ela fica triste"). Eu realmente não sei se é a fase que passa ou se é você que aprende a lidar com ela e, finalmente, ensina alguma coisa para seu filho. O fato é que tudo se ajeita, especialmente, quando a gente respira e consegue administrar a novidade. Tá aí um resumo bem claro de uma das facetas da maternidade. Ponto. Aqui em casa, sinto que já está passando.
Bem, vamos então aos conflitos. Elas começaram a brigar por brinquedo acho que com uns 9/10 meses, e na época alguém me deu um ótimo conselho: "deixe elas se resolverem". E foi o que eu fiz, só fazia alguma intervenção quando alguém puxava o cabelo ou coisa do tipo. E era enfática no "não pode". Depois passou. Eu também li sobre isso no Montessori e segui a coisa de que a criança nessa fase não precisa dividir, a regra é "quem pegou o brinquedo foi ela, espera a sua vez" e dava certo. Agora, depois de tanto tempo, a briga pelo brinquedo voltou de novo. Minha primeira reação àquela "novidade" foi intervir, brigar, etc, ainda respeitando aquela coisa de "quem está com o brinquedo é ela". Depois eu lembrei: "deixe as duas resolverem". Não é que deu certo? Outra coisa: se você coloca muito foco no conflito, na briga, a criança acha que está atraindo ainda mais atenção pra ela. É muito louco, mas no momento que eu deixei as duas se entenderem, elas pararam. Pararam até de empurrar, e serem mais violentas com a outra. Foi incrível! Por isso, minha gente, respirem, se inspirem e gerencie conflitos sem subestimar a capacidade dos pequenos de aprender e lidar com a situação tendo você como guia, afinal é esse o papel. Essas fases e muitas outras vão existir, não adianta ignorar e achar que vai passar, ela só passa quando fazemos o que de fato deveríamos: ensinar.
Os melhores abraços são esses com força, gente!
Eu acho que essas fases tem suas fases. Explico: primeiro a criança aparece com um comportamento diferente e surgem os choros, muitas vezes inexplicáveis, e as tais das birras. Aí vem a sua reação em relação à isso, que quase sempre é de desespero, você perde a paciência, não sabe o que fazer, começa a digerir aquilo, tenta achar explicação, etc. É quase um túnel escuro onde você fica procurando a luz e não acha. Depois, o comportamento continua, mas você muda (ou pelo menos deveria) respira, começa a ter paciência, não grita porque quer mostrar pra criança que aquela não é a forma de lidar com a situação (leia-se: se você grita, ela também vai gritar, oras, o mesmo acontece com se você bate, ela também vai achar que pode bater), tira o foco da situação, explica, conversa (mas explicações simples e diretas do tipo: "não pode bater na sua irmã porque machuca e ela fica triste"). Eu realmente não sei se é a fase que passa ou se é você que aprende a lidar com ela e, finalmente, ensina alguma coisa para seu filho. O fato é que tudo se ajeita, especialmente, quando a gente respira e consegue administrar a novidade. Tá aí um resumo bem claro de uma das facetas da maternidade. Ponto. Aqui em casa, sinto que já está passando.
Bem, vamos então aos conflitos. Elas começaram a brigar por brinquedo acho que com uns 9/10 meses, e na época alguém me deu um ótimo conselho: "deixe elas se resolverem". E foi o que eu fiz, só fazia alguma intervenção quando alguém puxava o cabelo ou coisa do tipo. E era enfática no "não pode". Depois passou. Eu também li sobre isso no Montessori e segui a coisa de que a criança nessa fase não precisa dividir, a regra é "quem pegou o brinquedo foi ela, espera a sua vez" e dava certo. Agora, depois de tanto tempo, a briga pelo brinquedo voltou de novo. Minha primeira reação àquela "novidade" foi intervir, brigar, etc, ainda respeitando aquela coisa de "quem está com o brinquedo é ela". Depois eu lembrei: "deixe as duas resolverem". Não é que deu certo? Outra coisa: se você coloca muito foco no conflito, na briga, a criança acha que está atraindo ainda mais atenção pra ela. É muito louco, mas no momento que eu deixei as duas se entenderem, elas pararam. Pararam até de empurrar, e serem mais violentas com a outra. Foi incrível! Por isso, minha gente, respirem, se inspirem e gerencie conflitos sem subestimar a capacidade dos pequenos de aprender e lidar com a situação tendo você como guia, afinal é esse o papel. Essas fases e muitas outras vão existir, não adianta ignorar e achar que vai passar, ela só passa quando fazemos o que de fato deveríamos: ensinar.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Festa de dois anos - Maria e Isabella - DIY - Faça você mesmo
Fim de semana passado comemoramos o aniversário das meninas com uma festa simples, só com a família, mas cheia de detalhes e amor. Como o cansaço bateu neste fim de gravidez, estava bem desanimada para celebrações, confesso, então meus pais resolveram me dar uma super mão, daquelas que só os pais sabem dar, e fizeram praticamente tudo da festa! Era pra ser um bolinho com os primos, mas eles foram além e capricharam em tudo! Tudo no estilo DIY, ou seja faça você mesmo, que a minha família é adepta. Adorei porque foi a festa pequena e simples que eu queria, mas tudo pensando com carinho para ter a cara das meninas e elas aproveitarem muito. Como elas são surtadas por frutas, resolvemos fazer esse o "tema" da festa e servimos, claro, muitas frutas. Tudo saudável e fresco para espantar o calor, e sim, sem as guloseimas típícas de aniversário de crianças, mas com brigadeiro. Foi um lanche no fim da tarde e elas se divertiram muito com os primos. Aí vão algumas ideias para quem quiser fazer uma coisa do tipo em casa também:
Mesa do bolo. Bastidores feitos pela minha mãe, letras de madeira pintadas pelo meu pai e móbile de cartolina feitos por mim. Todas as louças da minha mãe. A festa foi feita no quinta da casa deles.
Faça sua feira e pegue suas frutas! Minha mãe fez cada uma dessas frutinhas de tecido para os convidados levarem pra casa de lembrança.
Nós cinco tirando foto antes de todo mundo chegar, algo essencial em festas de crianças #ficaadica
Mesa do "bolo". Fiz cupcakes sem glúten e sem lactose, depois posto a receita, para as crianças. E minha mãe fez brigadeiro e beijinho. Dentro do cupcake o famoso bolo gelado da dona Vera.
Mais detalhes
Frutas variadas picadas para os convidados montarem sua própria salada. Fomos na CEASA logo de manhã e compramos tudo, inclusive as flores, depois foi só chegar e cortar.
Detalhe dos bolinhos
Frutas, frutas e frutas
Mesa da comida: pipoca, salada, frutas, salgadinhos, pão com geleia de tomate, sucos e o biscoito de polvilho que não pode faltar. Também servimos cachorro-quente de carne moída, uma escolha mais saudável do que a salsicha.
Suco de uva integral batido com pera e manga e abacaxi. Todos feitos na hora
Salada de tomatinho com azeitona, cebola e manjericão. Simples e deliciosa!
Minha mãe preparando tudo na cozinha. Também foi ela e meu pai que pintaram essa árvore de madeira.
Foto vida real: descalças e de chinelo. Festa em casa pode!
Foto porta-retrato e meninas de olho nos doces
Visão geral da mesa do bolo
O cenário da festa: um belo quintal gramado
Lembrancinhas simples. Bolsa de maçã, giz de cera, biscoitinhos e óculos coloridos.
Foi lindo e as meninas se divertiram horrores, que é o que importa. Comida boa, que a gente gosta, e muita bagunça entre as crianças. Que venha o chá de bebê!
Mesa do bolo. Bastidores feitos pela minha mãe, letras de madeira pintadas pelo meu pai e móbile de cartolina feitos por mim. Todas as louças da minha mãe. A festa foi feita no quinta da casa deles.
Faça sua feira e pegue suas frutas! Minha mãe fez cada uma dessas frutinhas de tecido para os convidados levarem pra casa de lembrança.
Nós cinco tirando foto antes de todo mundo chegar, algo essencial em festas de crianças #ficaadica
Mesa do "bolo". Fiz cupcakes sem glúten e sem lactose, depois posto a receita, para as crianças. E minha mãe fez brigadeiro e beijinho. Dentro do cupcake o famoso bolo gelado da dona Vera.
Mais detalhes
Frutas variadas picadas para os convidados montarem sua própria salada. Fomos na CEASA logo de manhã e compramos tudo, inclusive as flores, depois foi só chegar e cortar.
Detalhe dos bolinhos
Frutas, frutas e frutas
Mesa da comida: pipoca, salada, frutas, salgadinhos, pão com geleia de tomate, sucos e o biscoito de polvilho que não pode faltar. Também servimos cachorro-quente de carne moída, uma escolha mais saudável do que a salsicha.
Suco de uva integral batido com pera e manga e abacaxi. Todos feitos na hora
Salada de tomatinho com azeitona, cebola e manjericão. Simples e deliciosa!
Minha mãe preparando tudo na cozinha. Também foi ela e meu pai que pintaram essa árvore de madeira.
Foto vida real: descalças e de chinelo. Festa em casa pode!
Foto porta-retrato e meninas de olho nos doces
Visão geral da mesa do bolo
O cenário da festa: um belo quintal gramado
Lembrancinhas simples. Bolsa de maçã, giz de cera, biscoitinhos e óculos coloridos.
Foi lindo e as meninas se divertiram horrores, que é o que importa. Comida boa, que a gente gosta, e muita bagunça entre as crianças. Que venha o chá de bebê!
domingo, 12 de janeiro de 2014
730 dias com Maria e Bella
Na sexta passada, foi aniversário das meninas. Dois anos! Entramos no quarto delas cantando "parabéns" logo cedo e quando elas foram pra sala encontraram o chão forrado com balões coloridos, tomamos café da manhã com o Marco atrasado pro trabalho e lá começou nossa rotina com duas faladeiras, como tem sido agora, meninas falantes, prontas para descobrir ainda mais sobre o mundo. Eu sinto que vivemos tantas coisas nesses dois anos que nem sei descrever, mas o fato é que o último ano foi mais leve, mais cheio de alegrias do que desafios (ainda que eles sempre estarão presentes), foi um ano que eu me senti mais mãe e o amor transbordou ainda mais. Aproveitamos muito e espero aproveitar mais. Que venha mais um ano, que com certeza vai ser completamente diferente do anterior, com foi do 1° ao 2°. A vida é boa, minha gente!
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Receitinha - Costelinha com Molho Barbecue feito em casa
E aí? Todo mundo super animado com janeiro? Sexta-feira é aniversário das meninas e aqui estou eu sem conseguir escrever um post sobre isso, mas já tenho uma outra dica ótima pra postar aqui enquanto o texto não vem.
Que tal fazer uma receita super fácil, saudável e com selo de aprovação das crianças? Amigos e amigas, eis que vos apresento a costelinha de porco feita com molho barbecue caseiro, sem conservantes blás, blás, blás, tudo natural, feito por você mesmo com amor e carinho para família inteira? Meu tipo de receita!
Eu aprendi a fazer o molho em um curso de culinária mexicana há anos atrás, mas dei uma adaptada porque sabia que as meninas iam comer com a gente também. E, sim, carne de porco também é saudável, gente! Não, não dei as partes de gordura pra elas. Fazer a costelinha é fácil, mas para quem tem filhos como eu, indico fazer com certa antecedência, tipo umas 9h da manhã pro almoço não atrasar e você não ficar enrolada. Então, vamos lá pro passo a passo.
Simples e delicioso
Nossas degustadorasoficiais
Costelinha com Molho de Barbecue Feito em Casa
Ingredientes
Carne:
1 peça de costelinha de porco
Temperos a gosto
Na travessa onde você vai fazer a costelinha tempere a peça com uma laranja, um punhado de cominho, páprica doce, pimenta do reino e sal. Tudo a gosto. Deixe marinar por meia hora (porque quem tem tempo de deixar mais que isso ou lembra logo quando acorda? Mas o legal seria umas duas horas). Se você quiser fazer isso na noite anterior tá super valendo! É só deixar bem tampado na geladeira.
Depois coloque no forno médio coberto com alumínio para cozinhar bem a carne.
É hora de fazer o molho! Veja que ele é cheio de adaptações por isso, não tem desculpa:
Molho:
- 1 cebola roxa pequena
- 1 maçã (de preferência verde, mas não tinha no mercado, então usei a red mesmo)
- 1 xícara de molho de tomate caseiro (bati uns tomates no liquidificador com um pouco de salsinha, nada mais que isso)
- dois dentes de alho
- duas colheres de vinagre balsâmico (era o que eu tinha em casa, mas pode ser o de maçã)
- 1 colher de sobremesa de mostarda (usei a dijon, mas pode ser a outra)
- 1 colher de sopa de açúcar
- suco de 1 laranja
- um toque de molho de pimenta de sua preferência (usei o sriracha pra mim o melhor molho de pimenta ever!)
- sal, cominho e pimenta moída a gosto
Primeiro rale a maçã e deixe de molho no suco de 1 laranja. Reserve. Em uma panela, refogue a cebola no azeite com sal, pimenta do reino moída, um pouco de cominho e o alho. Deixe reforgar bem. Depois coloque: a mostarda, o açúcar, a maçã, o molho de tomate, o vinagre e um pouco de molho de pimenta.
Misture e deixe cozinhar.
Quando você passar a colher e ver o fundo da panela é porque está pronto. Deixe esfriar um pouco e bata o molho com o mixer.
Depois é só passar na costelinha que está no forno. Faça esse processo umas três vezes para que o molho fique bem colado na carne.
Servi com batatas e cenouras pré-cozinhas que depois foram pro forno também em um recipiente separado. E um bom arroz feito na hora.
Selo Bella e Maria de aprovação
Façam e depois me contem!
Que tal fazer uma receita super fácil, saudável e com selo de aprovação das crianças? Amigos e amigas, eis que vos apresento a costelinha de porco feita com molho barbecue caseiro, sem conservantes blás, blás, blás, tudo natural, feito por você mesmo com amor e carinho para família inteira? Meu tipo de receita!
Eu aprendi a fazer o molho em um curso de culinária mexicana há anos atrás, mas dei uma adaptada porque sabia que as meninas iam comer com a gente também. E, sim, carne de porco também é saudável, gente! Não, não dei as partes de gordura pra elas. Fazer a costelinha é fácil, mas para quem tem filhos como eu, indico fazer com certa antecedência, tipo umas 9h da manhã pro almoço não atrasar e você não ficar enrolada. Então, vamos lá pro passo a passo.
Simples e delicioso
Nossas degustadorasoficiais
Costelinha com Molho de Barbecue Feito em Casa
Ingredientes
Carne:
1 peça de costelinha de porco
Temperos a gosto
Na travessa onde você vai fazer a costelinha tempere a peça com uma laranja, um punhado de cominho, páprica doce, pimenta do reino e sal. Tudo a gosto. Deixe marinar por meia hora (porque quem tem tempo de deixar mais que isso ou lembra logo quando acorda? Mas o legal seria umas duas horas). Se você quiser fazer isso na noite anterior tá super valendo! É só deixar bem tampado na geladeira.
Depois coloque no forno médio coberto com alumínio para cozinhar bem a carne.
É hora de fazer o molho! Veja que ele é cheio de adaptações por isso, não tem desculpa:
Molho:
- 1 cebola roxa pequena
- 1 maçã (de preferência verde, mas não tinha no mercado, então usei a red mesmo)
- 1 xícara de molho de tomate caseiro (bati uns tomates no liquidificador com um pouco de salsinha, nada mais que isso)
- dois dentes de alho
- duas colheres de vinagre balsâmico (era o que eu tinha em casa, mas pode ser o de maçã)
- 1 colher de sobremesa de mostarda (usei a dijon, mas pode ser a outra)
- 1 colher de sopa de açúcar
- suco de 1 laranja
- um toque de molho de pimenta de sua preferência (usei o sriracha pra mim o melhor molho de pimenta ever!)
- sal, cominho e pimenta moída a gosto
Primeiro rale a maçã e deixe de molho no suco de 1 laranja. Reserve. Em uma panela, refogue a cebola no azeite com sal, pimenta do reino moída, um pouco de cominho e o alho. Deixe reforgar bem. Depois coloque: a mostarda, o açúcar, a maçã, o molho de tomate, o vinagre e um pouco de molho de pimenta.
Misture e deixe cozinhar.
Quando você passar a colher e ver o fundo da panela é porque está pronto. Deixe esfriar um pouco e bata o molho com o mixer.
Depois é só passar na costelinha que está no forno. Faça esse processo umas três vezes para que o molho fique bem colado na carne.
Servi com batatas e cenouras pré-cozinhas que depois foram pro forno também em um recipiente separado. E um bom arroz feito na hora.
Selo Bella e Maria de aprovação
Façam e depois me contem!
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
2014 por uma vida mais simples
Quando o relógio bateu meia-noite na última terça-feira eu não senti nada de diferente. Abracei e beijei o marido, desejei feliz ano-novo pra família que estava junto e fiquei meio tensa com a possibilidade daqueles fogos todos acordarem as meninas. Não bateu aquela onda de esperança "que tudo se realize no ano que vai nascer", nem aquele sentimento de "ai, 2014 vai ser melhor". Primeiro porque a vida já é boa demais e a virada não muda isso. Segundo, porque eu já tinha certeza que 2014 ia ser diferente, e não apenas porque eu vou ganhar um bebê nos meus braços em breve, mas a nossa vida vai mudar muito. Muito além do fato de sermos cinco, no lugar de quatro. E isso é maravilhoso e ao mesmo tempo tenebroso. Então, vamos lá botar no papel, ou melhor, em versão post na tela do computador.
Daqui há uma semana Maria e Isabella completam dois anos e aqui estou eu vivendo todos esses 730 dias da vida delas intensamente. Todos os dias com elas, estou sempre ali, sem folga, sem férias, afinal não é um trabalho, é um modo de vida. Eu fiz uma escolha, que é muito particular de individual diga-se de passagem, de fazer isso, ficar com elas, simplesmente isso. E não foi e nem é fácil, assim como sair para trabalhar todos os dias e deixar os filhos sob os cuidados de outras pessoas também não é, nem nunca será fácil. E eu aqui vivendo intensamente o mundo delas. E para isso tive que me perder e redescobrir, tive que abrir mão de uma vida financeira estável, de ter um tempo pra mim e como não, de ter coisas ou viagens que estavam nos meus planos. E posso dizer/escrever aqui com todas as letras que não me arrependo em nenhum minuto. E tenho certeza que foi a melhor escolha que fiz na vida. Sei que foi o caminho pra mim e me descobri nele, tanto que nem imaginava. E não pretendo desviar da rota, aliás, a ideia é mergulhar ainda mais fundo, eis a mudança de 2014. E a resposta para pergunta: "como você pretende cuidar de três sozinha (aka, sem babá, escola ou empregada)?".
Felicidade é foto desfocada
Pouco antes da segunda gravidez se concretizar, o marido estava querendo mudar de função no trabalho e diminuir as horas. Ficar mais em casa com a gente e curtir o que a gente acha que deve curtir na vida: família. Sim, loucos, loucos, loucos. Mas, tinha um porém: o salário iria diminuir. Se já tava apertado, ia ficar mais ainda. Pensamos e conversamos, ainda sim valeria a pena para concretizar a nossa escolha. Ele fez a entrevista na semana que já estava desconfiada da gravidez. Foi classificado, mas não chamado. Pensamos: ainda bem, já que vem mais um bebê por aí. Mas, seis meses depois, ele foi chamado. Ops. E agora? Ele aceitou, e aí está a grande mudança de 2014, que vai acontecer mais pro fim do mês. Por um lado vai ser ótimo porque ele vai poder ficar com a gente, participar ainda maus vida das meninas e terei ajuda, já que elas ainda não vão pra escola esse ano, e sim, eu ia ficar com os três em casa sozinha. Por outro, quer dizer que a nossa renda vai diminuir e teremos que fazer adaptações. Como tudo na nossa vida: difícil, mas não impossível.
Bella e Maria janeiro de 2014
Mas, espera, eu sei o que você está pensando: esse povo não pensa no lado profissional? Sim, claro que pensamos. Temos nosso planos e objetivos. Mas no momento nossas prioridades são outras. E existe tempo para tudo. Por que não parar um pouco agora nos primeiros anos de vida dos filhos e correr atrás depois? Hebe Camargo parou dez anos por causa do filho e foi o que foi. José Saramago só escreveu sua obra-prima com 63 anos. Por que essa ansiedade moderna de que tudo tem que ser pra ontem? Desde que me tornei mãe tenho tentado fazer alguma coisa de casa e por isso criei a Loja da Família Moderna e tenho planos pra ela para os próximos 10 anos, sim. Tenho planos para este ano! Mas agora sigo no nosso ritmo. E o marido também tem os objetivos, inclusive do que muito considerariam "dar um passo para atrás" agora, para depois dar um maior pra frente. E com ele mais em casa também posso focar mais na loja, claro. Estamos tentando achar uma forma de viver bem (não ficar rico), e ficar perto da família.
Em busca de equilíbrio
Por enquanto, vivemos o hoje. O aqui e agora. E escolhemos ter um vida intensamente familiar. E agora teremos uma vida ainda mais simples. Outro dia até estávamos pensando em como seria bom comprar um sítio, plantar comida e criar galinha. Hippies. Mas, sério. Todo esse processo fez com que a gente questionasse o valor das coisas, a obsessão moderna por consumir no lugar de aproveitar e ter. Ter, gente! Pensem nisso. Sei que é um caminho diferente e confesso que prefiro assim, prefiro ser tachada de louca, não me contentaria em ser normal. Mas assim como todo mundo, queremos encontrar o equilíbrio e estamos desesperadamente tentando. Apenas arrumando um jeito diferente de fazer, o nosso jeito de ser feliz. Pois que venha então o resto do ano com bebê, casa cheia, muito trabalho na loja, nem tantas coisas, mas muito amor. Amor triplicado.
Daqui há uma semana Maria e Isabella completam dois anos e aqui estou eu vivendo todos esses 730 dias da vida delas intensamente. Todos os dias com elas, estou sempre ali, sem folga, sem férias, afinal não é um trabalho, é um modo de vida. Eu fiz uma escolha, que é muito particular de individual diga-se de passagem, de fazer isso, ficar com elas, simplesmente isso. E não foi e nem é fácil, assim como sair para trabalhar todos os dias e deixar os filhos sob os cuidados de outras pessoas também não é, nem nunca será fácil. E eu aqui vivendo intensamente o mundo delas. E para isso tive que me perder e redescobrir, tive que abrir mão de uma vida financeira estável, de ter um tempo pra mim e como não, de ter coisas ou viagens que estavam nos meus planos. E posso dizer/escrever aqui com todas as letras que não me arrependo em nenhum minuto. E tenho certeza que foi a melhor escolha que fiz na vida. Sei que foi o caminho pra mim e me descobri nele, tanto que nem imaginava. E não pretendo desviar da rota, aliás, a ideia é mergulhar ainda mais fundo, eis a mudança de 2014. E a resposta para pergunta: "como você pretende cuidar de três sozinha (aka, sem babá, escola ou empregada)?".
Felicidade é foto desfocada
Pouco antes da segunda gravidez se concretizar, o marido estava querendo mudar de função no trabalho e diminuir as horas. Ficar mais em casa com a gente e curtir o que a gente acha que deve curtir na vida: família. Sim, loucos, loucos, loucos. Mas, tinha um porém: o salário iria diminuir. Se já tava apertado, ia ficar mais ainda. Pensamos e conversamos, ainda sim valeria a pena para concretizar a nossa escolha. Ele fez a entrevista na semana que já estava desconfiada da gravidez. Foi classificado, mas não chamado. Pensamos: ainda bem, já que vem mais um bebê por aí. Mas, seis meses depois, ele foi chamado. Ops. E agora? Ele aceitou, e aí está a grande mudança de 2014, que vai acontecer mais pro fim do mês. Por um lado vai ser ótimo porque ele vai poder ficar com a gente, participar ainda maus vida das meninas e terei ajuda, já que elas ainda não vão pra escola esse ano, e sim, eu ia ficar com os três em casa sozinha. Por outro, quer dizer que a nossa renda vai diminuir e teremos que fazer adaptações. Como tudo na nossa vida: difícil, mas não impossível.
Bella e Maria janeiro de 2014
Mas, espera, eu sei o que você está pensando: esse povo não pensa no lado profissional? Sim, claro que pensamos. Temos nosso planos e objetivos. Mas no momento nossas prioridades são outras. E existe tempo para tudo. Por que não parar um pouco agora nos primeiros anos de vida dos filhos e correr atrás depois? Hebe Camargo parou dez anos por causa do filho e foi o que foi. José Saramago só escreveu sua obra-prima com 63 anos. Por que essa ansiedade moderna de que tudo tem que ser pra ontem? Desde que me tornei mãe tenho tentado fazer alguma coisa de casa e por isso criei a Loja da Família Moderna e tenho planos pra ela para os próximos 10 anos, sim. Tenho planos para este ano! Mas agora sigo no nosso ritmo. E o marido também tem os objetivos, inclusive do que muito considerariam "dar um passo para atrás" agora, para depois dar um maior pra frente. E com ele mais em casa também posso focar mais na loja, claro. Estamos tentando achar uma forma de viver bem (não ficar rico), e ficar perto da família.
Em busca de equilíbrio
Por enquanto, vivemos o hoje. O aqui e agora. E escolhemos ter um vida intensamente familiar. E agora teremos uma vida ainda mais simples. Outro dia até estávamos pensando em como seria bom comprar um sítio, plantar comida e criar galinha. Hippies. Mas, sério. Todo esse processo fez com que a gente questionasse o valor das coisas, a obsessão moderna por consumir no lugar de aproveitar e ter. Ter, gente! Pensem nisso. Sei que é um caminho diferente e confesso que prefiro assim, prefiro ser tachada de louca, não me contentaria em ser normal. Mas assim como todo mundo, queremos encontrar o equilíbrio e estamos desesperadamente tentando. Apenas arrumando um jeito diferente de fazer, o nosso jeito de ser feliz. Pois que venha então o resto do ano com bebê, casa cheia, muito trabalho na loja, nem tantas coisas, mas muito amor. Amor triplicado.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Enxoval - Cinco Itens Essencias
Fazer o enxoval do bebê é sempre um processo cheio de dúvidas, ainda que maravilhoso por envolver compras, obviamente. Quando a gente é mãe de primeira viagem, então, por mais que tente não comprar nada que seja desnecessário, acaba escutando conselhos, descobre guias, mas é na prática mesmo que se aprende. Agora, na minha segunda experiência com enxoval, estou um pouco atrasada, menos preocupada, mas sei que existem alguns itens básicos e clássicos. que realmente facilitaram a minha vida nos primeiros meses de vida das meninas. Alguns nem estavam naquela
"temida lista do enxoval" (veja um post que eu fiz sobre isso aqui), e
que valem muito a pena. Aproveitei a parceria do blog com o site Alô Bebê, para fazer um guia rápido de compras essenciais e salva-vidas para entrar com pé direito na maternidade. Aí vai:
1) Bolsa Grande e Trocador avulso
Uma bolsa grande para carregar tudo possível e impossível que você precisa é mais do que necessário. Com as meninas, comprei uma "normal" e usei muito, mas também tinha outras opções, todas grandes. Agora vou usar uma bolsa de maternidade que também é grande, mas não tem aquela cara de bebê. Acho que a bolsa tem que combinar com seu estilo e ser prática, e hoje no mercado existem dezenas de opções, que não necessariamente são verdes clarinhas ou com cara de bebê, e você pode colocar tudo ali, inclusive celular e carteira. Algumas vem com trocador avulso, outro item que é ótimo e você pode colocar em bolsas diferentes quando precisar.
2) Macacão
Eu quase não comprei macacão para as meninas e me arrependi amargamente. Tivemos que sair comprando depois que elas tinham nascido, porque é bom demais, gente! Especialmente no primeiro mês. Deixa o bebê quentinho e confortável e é mais fácil de trocar do que body e calça. Apesar de ser um pouco mais caro, vale a pena. Só de escrever sobre macacão já me dá vontade de ver meu bebê logo e usar todas essas roupinhas fofas. Acho que uns seis para os primeiros três meses é uma boa quantidade.
3) Cadeirinha Bouncer
Melhor item do enxoval ever! Usei depois de um mês de vida até o sexto mês e era uma ótima ajuda enquanto eu corria na cozinha para comer alguma coisa, ir no banheiro ou quando uma delas chorava por colo e estava sozinha. Super recomendo para esses primeiros meses. Mas depois dos cinco ou seis, acho que o melhor lugar é o chão para o bebê deitar e rolar, e talvez um bom tapete de atividade seja um próximo bom investimento.
4) Kit Amamentação
Alguns itens que parecem "sobrar" na lista do enxoval são os melhores amigos de uma lactante. A concha de amamentação de silicone me ajudou muito a evitar infecções no mamilo e, especialmente, quando um deles rachou. E ela ainda ajuda a definir o mamilo para quem tem pouco, como eu. Converse com seu obstetra para ver se ele recomenda que você use nos últimos meses da gravidez para preparar os seios. E o absorvente é ótimo para não apenas para evitar vazamentos nas saídas de casa, mas para ajudar o mamilo a cicatrizar após as mamadas e evitar rachaduras. Recomendo mil vezes!
5) Body Branco Básico
Bodies brancos básicos também são salva-vidas nos primeiros meses e não apenas na questão do estilo, ou seja, combina com qualquer coisa. Eles são perfeitos para colocar debaixo de um macacão ou de outro body para proteger o bebê do frio. Nada como manter eles confortáveis e quentes no primeiro mês. E depois você pode usar como base para qualquer roupa. Perfeito e necessário.
* Post feito em parceira com o site Alô Bebê, todos os produtos podem ser encontrados no http://www.alobebe.com.br/ Corre lá para conhecer!
1) Bolsa Grande e Trocador avulso
Uma bolsa grande para carregar tudo possível e impossível que você precisa é mais do que necessário. Com as meninas, comprei uma "normal" e usei muito, mas também tinha outras opções, todas grandes. Agora vou usar uma bolsa de maternidade que também é grande, mas não tem aquela cara de bebê. Acho que a bolsa tem que combinar com seu estilo e ser prática, e hoje no mercado existem dezenas de opções, que não necessariamente são verdes clarinhas ou com cara de bebê, e você pode colocar tudo ali, inclusive celular e carteira. Algumas vem com trocador avulso, outro item que é ótimo e você pode colocar em bolsas diferentes quando precisar.
2) Macacão
Eu quase não comprei macacão para as meninas e me arrependi amargamente. Tivemos que sair comprando depois que elas tinham nascido, porque é bom demais, gente! Especialmente no primeiro mês. Deixa o bebê quentinho e confortável e é mais fácil de trocar do que body e calça. Apesar de ser um pouco mais caro, vale a pena. Só de escrever sobre macacão já me dá vontade de ver meu bebê logo e usar todas essas roupinhas fofas. Acho que uns seis para os primeiros três meses é uma boa quantidade.
3) Cadeirinha Bouncer
Melhor item do enxoval ever! Usei depois de um mês de vida até o sexto mês e era uma ótima ajuda enquanto eu corria na cozinha para comer alguma coisa, ir no banheiro ou quando uma delas chorava por colo e estava sozinha. Super recomendo para esses primeiros meses. Mas depois dos cinco ou seis, acho que o melhor lugar é o chão para o bebê deitar e rolar, e talvez um bom tapete de atividade seja um próximo bom investimento.
4) Kit Amamentação
Alguns itens que parecem "sobrar" na lista do enxoval são os melhores amigos de uma lactante. A concha de amamentação de silicone me ajudou muito a evitar infecções no mamilo e, especialmente, quando um deles rachou. E ela ainda ajuda a definir o mamilo para quem tem pouco, como eu. Converse com seu obstetra para ver se ele recomenda que você use nos últimos meses da gravidez para preparar os seios. E o absorvente é ótimo para não apenas para evitar vazamentos nas saídas de casa, mas para ajudar o mamilo a cicatrizar após as mamadas e evitar rachaduras. Recomendo mil vezes!
5) Body Branco Básico
Bodies brancos básicos também são salva-vidas nos primeiros meses e não apenas na questão do estilo, ou seja, combina com qualquer coisa. Eles são perfeitos para colocar debaixo de um macacão ou de outro body para proteger o bebê do frio. Nada como manter eles confortáveis e quentes no primeiro mês. E depois você pode usar como base para qualquer roupa. Perfeito e necessário.
* Post feito em parceira com o site Alô Bebê, todos os produtos podem ser encontrados no http://www.alobebe.com.br/ Corre lá para conhecer!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Faça você mesmo - Geleia de Tomate
E aí, todo mundo pronto pro Natal? Nem eu. Tenho presentes para fazer ainda, pacotes para embrulhar e duas meninas doentes. Mas, tudo é possível, especialmente nesta época do ano. Então, vamos nessa! Aí vai uma receita que parece complicada, mas é fácil. E vai bem com qualquer salada, queijo, sanduíche e ceia natalina. Quer impressionar todo mundo da sua família? Faz uma geleia de tomate e leva um potinho com laço pra cada um! É uma delícia e quem não gosta de receber um agrado feito em casa e com muito amor?
Outro dia me deu vontade de fazer geleia. Não sei por quê, coisas de gravidez, eu acho. Então, eu pensei: "vou fazer uma geleia e dar de presente pros vizinhos de Natal". Aquela coisa que as avós faziam antigamente. E aqui no meu prédio tem muitas senhoras fofinhas, então casou. Aí que pensei, "vou fazer pro aniversário das meninas também, de lembrancinha, né? Vai ficar charmoso". Pronto, surgiu o desafio. Porque como diz meu marido, eu não tenho coisa suficientes pra fazer já com duas meninas, casa e costura, né? Mas é que eu gosto de fazer coisas, gente!
Então, fui procurar a receita com a rainha, diva, master plus da cozinha: Martha Stewart. Fazer geleia de que? Morango? Tá caro. Blueberry? Tá caro aqui no Brasil também, Martha. Até que achei uma de tomate. Eu amo tomate, fácil de encontrar, pronto é essa. E não era esse tomate italiano não, era o normal redondinho mesmo. Eba! É essa. Me preparei psicologicamente para fazer a receita, lavei uns tantos potinhos de papinha que eu tinha guardado no fundo do armário no dia anterior e pronto. Organização é a palavra-chave dessa receita. Aí você não faz bagunça e fica fácil, fácil. Então, deixe a pia vazia e limpa (leia-se sem louça suja) antes e começar e separe:
- 1 panela grande
- dois bowls grandes
- duas colheres de sopa
- 1 tábua de corte
- 1 travessa de alumínio grande para colocar todos os vidros para esterelizar
Geleia de Tomate
Ingredientes:
- 4 quilos de tomate
- 800g de açúcar
- suco de 1 limão grande
- duas pitadas de sal.
Rendimento: 10 potes de papinha pequenos (aqueles que vem com fruta, geralmente)
Você vai esterelizar e fazer a geleia ao mesmo tempo, então vamos lá para o passo a passo:
1° passo - Prepara!
Ligue o forno para pré-aquecer em 180°. Coloque todos os potes e as tampas na forma para esterelizar e depois de uns 10 minutos coloque no forno ligado. Ligue o timer para te ajudar (acredite, se não você vai esquecer os potinhos lá), 30 minutos é suficiente. Na panela grande, coloque água para ferver. Coloque duas colheres de sopa dentro do congelador (vazias), elas vão ajudar você a descobrir o ponto da geleia no fim da receita.
2° passo - Cortando os tomates
Lave os tomates e faça um corte em cruz na ponta deles para tirar a pele.
Depois que a água da panela grande ferver, desligue e jogue todos os tomates lá dentro. Deixe por 1 minuto. Encha um dos bowls grandes com água gelada.
Retire os tomates com ajuda de uma peneira e colocando no bowl. E retire as peles com as mãos.
Corte o o tomate na tábua em cubos médios e vá transferindo para o segundo bowl.
Tomates cortados
3° Passo - Mix and match
Misture o limão, as pitadas de sal e um pouco do açúcar no tomate. Vá misturando com uma colher grande e adicionando o açúcar aos poucos.
Depois de tudo misturado, jogue na panela grande (aquela mesma que você usou para ferver a água, mas já esvaziou, passou um pano e está pronta para um segundo uso, Viu? Só sujou uma panela!). Deixe levantar fervura no fogo alto, depois passe para o médio e mexa de vez em quando. O processo de cozimento todo demora uns 40 minutos, uma hora, portanto, paciência.
4° passo - Detalhes, detalhes
Quando a geleia começar a reduzir bem, baixe o fogo e mexa com mais frequência para não queimar.
Se ela estiver perto do ponto, continue mexendo. Se você achar que ela já está meio gelatinosa, com jeito de geleia, pegue uma das colheres que você colocou no congelador e coloque um pouco de geleia.
Volte pro congelador por mais dois minutos. Na hora que você retirar, vire a colher e veja se a mistura corre rápido ou é mais pegajosa, sinta a textura e vá no seu feeling: é ou não é geleia? Se precisar, deixe no fogo mais uns cinco ou dez minutos. Tá pronto? Deixe esfriar um pouco, antes de começar a encher os potes.
5° passo - Filling the jar
Encha os potinhos com ajuda de uma concha ou colher grande. Tampe tudo com amor e carinho.
Os potes e a minha barriga
Ligue o forno de novo em 180° e coloque as bandejas com todos os potes fechados lá por mais 10 minutos para terminar de esterilizar. (Eu esqueci os potes no forno e saí de casa! Oi, meu nome é cansaço, mas o único desastre foi um pouco de geleia para fora dos potes, ainda bem! Coloquem o timer de novo. Fica a dica)
6° passo: Decora
Depois dos potes terem esfriado é hora de decorar. Você pode fazer isso bem depois, no dia seguinte, por exemplo. Corte círculos de tecido usando um pires de xícara pequena como medida para quem for usar os potes de papinha pequeno. Cole no topo da tampa e depois passe uma fita.
Produto pronto!
Detalhe da sementinha delícia! Coloque uma tag com o que você quiser e distribua amor em forma de geleia por aí.
A geleia dura 1 ano fechada e 1 mês depois de aberta na geladeira.
A receita original está aqui, fiz algumas adaptações, mas tem dicas boas no vídeo com a diva Martha! E aproveitem o Natal, minha gente!
Outro dia me deu vontade de fazer geleia. Não sei por quê, coisas de gravidez, eu acho. Então, eu pensei: "vou fazer uma geleia e dar de presente pros vizinhos de Natal". Aquela coisa que as avós faziam antigamente. E aqui no meu prédio tem muitas senhoras fofinhas, então casou. Aí que pensei, "vou fazer pro aniversário das meninas também, de lembrancinha, né? Vai ficar charmoso". Pronto, surgiu o desafio. Porque como diz meu marido, eu não tenho coisa suficientes pra fazer já com duas meninas, casa e costura, né? Mas é que eu gosto de fazer coisas, gente!
Então, fui procurar a receita com a rainha, diva, master plus da cozinha: Martha Stewart. Fazer geleia de que? Morango? Tá caro. Blueberry? Tá caro aqui no Brasil também, Martha. Até que achei uma de tomate. Eu amo tomate, fácil de encontrar, pronto é essa. E não era esse tomate italiano não, era o normal redondinho mesmo. Eba! É essa. Me preparei psicologicamente para fazer a receita, lavei uns tantos potinhos de papinha que eu tinha guardado no fundo do armário no dia anterior e pronto. Organização é a palavra-chave dessa receita. Aí você não faz bagunça e fica fácil, fácil. Então, deixe a pia vazia e limpa (leia-se sem louça suja) antes e começar e separe:
- 1 panela grande
- dois bowls grandes
- duas colheres de sopa
- 1 tábua de corte
- 1 travessa de alumínio grande para colocar todos os vidros para esterelizar
Geleia de Tomate
Ingredientes:
- 4 quilos de tomate
- 800g de açúcar
- suco de 1 limão grande
- duas pitadas de sal.
Rendimento: 10 potes de papinha pequenos (aqueles que vem com fruta, geralmente)
Você vai esterelizar e fazer a geleia ao mesmo tempo, então vamos lá para o passo a passo:
1° passo - Prepara!
Ligue o forno para pré-aquecer em 180°. Coloque todos os potes e as tampas na forma para esterelizar e depois de uns 10 minutos coloque no forno ligado. Ligue o timer para te ajudar (acredite, se não você vai esquecer os potinhos lá), 30 minutos é suficiente. Na panela grande, coloque água para ferver. Coloque duas colheres de sopa dentro do congelador (vazias), elas vão ajudar você a descobrir o ponto da geleia no fim da receita.
2° passo - Cortando os tomates
Lave os tomates e faça um corte em cruz na ponta deles para tirar a pele.
Depois que a água da panela grande ferver, desligue e jogue todos os tomates lá dentro. Deixe por 1 minuto. Encha um dos bowls grandes com água gelada.
Retire os tomates com ajuda de uma peneira e colocando no bowl. E retire as peles com as mãos.
Corte o o tomate na tábua em cubos médios e vá transferindo para o segundo bowl.
Tomates cortados
3° Passo - Mix and match
Misture o limão, as pitadas de sal e um pouco do açúcar no tomate. Vá misturando com uma colher grande e adicionando o açúcar aos poucos.
Depois de tudo misturado, jogue na panela grande (aquela mesma que você usou para ferver a água, mas já esvaziou, passou um pano e está pronta para um segundo uso, Viu? Só sujou uma panela!). Deixe levantar fervura no fogo alto, depois passe para o médio e mexa de vez em quando. O processo de cozimento todo demora uns 40 minutos, uma hora, portanto, paciência.
4° passo - Detalhes, detalhes
Quando a geleia começar a reduzir bem, baixe o fogo e mexa com mais frequência para não queimar.
Se ela estiver perto do ponto, continue mexendo. Se você achar que ela já está meio gelatinosa, com jeito de geleia, pegue uma das colheres que você colocou no congelador e coloque um pouco de geleia.
Volte pro congelador por mais dois minutos. Na hora que você retirar, vire a colher e veja se a mistura corre rápido ou é mais pegajosa, sinta a textura e vá no seu feeling: é ou não é geleia? Se precisar, deixe no fogo mais uns cinco ou dez minutos. Tá pronto? Deixe esfriar um pouco, antes de começar a encher os potes.
5° passo - Filling the jar
Encha os potinhos com ajuda de uma concha ou colher grande. Tampe tudo com amor e carinho.
Os potes e a minha barriga
Ligue o forno de novo em 180° e coloque as bandejas com todos os potes fechados lá por mais 10 minutos para terminar de esterilizar. (Eu esqueci os potes no forno e saí de casa! Oi, meu nome é cansaço, mas o único desastre foi um pouco de geleia para fora dos potes, ainda bem! Coloquem o timer de novo. Fica a dica)
6° passo: Decora
Depois dos potes terem esfriado é hora de decorar. Você pode fazer isso bem depois, no dia seguinte, por exemplo. Corte círculos de tecido usando um pires de xícara pequena como medida para quem for usar os potes de papinha pequeno. Cole no topo da tampa e depois passe uma fita.
Produto pronto!
Detalhe da sementinha delícia! Coloque uma tag com o que você quiser e distribua amor em forma de geleia por aí.
A geleia dura 1 ano fechada e 1 mês depois de aberta na geladeira.
A receita original está aqui, fiz algumas adaptações, mas tem dicas boas no vídeo com a diva Martha! E aproveitem o Natal, minha gente!
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Contagem Materna - 28 semanas e 4 dias
Tempo, pode onde você anda? Eis que chegamos no sétimo mês e agora os dias parecem voar, a barriga crescer e a lista de coisas a fazer também. Estou tentando curtir ao máximo a gravidez, ainda não acreditando que possa ser a minha última. Pode isso? Claro que pode, grávida pode hahaha Quero muito conhecer esse bebê e descobrir quem ele é, como até hoje descubro facetas novas das meninas, ainda que sinta ele tão presente todos os dias. Vontade de ter um recém-nascido nos braços, trocar fraldinhas pequenas e dar de mamar de madrugada. Sim, vontade de viver tudo e me preparando muito pra isso. Tá aí a vantagem da segunda gravidez, nada é novidade, mas o desconhecido torna-se um bom e velho amigo, você já sabe o que esperar ainda que saiba que nada pode ser esperado. Faz sentido?
Aqui a barriga parece pequena mas tá bombando e esticandoooooo.
Já escolhi o médico definitivo, que está de férias, aliás. Mas últimos exames mostraram que está tudo ótimo e eu me sinto ótima. Só engordei 7 quilos na gravidez, digo só porque não sei se é muito ou pouco, na verdade, já que nas meninas eu cheguei a engordar um quilo por semana e agora é um quilo por mês. Já pensei e repensei no parto, já estudei e continuo fazendo isso. Não tenho tempo de me exercitar, como fiz na gravidez delas, mas faço agachamento todos os dias catando brinquedo do chão, claro que adoraria uma hidroginástica, mas quem tem tempo? Eu acho que já disse isso aqui, mas sempre imaginei como seria uma gravidez única quando estava grávida de duas, e estou vivendo isso agora e achando super tranquilo. Claro que tem seus incômodos, mas eu sou daquelas que ama estar grávida, gente. No melhor estilo clichê: pronto falei. Sinto que meu corpo nasceu pra isso, poderia fazer outras vezes sem pestanejar. Pronto falei, de novo. Não é que eu me sinta linda, maravilhosa, amando cada segundo, mas me sinto plena, conectada comigo, uma coisa muito louca. E fazer isso com mais segurança, sem os medos da primeira vez e as pessoas tentando minar esse meu sentimento de satisfação, é maravilhoso.
Às vezes, estou na minha rotina com as meninas e me pego pensando: "quando tiver um bebê aqui, como vai ser?". Mas bem raramente, porque estou realmente tentando curtir o nós três e sei que muita coisa ainda vai mudar. Nossa perspectiva para 2014 é de mudança e não estamos falando apenas do terceirinho, mas isso vai em outro post. Como sei que tem muita coisa pra acontecer, tento não criar expectativa. O quarto do bebê continua intacto e precisamos trabalhar nele. Enxoval, hum, o que é isso mesmo? Tenho bastante roupinha, algumas das meninas, outras ganhei, mas se comprei mais de cinco macacões para o bebê foi muito e tudo bem. Janeiro é o mês. Pretendo sentar e ver tudo o que eu tenho, começar a costurar o restante do enxoval, lençol, trocador e etc com a minha mãe. Tenho mil coisas na minha lista para fazer e me falta tempo. Mas já aprendei que não adianta querer correr contra ele.
E agora o cansaço bateu forte por aqui. Olá, terceiro trimestre! As contrações de treinamento aumentaram e sinto algumas doloridas, mas nada alarmante. Ontem fui no shopping fazer as compras de Natal depois que as meninas já tinham dormido, Marco ficou em casa, eu fui com meus pais, e hoje já senti as consequências. E resolvi voltar com o desfralde de vez. Então, fiquei com dor nas costas de tanto abaixar e senti a barriga dura. Bebê mexendo e contraindo. Senti no sofá e consegui descansar um pouco. Tive sorte que as meninas foram boazinhas e elas têm sido. Com eventuais brigas, crises de choro ou sono rápidas, está cada dia mais tranquilo ficar com as duas. Eu é que fico incomodada de ficar em casa, estou louca para sair com as duas, mas cansada demais pra isso, tenho recebido visitas e isso é ótimo e já ajuda bastante. Também estamos tendo algumas alterações de sono, mais assunto para um próximo post. Ou não.
Aqui a barriga parece pequena mas tá bombando e esticandoooooo.
Já escolhi o médico definitivo, que está de férias, aliás. Mas últimos exames mostraram que está tudo ótimo e eu me sinto ótima. Só engordei 7 quilos na gravidez, digo só porque não sei se é muito ou pouco, na verdade, já que nas meninas eu cheguei a engordar um quilo por semana e agora é um quilo por mês. Já pensei e repensei no parto, já estudei e continuo fazendo isso. Não tenho tempo de me exercitar, como fiz na gravidez delas, mas faço agachamento todos os dias catando brinquedo do chão, claro que adoraria uma hidroginástica, mas quem tem tempo? Eu acho que já disse isso aqui, mas sempre imaginei como seria uma gravidez única quando estava grávida de duas, e estou vivendo isso agora e achando super tranquilo. Claro que tem seus incômodos, mas eu sou daquelas que ama estar grávida, gente. No melhor estilo clichê: pronto falei. Sinto que meu corpo nasceu pra isso, poderia fazer outras vezes sem pestanejar. Pronto falei, de novo. Não é que eu me sinta linda, maravilhosa, amando cada segundo, mas me sinto plena, conectada comigo, uma coisa muito louca. E fazer isso com mais segurança, sem os medos da primeira vez e as pessoas tentando minar esse meu sentimento de satisfação, é maravilhoso.
Às vezes, estou na minha rotina com as meninas e me pego pensando: "quando tiver um bebê aqui, como vai ser?". Mas bem raramente, porque estou realmente tentando curtir o nós três e sei que muita coisa ainda vai mudar. Nossa perspectiva para 2014 é de mudança e não estamos falando apenas do terceirinho, mas isso vai em outro post. Como sei que tem muita coisa pra acontecer, tento não criar expectativa. O quarto do bebê continua intacto e precisamos trabalhar nele. Enxoval, hum, o que é isso mesmo? Tenho bastante roupinha, algumas das meninas, outras ganhei, mas se comprei mais de cinco macacões para o bebê foi muito e tudo bem. Janeiro é o mês. Pretendo sentar e ver tudo o que eu tenho, começar a costurar o restante do enxoval, lençol, trocador e etc com a minha mãe. Tenho mil coisas na minha lista para fazer e me falta tempo. Mas já aprendei que não adianta querer correr contra ele.
E agora o cansaço bateu forte por aqui. Olá, terceiro trimestre! As contrações de treinamento aumentaram e sinto algumas doloridas, mas nada alarmante. Ontem fui no shopping fazer as compras de Natal depois que as meninas já tinham dormido, Marco ficou em casa, eu fui com meus pais, e hoje já senti as consequências. E resolvi voltar com o desfralde de vez. Então, fiquei com dor nas costas de tanto abaixar e senti a barriga dura. Bebê mexendo e contraindo. Senti no sofá e consegui descansar um pouco. Tive sorte que as meninas foram boazinhas e elas têm sido. Com eventuais brigas, crises de choro ou sono rápidas, está cada dia mais tranquilo ficar com as duas. Eu é que fico incomodada de ficar em casa, estou louca para sair com as duas, mas cansada demais pra isso, tenho recebido visitas e isso é ótimo e já ajuda bastante. Também estamos tendo algumas alterações de sono, mais assunto para um próximo post. Ou não.
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