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quarta-feira, 15 de abril de 2015

Parquinhos de Brasília - um Guia - Para começar: Parque Olhos D' Água


Quem acompanha o blog ou a gente lá no instagram @familiamoderna sabe que por aqui somos super fãs de parquinho. Acho que brincar na areia, subir nos brinquedos e descobrir novos lugares ajudam muito no desenvolvimento da criança, além de ser um ótimo entretenimento pra família toda. As meninas foram a primeira vez pro parquinho quando tinham uns 11 meses, quase 1 ano, e foi uma loucura. Comiam areia, folha e quando fui sozinha com as duas a primeira vez foi uma loucura, cada uma corria pro lado, sufoco total! Mas eu adorava! E elas também. (Aqui um post das antigas sobre como parquinho é legal) E o parque fez parte da nossa rotina diária até elas entrarem na escola com dois anos. E lá elas têm uma hora de parquinho todos os dias também. O Francisco vai pro parquinho desde sempre. Como não, né? Mas o contato com a areia aconteceu agora com 9/10 meses e ele ama! Aliás, não come tanta areia quantos as irmãs faziam. Aleluia!

Esse blábláblá todo foi para dizer que resolvi começar uma série nova aqui no blog. Um guia de parquinhos de Brasília para inspirar pais e mães a se aventurarem pela cidade também. Temos sorte de ter pelo menos um espaço com brinquedos em cada quadra, mesmo que eles não sejam novos ou perfeitos, mas temos muitas opções. Por isso, resolvi compartilhar aqui nossas explorações em terras de parquinhos brasilienses. Pegue seu baldinho, água e frutas, e vamos lá! Essa é apenas uma parte da nossa experiência nesses lugares, por isso saia de casa e descubra o que a nossa cidade tem de melhor também.

Para começar, um parquinho novo! O recém-inaugurado parquinho de areia do Parque Olhos D´Agua, fomos nesse parque nas férias das meninas em dezembro/janeiro e que diferença das crianças de lá pra cá!


Parquinho do Parque Olhos D' Água 

Onde fica: na altura da 213/413 Norte

É legal porque: fica no parque e os brinquedos são de madeira novinhos. Tem sombra de sobra e pouco movimento durante a semana. Tem chuveiro (quando fomos lá o chuveiro não estava funcionando, mas tem outro perto do quiosque) e banheiro por perto, e ainda dá pra explorar o parque. Além disso, fica no centro de Brasília.

Não tão legal assim: é a areia é branca e gruda na pele igual brilhante, mas nós gostamos disso também. Falta opções para estender uma canga e fazer um piquenique, mas ainda sim dá pra improvisar.









 No caminho do parque
No fim do passeio, banho de chuveirão pra tirar a areia grudenta

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Aniversário no Parquinho – Francisco 1 ano

Para comemorar o aniversário do Francisco a gente queria uma festa para as crianças. Depois da festa de Frozen das meninas, queríamos uma coisa simples, sem muita decoração ou gasto (vamos combinar), mas algo que fosse especialmente divertido pra ele e pras irmãs. A primeira coisa que pensamos foi num parquinho. Um programa que a gente faz sempre e quando chamamos os amigos acabamos levando comidinhas, toalha, fruta, etc. Então, daí surgiu a ideia. Pensamos em vários parquinhos, mas sempre acabamos no problema de infraestrutura, não dá pra ter festa de criança sem banheiro por perto, por exemplo. Aí lembrei que no condomínio da minha mãe tinha o parquinho perfeito! Com banheiro e, de quebra, dois chuveirões maravilhosos. Fiz a lista de convidados, o cardápio simples e cheio de fruta, comprei utensílios, as lembrancinhas foram baldinhos e pás, arrumei uns tecidos típicos de piquenique, fiz uma bandeirinha, marquei a farra para domingo logo cedo e tínhamos uma festa! Foi a melhor festa que já fizemos! E aprendemos que é legal ter uma festa arrumada, boa comidae tal, mas o melhor mesmo é que as crianças brinquem e sejam felizes!








Montamos tudo duas horas antes da festa e meia hora antes do horário marcado no parquinho. Foram umas três viagens de carro, mas valeu a pena. Fizemos espetinhos de fruta e de tomate com pepino, salada de fruta, salada de quinoa (prato favorito do aniversariante) com cenoura e passas, cachorro-quente de carne moída, pastinhas e pães, salada de macarrão com atum da minha sogra e muitos bolos. Só contratamos mais uma vez os sucos da Quitanda Fácil, item indispensável na nossa festa sem refrigerantes. Não tivemos muito tempo para fazer nada do que a gente imaginava, foi tudo muito simples, mas como eu já disse, foi a melhor festa que a gente já fez.





Achei esses brinquedinhos de parquinho no R$ 1,99!

Comendo salada de quinoa com a bisa

Teve café porque festa 9h da manhã tem que ter, né?
Sucos da Quitanda Fácil e copos lindos da Clube BBB Festa, que eu recomendo muito!
Pão pro cachorro-quente de carne móida








Foi lindo! Francisco se divertiu horrores. Pulou a soneca da manhã e no fim da festa apagou. As crianças brincaram e o auge da festa foi a piscina de pirata que colocamos perto do chuveirão. Só de ver essas fotos lindas do Panoptes Fotografia dá vontade de fazer outra festa. O Sávio e a Irmina arrasam com as fotos, foi um sonho ter esse registro feito por eles. 
















segunda-feira, 30 de setembro de 2013

O poder de um parquinho

Hoje fomos matar saudades do parquinho da nossa quadra, enquanto o Marco resolvia coisas da obra. Ficamos ali só nós três (e meio), como se a nossa rotina tivesse voltado e eu lembrei o quanto eu gostava de fazer aquele pequeno passeio cotidiano com as meninas. Acho que não tem experiência melhor pras crianças, a partir dos 12 meses, do que o parquinho. Elas correm, sobem, descem, escalam, cavam, rolam, desenvolvem a coordenação motora e as habilidades físicas, comem um pouco de areia e ganham vitamina S, entram em contato com o mundo, mesmo que ele seja pequeno e cercado. 

Sem título

Quando a gente fica em casa, às vezes, se sente enclausurado e as crianças também começam a ficar agitadas e impacientes, então, nada melhor do que poder correr ao ar livre. A liberdade de correr pra lá e pra cá, sem contar no fortalecimento do andar no meio do processo de pisar na areia! Como não virar fanática pelo parquinho? Eu sei que tem gente que não gosta, que suja, faz bagunça, reclama que o parquinho é velho, longe de casa, pode causar acidentes, etc, etc. Mas é preciso desapegar e tem outra: para o seu filho gostar de parquinho, você tem que gostar também, sentar na areia, ficar suja, brincar junto, não ter frescura. É claro que eu surtava um pouco quando elas comiam areia, mas nem tanto, sabia que fazia parte do descobrimento. E poder brincar, deixar as crianças serem crianças, sem didático por trás, sem ficar parado em frente à uma tela, brincar, simples assim.
 
Sem título Com 1 ano e dois meses no parquinho Sem título
Como cresceram, gente!
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Sempre ficava de olho e atenta aos brinquedos no parquinho, ainda que tivesse que correr de um lado pro outra atrás de uma, e depois da outra. Às vezes, Maria queria escorregador e Bella balanço, então, me virava. Talvez por isso, ensinei logo as duas a subirem a escada do escorrega, a segurar firme no balanço e a escalar o labirinto, vulgo trepa-trepa. O parquinho também fez parte de alguns ensinamentos como a "hora de ir embora", que sempre teve aviso prévio, e a ajudar mamãe a catar os brinquedos, que elas não faziam direito no começo, mas agora colocam tudo na sacola junto comigo. 

E em alguns momentos de paz, eu sentava no chão e observava as duas brincando, às vezes juntas, quase sempre cada uma no seu canto, e chorava um pouquinho, por poder curtir aquele momento repetidamente.

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Hoje pude ver o quanto as meninas cresceram ali naquele nosso quadrado colorido. Se antes a diversão era comer folhas e destruir castelos que a mamãe construía, agora é colocar areia no balde e escalar o labirinto, sentir a textura da árvore e das plantas. É jogar a cabeça pra atrás no balanço e curtir o vento no rosto, correr atrás dos passarinhos, dar tchau pro tio jardineiro, cantar músicas. E, de novo, curtir o momento. Afinal, o que mais importa?
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