Como pais, acredito que aprendemos constantemente a lidar não só com as frustrações deles, mas com as nossas também, diariamente. Seja quando eles caem num embate daquele de moder, bater e/ou puxar o cabelo, e nós que queremos ensinar que não pode brigar, nem gritar daquele jeito com o outro acabamos acometidos por uma raiva daquela situação, acabamos gritando também e tendo que respirar umas dez vezes para conversar e ensinar, administrar os conflitos. Desapegar de tantos conceitos pré-concebidos, idéias e regras é muito difícil, um exercício diário que tentamos fazer por aqui.
Hoje saímos para andar de bicicleta com as meninas até a biblioteca. Cada uma com a sua, Francisco no carrinho. A Maria andando super bem. A Bella ainda não conseguia fazer a volta completa no pedal, vai até metade, volta e vai até metade de novo. Uma coisa natural e que a Maria fazia também até um dia ver alguém andando de bicicleta e fez. Mas hoje a Bella foi ficando pra atrás e a Maria voando na frente. Então, a gente tentou ajudar ela a fazer, e percebemos que ela estava se frustando ão consegui fazer e a gente também porque não conseguia passar aquilo pra ela. Até que, no auge dos seus 3 anos e 10 meses, ela diz:
- "Mamãe, eu quero fazer do meu jeito".
Eu e o Marco nos entreolhamos e sorrimos. Aquela frase veio do nada, mas não era surpresa pra gente já que tentamos passar justamente isso pra ela: autonomia. Uma coisa que a escola dela também prega, não existe jeito certo ou errado, existe o seu jeito. O jeito dela. Eu percebi que uma parte bem forte de mim também queria continuar a ensinar ele a fazer a volta completa, queria insistir. E foi assim no longo caminho até a biblioteca. A tal da meia volta cansou logo, ainda tentei explicar pra ela como fazia mais uma vez, ela fazia a meia volta e me perguntava: "mamãe, eu tô fazendo?". "Não, Bella, ainda não". Até que ela desistiu da bicicleta. Eu e Marco fomos quase num embate entre essa nossa mania de querer que as crianças façam o "certo" e deixar ela ser, vez ou outra escapava um "tenta de novo?" e até um "você não quer mais a bicicleta?". Mesmo tendo consciência de tudo aquilo, não forçar foi difícil. Ainda na ida ela desistiu da bicicleta. E o Marco teve que carregar ela nas costas, e no meio a Bella queria só a mão dele, reclamou várias vezes que estava cansada. Mas tentamos respeitar o momento, acima de tudo. O tempo dela, o jeito dela. Precisamos perceber também, que nossos filhos são únicos e diferentes (algo que a gente sempre soube aqui mesmo tendo duas "iguais", mas que a vida vive nos mostrando). Como pais, podemos guiar o caminho, mas não comandar a direção. Aprendemos todos os dias a nos desapegar e viver de outros jeitos também.
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segunda-feira, 9 de novembro de 2015
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Momento para pausa - criança doente
Sabe aquela coisa que a sua avó dizia "que com criança as coisas mudam muito rápido" e você custava acreditar? Então, acontece que é verdade.
Acordei ontem desanimada, cansada, com vontade de ir pra minha casa, que nunca fica pronta, e tudo só piorou quando vi que a Maria estava começando a ficar gripada, com nariz escorrendo e um pouco de febre. Há uns dois dias, ela não dormia direito, primeiro achamos que era dente, depois só uma fase mesmo, mas era isso, gripe. Ela acordou 6h30, dei a vitamina, remédio e as duas voltaram a dormir de novo, depois acordaram. Nesse meio tempo, pra completar, eu tive um enjoo forte e vomitei todo o meu café da manhã, pensei que talvez fosse emocional, estresse puro, vontade de colocar algumas coisas para fora, já que eu não tinha isso há um bom tempo.
Depois seguimos com a nossa manhã, resolvi passear com elas de carrinho até o mercado, comprei suco e água de coco, brincamos um pouco lá fora, almoço foi meio caótico, banho e soneca. Elas dormiram bastante e eu consegui descansar, mas quando acordaram levei um susto. Maria mal conseguia abrir o olho e estava pelando de febre. Nem consegui medir direito, mas deu mais de 39°. Olhei pra Bella e falei: "você vai ter que ajudar a mamãe a cuidar da Maria, ok?" E tive a ilusão de que ela entendeu. Tirei ela do berço e levei a Maria pro banheiro para molhar o rosto e limpar o nariz que estava escorrendo. Fui na cozinha e dei água de coco pras duas, elas tomaram dois copos!
Deixei a Maria no chão um pouco e ela começou a tremer. Peguei no colo e nada de parar de tremer, entrei em um mini desespero e liguei pro Marco já chorando. "Vamos ter que levar na emergência agora!". Ele meio descrédulo (homens!), mas disse que vinha pra casa e corri com ela pro chuveiro. Bella veio atrás e foi a primeira a entrar no banho. Se divertiu horrores enquanto a irmã chorava e eu junto! Depois, enrolei ela na toalha e coloquei em cima da cama da minha sogra. E ela ficou lá quietinha, tremendo, vi que era frio e cobri. Na minha cabeça, pensei, se ela tiver convulsão o que eu faço mesmo? Liguei pro Marco de novo pra garantir o procedimento (que tem explicadinho aqui). Peguei a Bella e deitei ela do lado da irmã (foto acima). Corri pra cozinha e bati uma vitamina pras duas, acho que fiz em um minuto. Depois elas ficaram ali deitadinhas. Bella fez carinho na irmã e chamou ela de neném. A tremedeira foi passando e eu ficando mais tranquila. Meu pai me ligou no meio de tudo e eu comecei a chorar compulsivamente no telefone, deixando ele super preocupado, mas depois disse: "tá tudo bem agora, pai, desabafei".
Fomos pra emergência, sintomas: nariz escorrendo com meleca verde, olhinhos inchados com remela verde, chiado no peito e febre. Fizemos o raio-x e ela quietinha no meu colo o tempo inteiro, enquanto Marco passeava com a Bella. Diagnóstico: o médico olha pro exame e diz: "Ela tem bactérias no pulmão". E eu, a louca: "bactérias, doutor? Eu nunca ouvi falar disso". E ele me olha com a cara mais estranha do mundo. "Ah, tá é pneumonia! Abafa, doutor, não estou pensando direito". Socorro. Sim, pneumonia bacteriana da noite pro dia. Me deu uma dó da minha menina, como eu imagino que todas as mães sentem quando os filhos estão doentes. Primeira vez que ela teve febre alta ou qualquer doença qualquer, eu sei que eu sou sortuda, mas ainda sim sofrendo, aqueles olhinhos vermelhos e pequenos, me matam. Por isso, momento para pausa e cuidar da cria. E torcer, como todos as mães de gêmeos que passam por isso, para que a Bella não pegue também. E, sim, as coisas com criança mudam muito rápido, melhor sempre é levar logo pro médico. Conselho de avó também.
Acordei ontem desanimada, cansada, com vontade de ir pra minha casa, que nunca fica pronta, e tudo só piorou quando vi que a Maria estava começando a ficar gripada, com nariz escorrendo e um pouco de febre. Há uns dois dias, ela não dormia direito, primeiro achamos que era dente, depois só uma fase mesmo, mas era isso, gripe. Ela acordou 6h30, dei a vitamina, remédio e as duas voltaram a dormir de novo, depois acordaram. Nesse meio tempo, pra completar, eu tive um enjoo forte e vomitei todo o meu café da manhã, pensei que talvez fosse emocional, estresse puro, vontade de colocar algumas coisas para fora, já que eu não tinha isso há um bom tempo.
Depois seguimos com a nossa manhã, resolvi passear com elas de carrinho até o mercado, comprei suco e água de coco, brincamos um pouco lá fora, almoço foi meio caótico, banho e soneca. Elas dormiram bastante e eu consegui descansar, mas quando acordaram levei um susto. Maria mal conseguia abrir o olho e estava pelando de febre. Nem consegui medir direito, mas deu mais de 39°. Olhei pra Bella e falei: "você vai ter que ajudar a mamãe a cuidar da Maria, ok?" E tive a ilusão de que ela entendeu. Tirei ela do berço e levei a Maria pro banheiro para molhar o rosto e limpar o nariz que estava escorrendo. Fui na cozinha e dei água de coco pras duas, elas tomaram dois copos!
Deixei a Maria no chão um pouco e ela começou a tremer. Peguei no colo e nada de parar de tremer, entrei em um mini desespero e liguei pro Marco já chorando. "Vamos ter que levar na emergência agora!". Ele meio descrédulo (homens!), mas disse que vinha pra casa e corri com ela pro chuveiro. Bella veio atrás e foi a primeira a entrar no banho. Se divertiu horrores enquanto a irmã chorava e eu junto! Depois, enrolei ela na toalha e coloquei em cima da cama da minha sogra. E ela ficou lá quietinha, tremendo, vi que era frio e cobri. Na minha cabeça, pensei, se ela tiver convulsão o que eu faço mesmo? Liguei pro Marco de novo pra garantir o procedimento (que tem explicadinho aqui). Peguei a Bella e deitei ela do lado da irmã (foto acima). Corri pra cozinha e bati uma vitamina pras duas, acho que fiz em um minuto. Depois elas ficaram ali deitadinhas. Bella fez carinho na irmã e chamou ela de neném. A tremedeira foi passando e eu ficando mais tranquila. Meu pai me ligou no meio de tudo e eu comecei a chorar compulsivamente no telefone, deixando ele super preocupado, mas depois disse: "tá tudo bem agora, pai, desabafei".
Fomos pra emergência, sintomas: nariz escorrendo com meleca verde, olhinhos inchados com remela verde, chiado no peito e febre. Fizemos o raio-x e ela quietinha no meu colo o tempo inteiro, enquanto Marco passeava com a Bella. Diagnóstico: o médico olha pro exame e diz: "Ela tem bactérias no pulmão". E eu, a louca: "bactérias, doutor? Eu nunca ouvi falar disso". E ele me olha com a cara mais estranha do mundo. "Ah, tá é pneumonia! Abafa, doutor, não estou pensando direito". Socorro. Sim, pneumonia bacteriana da noite pro dia. Me deu uma dó da minha menina, como eu imagino que todas as mães sentem quando os filhos estão doentes. Primeira vez que ela teve febre alta ou qualquer doença qualquer, eu sei que eu sou sortuda, mas ainda sim sofrendo, aqueles olhinhos vermelhos e pequenos, me matam. Por isso, momento para pausa e cuidar da cria. E torcer, como todos as mães de gêmeos que passam por isso, para que a Bella não pegue também. E, sim, as coisas com criança mudam muito rápido, melhor sempre é levar logo pro médico. Conselho de avó também.
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Como ensinar um bebê a escovar os dentes
*Primeiro, preciso dizer que não sou dentista ou especialista, nem sequer levei as meninas no dentista ainda (por pura falta de tempo, grana e também não achar que é tão urgente assim), mas sou mãe de duas meninas com personalidades completamente diferentes e resolvi compartilhar a nossa experiência aqui. Então, vamos lá, como ensinar um bebê a escovar os dentes e ainda amar fazer isso:
Quando Maria e Bella completaram 1 ano e três meses, resolvi comprar um escova de dentes pras duas, afinal os molares tinham acabado de nascer e achei que era hora. Li algumas coisas sobre qual escova comprar, sobre como não precisava usar pasta de dentes ainda, etc. Enfim, pesquisei, mas bem pouco. Fui no mercado e comprei a primeira que achei "legal", a da Oral B. Duas iguais para não dar briga (estou aprendendo).
Primeiro dia, antes do banho: "Vamos escovar os dentes?" Eu pego a Maria no colo, mostro a escova, finjo que estou escovando os meus dentes e quando vou fazer nela, ela abre o bocão, feliz. E consigo escovar um pouco os dentes. Marco pega Bella no colo e tenta fazer a mesma coisa. Mas, ela não abre a boca de jeito nenhum! O pai tenta pacientemente, mas ela começa a ficar irritada, joga a cabeça pra atrás, não quer de jeito nenhum! A gente se olha, e eu falo: "olha, a loucura que é ter gêmeos", os dois riem.
Tentamos mais umas duas vezes e, obviamente, não dá certo, nada faz com que a Bella aceite. Então, precisamos achar uma outra solução, porque acho terrível ter que forçar, já escutei histórias de crianças que choram, esperneiam, detestam, etc, mas os pais continuam a escovar do mesmo jeito. Acho que insistir é importante, ainda é meu lema, mas não a ponto de fazer com que ela odeie escovar os dentes, chore, etc, e que a experiência faça com que as coisas piorem ainda mais e que ela não queria nunca mais passar por aquilo.
Esquecemos a escova por uns dias. Marco vai escovar os dentes e chama as duas. Eu falo: "vamos dar as escovas na mão delas, pra ver se dá certo?". E deu. Elas olham o pai, se divertem, ficam felizes por estar escovando os dentes! Bella ainda faz o movimento no fundo e na frente. Ponto para nós, high-five para comemorar! E olha que coisa: a solução estava justamente em incentivar a autonomia das duas, sem estresse, sem obsessão, como a gente tem feito. Sem subestimar a capacidade dos bebês.

Bella e Maria felizes
É claro que elas não fazem a escovação perfeita, mas ensinamos pra frente, pra trás, pra cima e pra baixo. Fazemos na frente das duas e elas adoram! Quando eu falo: vamos escovar os dentes? As duas correm de alegria pro banheiro. Nunca imaginei que ia ser tão simples, mas foi. Ufa! Como a experiência foi tão boa pra gente, resolvi compartilhar aqui. E vamos para os próximos desafios! Esse fim de semana tiramos a última mamada das meninas, conto depois a experiência aqui ainda essa semana, aguardem e confiem.

Bella
Quando Maria e Bella completaram 1 ano e três meses, resolvi comprar um escova de dentes pras duas, afinal os molares tinham acabado de nascer e achei que era hora. Li algumas coisas sobre qual escova comprar, sobre como não precisava usar pasta de dentes ainda, etc. Enfim, pesquisei, mas bem pouco. Fui no mercado e comprei a primeira que achei "legal", a da Oral B. Duas iguais para não dar briga (estou aprendendo).
Primeiro dia, antes do banho: "Vamos escovar os dentes?" Eu pego a Maria no colo, mostro a escova, finjo que estou escovando os meus dentes e quando vou fazer nela, ela abre o bocão, feliz. E consigo escovar um pouco os dentes. Marco pega Bella no colo e tenta fazer a mesma coisa. Mas, ela não abre a boca de jeito nenhum! O pai tenta pacientemente, mas ela começa a ficar irritada, joga a cabeça pra atrás, não quer de jeito nenhum! A gente se olha, e eu falo: "olha, a loucura que é ter gêmeos", os dois riem.
Tentamos mais umas duas vezes e, obviamente, não dá certo, nada faz com que a Bella aceite. Então, precisamos achar uma outra solução, porque acho terrível ter que forçar, já escutei histórias de crianças que choram, esperneiam, detestam, etc, mas os pais continuam a escovar do mesmo jeito. Acho que insistir é importante, ainda é meu lema, mas não a ponto de fazer com que ela odeie escovar os dentes, chore, etc, e que a experiência faça com que as coisas piorem ainda mais e que ela não queria nunca mais passar por aquilo.
Esquecemos a escova por uns dias. Marco vai escovar os dentes e chama as duas. Eu falo: "vamos dar as escovas na mão delas, pra ver se dá certo?". E deu. Elas olham o pai, se divertem, ficam felizes por estar escovando os dentes! Bella ainda faz o movimento no fundo e na frente. Ponto para nós, high-five para comemorar! E olha que coisa: a solução estava justamente em incentivar a autonomia das duas, sem estresse, sem obsessão, como a gente tem feito. Sem subestimar a capacidade dos bebês.

Bella e Maria felizes
É claro que elas não fazem a escovação perfeita, mas ensinamos pra frente, pra trás, pra cima e pra baixo. Fazemos na frente das duas e elas adoram! Quando eu falo: vamos escovar os dentes? As duas correm de alegria pro banheiro. Nunca imaginei que ia ser tão simples, mas foi. Ufa! Como a experiência foi tão boa pra gente, resolvi compartilhar aqui. E vamos para os próximos desafios! Esse fim de semana tiramos a última mamada das meninas, conto depois a experiência aqui ainda essa semana, aguardem e confiem.

Bella
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Maria e Isabella - 18 meses
Chegamos aos 18 meses, ou seja, 1 ano e meio de Maria e Bella! Acho que esses últimos seis meses nem passaram tão rápido assim, para falar a verdade. Tantas mudanças, tantas fases, tantas descobertas, não tem como não ser devagar. Estou amando essa "idade" com todas as palavras que saem com muito esforço da boca das minhas meninas, que estão deixando mesmo de serem bebês. Também é hora de educar, ensinar, impor limites e lidar com as temidas birras e crises de choro. Mas eu tenho tido muita paciência, ultimamente, e sei que é só uma passagem na vida delas. Ah, a tranquilidade dos 18 meses, pelo menos a minha, é que a gente tem alguma ideia do que está fazendo. Mas, vamos lá para o resumo do que anda acontecendo com as meninas com 1 ano e meio de vida:
Primeira constatação: cada vez mais difícil tirar uma foto das duas. Maria e Bella
- Falar é o grande lance do momento. Bella tem sido mais falante, quer imitar tudo o que a gente fala, ainda que saia do jeito dela. Maria fala um pouco menos, mas tende a pronunciar melhor as palavras. E um pouco antes de completar os 18 meses, elas estavam numa fase que balbuciavam o dia inteiro, tinha altas conversas entre si e comigo, e eu não entendia nada! Só ficava no "ah, é mesmo? Me conta o que aconteceu!", no meu jeito ainda mais louco de incentivar a conversa sem sentido. Mas, já passou e elas agora começam a falar minha língua! Uhu!
Palavras mais usadas: papai, mamãe, água, esse ou essa, xixi, desci (que quer dizer "quero descer da cadeira), " dos, tês e já" (que quer dizer "1,2,3 e já" na hora de descer do escorregador), au-au, piu piu (passarinho), coocá (colocar, geralmente usado quando elas querem colocar o chinelo), oi, cau (tchau), bó (acabou), não, papá (jantar), vovó e Luca (esses dois últimos apenas a Bella). Tem umas outras, mas não me lembro agora, mas repetidamente, essas. Ah, e como elas adoram falar "papai", obsessivas!!!

Farra no corredor

Bolas de piscina: diversão garantida por apenas R$5 nas seções de piscina de qualquer supermercado!
- Correm, pulam, sobem no sofá, na cadeira de refeição e na escada do escorregador sozinhas. Comem sozinhas e agora estão aprendendo a usar copos de "gente grande". Comem de tudo, gostam de tudo, mas são obsessivas por tomate, guacamole, uva e melão. Única constatação de coisa que não gostaram: goiaba.
- São super espertas e como qualquer criança dessa idade testam meus limites e pedem por controle. Quando ficam frustradas se jogam no chão ou puxam o cabelo da irmã. Outro dia, Maria machucou o pé, peguei ela no colo, fiz carinho, etc, Isabella ficou com ciúmes, chamou minha atenção e eu não dei muita bola, então ela se jogou no chão e começou a chorar fingindo que tinha se machucado. Pode, pode, pode? Pasmem, mas os pequenos estão justamente descobrindo a vida e o nosso papel é ensinar o julgamento pra eles, a distinguir o bom do ruim. Péssimo, quero morrer, mas é fato. Por isso, estou ensinando o certo e o errado, e quando vejo um mau comportamento, me afasto com uma delas e explico. Insistência é meu lema!

Maria
- Não assistem TV ainda. Eu confesso que andei passando mal uns dias e deixei elas assistirem um desenho que eu acho "ok" dentro os existentes, elas pararam por cinco minutos, depois continuaram brincando como se a televisão não estivesse ligada. Acho que não tem costume e isso é bom. Agora não tem nada no mundo que prenda mais a atenção delas do que o vídeo dessa música:
Amam. E ainda cantam "hey, ho". Escutaram um dia no rádio e começaram a tentar cantar, depois cheguei em casa e mostrei o clipe e elas amaram. Também param tudo o que estão fazendo quando toca a música de abertura do seriado Big Bang Theory e Friends, dançam e tudo! Por que crianças gostam tanto de aberturas?

Maria

Bella
- Adoram um colo, se alternam em fases de grude com a mãe ou com o pai, adoram abracinhos e cabecinhas no ombro. Também estão numa fase "neném" que carregam bonecas pra todos os lados, mas ainda adoram bolsas e sapatos. Continuam amando livros: favoritos do momento "O Almoço do Coelhinho" e "Vader´s Little Princess", que apesar de ser inglês, tem ilustrações lindas e eu invento uma historinha pra elas.

Dei a dica dos dois livros lá no instagram! O primeiro faz parte da série de quatro livros "Pequenos Gênios" e custam apenas R$ 14.90 (comprei os meus na Livraria Cultura)! E o segundo livro é para os pais apaixonados por Star Wars, comprei o livro no Ebay por U$ 14,90 e frete grátis. Para mais dicas e nossas aventuras, sigam @familiamoderna
Primeira constatação: cada vez mais difícil tirar uma foto das duas. Maria e Bella
- Falar é o grande lance do momento. Bella tem sido mais falante, quer imitar tudo o que a gente fala, ainda que saia do jeito dela. Maria fala um pouco menos, mas tende a pronunciar melhor as palavras. E um pouco antes de completar os 18 meses, elas estavam numa fase que balbuciavam o dia inteiro, tinha altas conversas entre si e comigo, e eu não entendia nada! Só ficava no "ah, é mesmo? Me conta o que aconteceu!", no meu jeito ainda mais louco de incentivar a conversa sem sentido. Mas, já passou e elas agora começam a falar minha língua! Uhu!
Palavras mais usadas: papai, mamãe, água, esse ou essa, xixi, desci (que quer dizer "quero descer da cadeira), " dos, tês e já" (que quer dizer "1,2,3 e já" na hora de descer do escorregador), au-au, piu piu (passarinho), coocá (colocar, geralmente usado quando elas querem colocar o chinelo), oi, cau (tchau), bó (acabou), não, papá (jantar), vovó e Luca (esses dois últimos apenas a Bella). Tem umas outras, mas não me lembro agora, mas repetidamente, essas. Ah, e como elas adoram falar "papai", obsessivas!!!

Farra no corredor

Bolas de piscina: diversão garantida por apenas R$5 nas seções de piscina de qualquer supermercado!
- Correm, pulam, sobem no sofá, na cadeira de refeição e na escada do escorregador sozinhas. Comem sozinhas e agora estão aprendendo a usar copos de "gente grande". Comem de tudo, gostam de tudo, mas são obsessivas por tomate, guacamole, uva e melão. Única constatação de coisa que não gostaram: goiaba.
- São super espertas e como qualquer criança dessa idade testam meus limites e pedem por controle. Quando ficam frustradas se jogam no chão ou puxam o cabelo da irmã. Outro dia, Maria machucou o pé, peguei ela no colo, fiz carinho, etc, Isabella ficou com ciúmes, chamou minha atenção e eu não dei muita bola, então ela se jogou no chão e começou a chorar fingindo que tinha se machucado. Pode, pode, pode? Pasmem, mas os pequenos estão justamente descobrindo a vida e o nosso papel é ensinar o julgamento pra eles, a distinguir o bom do ruim. Péssimo, quero morrer, mas é fato. Por isso, estou ensinando o certo e o errado, e quando vejo um mau comportamento, me afasto com uma delas e explico. Insistência é meu lema!

Maria
- Não assistem TV ainda. Eu confesso que andei passando mal uns dias e deixei elas assistirem um desenho que eu acho "ok" dentro os existentes, elas pararam por cinco minutos, depois continuaram brincando como se a televisão não estivesse ligada. Acho que não tem costume e isso é bom. Agora não tem nada no mundo que prenda mais a atenção delas do que o vídeo dessa música:
Amam. E ainda cantam "hey, ho". Escutaram um dia no rádio e começaram a tentar cantar, depois cheguei em casa e mostrei o clipe e elas amaram. Também param tudo o que estão fazendo quando toca a música de abertura do seriado Big Bang Theory e Friends, dançam e tudo! Por que crianças gostam tanto de aberturas?

Maria

Bella
- Adoram um colo, se alternam em fases de grude com a mãe ou com o pai, adoram abracinhos e cabecinhas no ombro. Também estão numa fase "neném" que carregam bonecas pra todos os lados, mas ainda adoram bolsas e sapatos. Continuam amando livros: favoritos do momento "O Almoço do Coelhinho" e "Vader´s Little Princess", que apesar de ser inglês, tem ilustrações lindas e eu invento uma historinha pra elas.

Dei a dica dos dois livros lá no instagram! O primeiro faz parte da série de quatro livros "Pequenos Gênios" e custam apenas R$ 14.90 (comprei os meus na Livraria Cultura)! E o segundo livro é para os pais apaixonados por Star Wars, comprei o livro no Ebay por U$ 14,90 e frete grátis. Para mais dicas e nossas aventuras, sigam @familiamoderna
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Fotos modernas, antes, depois e sempre
Eu gosto de tirar fotos. Eu adorava (e ainda gosto) de ver meu álbum de bebê quando eu era criança, as fotos antigas das famílias ou os porta-retratos alheios quando chego na casa de alguém. Eu gosto de reparar no cenário, na expressão do rosto, no jeito da pessoa, no momento passado que se foi, mas ficou enquadrado ali naquele pedaço de papel fotográfico ou na tela do computador, tablet ou celular, já que estamos nos tempos modernos. Quando as meninas nasceram eu tirava muitas fotos, muitas mesmo. E eu ainda tinha acabado da ganhar o iPhone, então era da máquina e do celular. Era cada respiração, um clique.
Há uns dois meses, eu descobri que milhares de fotos que eu tirei delas dos primeiros seis meses de vida tinham sido apagadas por um problema no computador. Socorro! Mas, é claro, que eu tinha back-up, gente! No HD externo, oras. E o que aconteceu? O HD externo deu problema também. "Ha-ha-ha" Só que não, né? Entrei em fases de desespero, tristeza e conformismo. Até começar a pensar na quantidade de fotos que eu tirava das meninas, será que aquilo era necessário mesmo? Por que não começar a imprimir e fazer álbuns das duas? Salvar em CDs talvez, mas também começar a ponderar a quantidade exorbitante de fotos, nem tudo precisa de mil cliques. É bom guardar os momentos, mas também é bom vivê-los intensamente sem se preocupar com o melhor ângulo ou a pose. Então, eu relaxei.
Consegui recuperar algumas fotos das meninas com o meu pai e outro dia encontrei um pen-drive perdido com umas relíquias. Fotos de quando elas tinham uns 6 meses, há quase um ano atrás. Então, fomos lá no mesmo lugar para tentar fazer novas fotos de novo para marcar esse momento dos quase 18 meses delas. E pensei em quanta coisa a gente fez até chegar aqui, por isso, a coisa linda de ter fotos: poder lembrar.
Maria antes

Maria depois
Bella antes

Bella depois
Maria e eu. Pode não ser minha cara, mas é toda eu com esse sorriso de lado, né?
Bella, uma menina com a cara e o jeito do pai e louca pelo aconchego da mãe
Eu continuo amando fotos e tiro uma das meninas quase todos os dias, agora com mais moderação, no entato. E passei a imprimir. Fazer mais back-ups, mas também desapegar. E tenho a sorte de ter um blog com tudo registrado, não só as fotos, mas o que eu estava sentindo ali.
Também adoro compartilhar fotos no Instagram, por exemplo, porque me faz sentir menos sozinha. Essa coisa de ficar em casa pode ser solitário, apesar da constante companhia que eu tenho com a Maria e a Bella. É claro que acho que a exposição, às vezes, é ruim, tem uns comentários sem noção, por isso estou aprendendo a ponderar cada vez mais a exposição. Mas também tem muito amor e amizade pela minha família, e isso sempre vale a pena. Conheci muita gente através do blog e do insta e aprendo muito com os outros também, com outros exemplos, neste mundo de fotos. Também gosto de postar as fotos aqui, porque gosto de ver as fotos em outros blogs, ora bolas. E é legal ver fotos bem feitas e acho que post sem foto é sem graça. Portanto, vamos clicar, guardar, lembrar e não esquecer jamais dos bons momentos que a vida traz.
Para quem quiser seguir a gente no Instagram procure por @familiamoderna!
E ainda: promoção tá acabando na Loja da Família Moderna, gente! Passem lá www.familiamoderna.tanlup.com
Há uns dois meses, eu descobri que milhares de fotos que eu tirei delas dos primeiros seis meses de vida tinham sido apagadas por um problema no computador. Socorro! Mas, é claro, que eu tinha back-up, gente! No HD externo, oras. E o que aconteceu? O HD externo deu problema também. "Ha-ha-ha" Só que não, né? Entrei em fases de desespero, tristeza e conformismo. Até começar a pensar na quantidade de fotos que eu tirava das meninas, será que aquilo era necessário mesmo? Por que não começar a imprimir e fazer álbuns das duas? Salvar em CDs talvez, mas também começar a ponderar a quantidade exorbitante de fotos, nem tudo precisa de mil cliques. É bom guardar os momentos, mas também é bom vivê-los intensamente sem se preocupar com o melhor ângulo ou a pose. Então, eu relaxei.
Consegui recuperar algumas fotos das meninas com o meu pai e outro dia encontrei um pen-drive perdido com umas relíquias. Fotos de quando elas tinham uns 6 meses, há quase um ano atrás. Então, fomos lá no mesmo lugar para tentar fazer novas fotos de novo para marcar esse momento dos quase 18 meses delas. E pensei em quanta coisa a gente fez até chegar aqui, por isso, a coisa linda de ter fotos: poder lembrar.
Maria antes
Maria depois
Bella antes
Bella depois
Maria e eu. Pode não ser minha cara, mas é toda eu com esse sorriso de lado, né?
Bella, uma menina com a cara e o jeito do pai e louca pelo aconchego da mãeEu continuo amando fotos e tiro uma das meninas quase todos os dias, agora com mais moderação, no entato. E passei a imprimir. Fazer mais back-ups, mas também desapegar. E tenho a sorte de ter um blog com tudo registrado, não só as fotos, mas o que eu estava sentindo ali.
Também adoro compartilhar fotos no Instagram, por exemplo, porque me faz sentir menos sozinha. Essa coisa de ficar em casa pode ser solitário, apesar da constante companhia que eu tenho com a Maria e a Bella. É claro que acho que a exposição, às vezes, é ruim, tem uns comentários sem noção, por isso estou aprendendo a ponderar cada vez mais a exposição. Mas também tem muito amor e amizade pela minha família, e isso sempre vale a pena. Conheci muita gente através do blog e do insta e aprendo muito com os outros também, com outros exemplos, neste mundo de fotos. Também gosto de postar as fotos aqui, porque gosto de ver as fotos em outros blogs, ora bolas. E é legal ver fotos bem feitas e acho que post sem foto é sem graça. Portanto, vamos clicar, guardar, lembrar e não esquecer jamais dos bons momentos que a vida traz.
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E ainda: promoção tá acabando na Loja da Família Moderna, gente! Passem lá www.familiamoderna.tanlup.com
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Primeiro Natal Ever e como ter uma árvore natalina com duas bebês quase andantes por perto
Bem que dizem que quando a gente tem criança por perto curte de verdade o Natal. Tá, eu confesso que já curtia bastante antes, mas agora... Hoje fiz uma sessão de fotos com as meninas aqui em casa e foi uma loucura! Fiz os bodies (que não ficaram bons) e a fita no cabelo de última hora e escolhi o pior horário do dia para bater as fotos: fim da tarde, cheias de sono e com fome. Mas aproveitei que a minha mãe estava aqui para me ajudar e cliquei como nunca. Deixei as duas brincarem com o pisca-pisca e aí está o resultado! Enquanto eu olhava as fotos no computador a única coisa que conseguia pensar era: como eu consegui viver sem essas duas antes?
Jingle bell, jingle bell, jingle bell rocks
Sorria!

Então é Natal...

...E o que você fez?
Eu fiz muuuuita coisa e elas também!

Bella

Maria

Sobre a árvore de Natal: eu não sabia onde colocar, eu pensei diversas formas, durante dias, sobre onde colocar porque as meninas pegam tudo o que está ao alcance delas. Então, eu lembrei de uma coisa que eu ouvia minha mãe dizendo pras amigas: "eu nunca tirei nada do lugar quando os meninos eram pequenos, eu só ensinava que não podia mexer". Então, lá fui eu deixar a árvore perto do chão (mas não totalmente que eu também não sou louca) porque eu já estava até pensando na possibilidade de pendurar a árvore no teto! Coloquei a árvore em cima de uma mesinha, sem os enfeites e esperei. Quinze minutos depois, Maria puxou um galho e, pronto, caiu. Eis que surge a ideia mirabolante, super invenção materna: coloquei fita dupla nos pés da árvore e "colei" na mesinha. Grudou de uma forma maravilhosa! Fica a dica, minha gente!

Explora!

Novidade
É claro que no dia seguinte quando elas viram a árvore cheia de enfeites foram explorar. Olharam, tocaram os pés, o tronco fininho, Maria tentou pegar uma bola rosa e chorou porque não conseguia, mas não passou disso. De vez em quando, elas vão até lá, tocam, tentam pegar, eu digo "não", e elas esquecem. Mas não deixam de olhar admiradas para este objeto novo e temporário na vida delas. Para celebrar o primeiro Natal das meninas também comprei duas árvores pequenas e rosas para cada uma. Família completa.Que venha o Natal!
Jingle bell, jingle bell, jingle bell rocks
Sorria!
Então é Natal...

...E o que você fez?
Eu fiz muuuuita coisa e elas também!
Bella

Maria

Sobre a árvore de Natal: eu não sabia onde colocar, eu pensei diversas formas, durante dias, sobre onde colocar porque as meninas pegam tudo o que está ao alcance delas. Então, eu lembrei de uma coisa que eu ouvia minha mãe dizendo pras amigas: "eu nunca tirei nada do lugar quando os meninos eram pequenos, eu só ensinava que não podia mexer". Então, lá fui eu deixar a árvore perto do chão (mas não totalmente que eu também não sou louca) porque eu já estava até pensando na possibilidade de pendurar a árvore no teto! Coloquei a árvore em cima de uma mesinha, sem os enfeites e esperei. Quinze minutos depois, Maria puxou um galho e, pronto, caiu. Eis que surge a ideia mirabolante, super invenção materna: coloquei fita dupla nos pés da árvore e "colei" na mesinha. Grudou de uma forma maravilhosa! Fica a dica, minha gente!

Explora!

Novidade
É claro que no dia seguinte quando elas viram a árvore cheia de enfeites foram explorar. Olharam, tocaram os pés, o tronco fininho, Maria tentou pegar uma bola rosa e chorou porque não conseguia, mas não passou disso. De vez em quando, elas vão até lá, tocam, tentam pegar, eu digo "não", e elas esquecem. Mas não deixam de olhar admiradas para este objeto novo e temporário na vida delas. Para celebrar o primeiro Natal das meninas também comprei duas árvores pequenas e rosas para cada uma. Família completa.Que venha o Natal!
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Maria e Isabella - 10 meses
Não acredito que em menos de dois meses elas vão fazer um ano! Acho que depois dos seis meses passou tão rápido, mas estou aproveitando cada momento, isso eu tenho certeza! Passar o dia todo com as duas é uma aventura cheia de altos e baixos, e devo confessar: vale cada segundo! Este post vai ser rápido porque essa semana estou enroladíssima, contarei novidades em breve, mas aí vai! Com 10 meses, Maria e Isabella estão ótiiiiimasssss, com direito à letras repetidas para dar ênfase!
Resumindo: são super ativas; já ficam de pé sozinhas sem apoio e começam a querer escalar nos móveis, ensaiam pequenos passos, mas ainda têm medo de ir adiante, voltaram a resmungar um pouco durante a comida, mas aposto nos dentes de cima que estão nascendo, basta paciência extra que está passando; dormem super bem durante a noite, umas três horas de soneca por dia dividas pela manhã e tarde; já tem seus brinquedos favoritos, estão pedindo colo além do normal e sofrem com a separação e cada vez mais estão mostrando suas personalidades e diferenças. Me sinto tão sortuda por estar perto das duas e perceber cada mudança, cada fase, cada conquista do crescimento.

Ah, o quê?
Concentradas

Bella

Maria
Isabella perdida no vestido da Maria

Na ponta dos pés
Resumindo: são super ativas; já ficam de pé sozinhas sem apoio e começam a querer escalar nos móveis, ensaiam pequenos passos, mas ainda têm medo de ir adiante, voltaram a resmungar um pouco durante a comida, mas aposto nos dentes de cima que estão nascendo, basta paciência extra que está passando; dormem super bem durante a noite, umas três horas de soneca por dia dividas pela manhã e tarde; já tem seus brinquedos favoritos, estão pedindo colo além do normal e sofrem com a separação e cada vez mais estão mostrando suas personalidades e diferenças. Me sinto tão sortuda por estar perto das duas e perceber cada mudança, cada fase, cada conquista do crescimento.

Ah, o quê?
Concentradas
Bella

Maria
Isabella perdida no vestido da Maria
Na ponta dos pés
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Duas mães, três bebês e uma vontade de fazer arte
Eu sempre tento fazer uma coisa diferente com as meninas, todos os dias, para a gente não cair na rotina. Seja uma brincadeira nova, um passeio diferente, um sabor novo, um caminho mais longo, enfim. Nessas minhas tentativas de pequenas aventuras e na busca desesperada (sim, nesse nível) de uma amiga que fosse mãe e entendesse meu drama, eu encontrei a Ju. A gente já se conhecida de vista, depois as duas ficaram grávidas e trocamos mensagens no facebook. Até nossas meninas nascerem, com mais ou menos 20 dias de diferença, e aí eu tentei forçar amizade com ela a qualquer custo. Louca eu, como sempre. A gente tem tentado se encontrar, passear e especialmente conversar um papo que nunca termina sobre maternidade e vida moderna.
Outro dia, ela me chamou pra ir na casa dela e depois veio com a seguinte proposta, 22h30 da noite: "vamos tentar vestir as meninas pro Hallowen e tirar umas fotos?". "Tá louca? Fazer o quê?". "A gente inventa, coloca as trêsde bruxinhas". Eu topei, é claro! Pensei, pensei e pensei em como poderia vestir as meninas e lá fui eu para a máquina de costura perto da meia noite. Resolvi costurar uma saia de caveirinha em dois bodies, que estavam quase sendo jogados fora porque ficaram manchados de pêra. Fiz em 15 minutos e deu super certo! De manhã, ainda fiz três capinhas de bruxas para as meninas. E a Ju fez um chapéu lindo para a Olívia de bruxa! Ela ainda tinha um bodie de abóbora pequeno que virou camisetinha. Tá aí o resultado:
Maria, Olívia e Bella

As três amigas

Nós cinco e a minha costura noturna
O meu grande dilema foi deixar as meninas paradas! Elas não ficavam quietas de jeito nenhum, só Olívia é que sabe ser modelo.
Concentradas em ser bruxinhas

Olívia na pose, Maria tentando destruir o cenário
E a gente continua tentando inventar, sair da rotina. Seja para tirar umas fotos por 10 minutos ou aproveitar uma bela manhã com três bebês. É tão bom poder ter uma companheira de aventuras maternas. Obrigada, Ju!
Outro dia, ela me chamou pra ir na casa dela e depois veio com a seguinte proposta, 22h30 da noite: "vamos tentar vestir as meninas pro Hallowen e tirar umas fotos?". "Tá louca? Fazer o quê?". "A gente inventa, coloca as trêsde bruxinhas". Eu topei, é claro! Pensei, pensei e pensei em como poderia vestir as meninas e lá fui eu para a máquina de costura perto da meia noite. Resolvi costurar uma saia de caveirinha em dois bodies, que estavam quase sendo jogados fora porque ficaram manchados de pêra. Fiz em 15 minutos e deu super certo! De manhã, ainda fiz três capinhas de bruxas para as meninas. E a Ju fez um chapéu lindo para a Olívia de bruxa! Ela ainda tinha um bodie de abóbora pequeno que virou camisetinha. Tá aí o resultado:
Maria, Olívia e Bella
As três amigas

Nós cinco e a minha costura noturna
O meu grande dilema foi deixar as meninas paradas! Elas não ficavam quietas de jeito nenhum, só Olívia é que sabe ser modelo.
Concentradas em ser bruxinhas
Olívia na pose, Maria tentando destruir o cenário
E a gente continua tentando inventar, sair da rotina. Seja para tirar umas fotos por 10 minutos ou aproveitar uma bela manhã com três bebês. É tão bom poder ter uma companheira de aventuras maternas. Obrigada, Ju!
domingo, 4 de novembro de 2012
Maria e Isabella - 9 meses
Nove meses de Maria e Isabella e parece que foi ontem que a gente trouxe duas pequenas com pouco menos de dois quilos pra casa. O tempo está passando rápido e o mês nove na nossa vida foi tão corrido, tão cheio de mudanças que só agora estou fazendo este post, quando faltam apenas cinco dias para elas completarem 10 meses!
Sobrevivemos nós três aos dias, descobrimos novos caminhos, novas facetas e aprendemos muito! Sim, estou cansada (vide post abaixo), mas vou continuar cuidando das duas sozinhas, sem babá, e não me arrependo nem um pouco da minha decisão. Apesar da trabalheira, sinto que vale a pena e vejo todo o esforço no desenvolvimento rápido das duas, na desenvoltura em se movimentar, nas noites bem dormidas, na facilidade em se alimentar e na felicidade das duas. Então, vamos lá, com 9 meses Maria e Isabella: - Amam ficar em pé. Procuram apoio em qualquer lugar, querem subir em tudo, puxar tudo o que está ao alcance das mãos. A sala do nosso apartamento virou um grande centro de atividades, brinquedoteca ou coisa do tipo. É onde elas exploram o mundo, ficam soltas e conseguem pequenas conquistas. As duas já tentam ficar em pé sem apoio, mas caem sentadas logo em seguida. E continuam engatinhando para todos os lados.

Bella
Maria
- Comem super bem e parecem não ter fundo! Acho que elas nunca comeram tanto. Tenho feito papinhas ricas em carboidrato, sempre com arroz ou macarrão, porque elas gastam muitas calorias com essa movimentação toda. Estou tentando introduzir mais sólidos na rotina alimentar delas, isso ainda estpa meio devagar, mas essa semana vou criar objetivos e colocar isso na rotina delas. A minha ideia é dar pedaços de fruta, macarrão e cenoura como lanches e não na refeição principal. Vamos ver nos próximos posts!
- Começaram a brigar pelo mesmo brinquedo e a melhor solução foi deixar elas resolverem sozinhas e deu certo! Elas também respondem aos nossos "não" e olham pra gente com aquela carinha de "inocente" quando fazem alguma coisa errada. Não fico repetindo "não" o tempo todo. Apenas digo um "não" firme e se elas não pararem tiro do lugar.
- Adoram tomar banho, odeiam colocar a roupa. Riem das nossas caretas, choram quando tiramos alguma coisa da mão delas.
- Já "falam" bastante. Estavam viciadas no Dada, Gaga, Baba e agora passaram para o Papa e Mama. Elas falam, mas acho que não sabem o que significa. Mas em breve, estaremos lá. O Marco fica o tempo todo repetindo "papai" pra elas e só esquentar o clima de competição eu também tô investindo todas as minhas cartas no "mamãe".
- Socorro! Esqueci de algo importantíssimo: dentes! Não são mais banguelas, Maria está com os dois de baixo, Bella com 1 e meio.
Sobrevivemos nós três aos dias, descobrimos novos caminhos, novas facetas e aprendemos muito! Sim, estou cansada (vide post abaixo), mas vou continuar cuidando das duas sozinhas, sem babá, e não me arrependo nem um pouco da minha decisão. Apesar da trabalheira, sinto que vale a pena e vejo todo o esforço no desenvolvimento rápido das duas, na desenvoltura em se movimentar, nas noites bem dormidas, na facilidade em se alimentar e na felicidade das duas. Então, vamos lá, com 9 meses Maria e Isabella: - Amam ficar em pé. Procuram apoio em qualquer lugar, querem subir em tudo, puxar tudo o que está ao alcance das mãos. A sala do nosso apartamento virou um grande centro de atividades, brinquedoteca ou coisa do tipo. É onde elas exploram o mundo, ficam soltas e conseguem pequenas conquistas. As duas já tentam ficar em pé sem apoio, mas caem sentadas logo em seguida. E continuam engatinhando para todos os lados.

Bella
Maria- Comem super bem e parecem não ter fundo! Acho que elas nunca comeram tanto. Tenho feito papinhas ricas em carboidrato, sempre com arroz ou macarrão, porque elas gastam muitas calorias com essa movimentação toda. Estou tentando introduzir mais sólidos na rotina alimentar delas, isso ainda estpa meio devagar, mas essa semana vou criar objetivos e colocar isso na rotina delas. A minha ideia é dar pedaços de fruta, macarrão e cenoura como lanches e não na refeição principal. Vamos ver nos próximos posts!
- Começaram a brigar pelo mesmo brinquedo e a melhor solução foi deixar elas resolverem sozinhas e deu certo! Elas também respondem aos nossos "não" e olham pra gente com aquela carinha de "inocente" quando fazem alguma coisa errada. Não fico repetindo "não" o tempo todo. Apenas digo um "não" firme e se elas não pararem tiro do lugar.
- Adoram tomar banho, odeiam colocar a roupa. Riem das nossas caretas, choram quando tiramos alguma coisa da mão delas.
- Já "falam" bastante. Estavam viciadas no Dada, Gaga, Baba e agora passaram para o Papa e Mama. Elas falam, mas acho que não sabem o que significa. Mas em breve, estaremos lá. O Marco fica o tempo todo repetindo "papai" pra elas e só esquentar o clima de competição eu também tô investindo todas as minhas cartas no "mamãe".
- Socorro! Esqueci de algo importantíssimo: dentes! Não são mais banguelas, Maria está com os dois de baixo, Bella com 1 e meio.
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