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quinta-feira, 21 de março de 2013

O caos e a delícia

Hoje foi um daqueles dias. Cinco horas da manhã a Isabella acorda reclamando, o Marco vai lá acalma, coloca a chupeta, silêncio e dez minutos depois mais reclamação. E a rotina se repetiu umas três vezes. Quando deu quase seis horas, Maria reclama, Marco vai lá e encontra a Isabella com cocô. Eu percebo que ele está demorando e vou lá. Vejo ele no escuro tentando trocar a fralda, acendo a luz e surpresa: tem cocô pra todo lado! Roupa, lençol e travesseiro. A gente desperta e entra em modo ação: troca Isabella, gasta quase um pacote inteiro de lenço umedecido, tira lençol, coloca roupa nela, troca Maria, faz mamadeira, dá mamadeira, tira o excesso de cocô no tanque e coloca tudo na máquina de lavar. Depois disso, não consegui dormir mais, Maria ainda reclamou algumas vezes, mas no fim elas voltaram a dormir. Aproveitei e já fiz o almoço às sete da manhã, sim senhor! Marido partiu pro trabalho e fui faxinar. Ufa!

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Há mais de uma semana que está rolando um festival de cocô aqui, mas como elas estavam comendo bem e sem febre não fiquei apavorda. Mas hoje resolvi levar no pediatra e ele acha o que eu acho: virose ou verme. Remédio e vamos observar. Depois voltei, dei banho nas duas, almocei com o Marco, ele voltou pro trabalho e eu pro meu. Crianças dormindo, então arrumei cozinha, passei vassoura na sala, fiz panquecas, passei um expresso na máquina e aqui estou. Ufa! De novo! Como eu sempre digo, monotonia não existe por aqui e eu gosto disso.

Sem título

Ficar com as meninas todos os dias é uma aventura e acho que não há forma melhor do que definir isso. Não é tarefa fácil, claro, mas no meio do caos, da bagunça e das milhões de coisas que acontecem todos os dias eu tento respirar cada segundo, aproveitar cada momento com elas porque sei que esse tempo não vai voltar mais. Pode parecer simples, mas esse exercício de simplesmente viver intensamente está cada vez mais difícil na vida moderna. Por isso, me lembro sempre, especialmente durante aqueles dias que as duas não param de brigar por causa de um brinquedo, comem tudo o que está no chão, reclamam, choram, insistem em subir no sofá para mexer em todos os quadros da parede e não obedecem o meu "não", que não há nada melhor que isso. E tudo o que elas precisam é de atenção, tudo o que elas querem é viver o momento também.

Hoje também tem mais fotos da nossa casa lá no blog Quero Ser Vintage! Inclusive da parede nova do meu quarto que eu amo! Não deixem de passar lá!
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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Duas mães, três bebês e uma vontade de fazer arte

Eu sempre tento fazer uma coisa diferente com as meninas, todos os dias, para a gente não cair na rotina. Seja uma brincadeira nova, um passeio diferente, um sabor novo, um caminho mais longo, enfim. Nessas minhas tentativas de pequenas aventuras e na busca desesperada (sim, nesse nível) de uma amiga que fosse mãe e entendesse meu drama, eu encontrei a Ju. A gente já se conhecida de vista, depois as duas ficaram grávidas e trocamos mensagens no facebook. Até nossas meninas nascerem, com mais ou menos 20 dias de diferença, e aí eu tentei forçar amizade com ela a qualquer custo. Louca eu, como sempre. A gente tem tentado se encontrar, passear e especialmente conversar um papo que nunca termina sobre maternidade e vida moderna.

Outro dia, ela me chamou pra ir na casa dela e depois veio com a seguinte proposta, 22h30 da noite: "vamos tentar vestir as meninas pro Hallowen e tirar umas fotos?". "Tá louca? Fazer o quê?". "A gente inventa, coloca as trêsde bruxinhas". Eu topei, é claro! Pensei, pensei e pensei em como poderia vestir as meninas e lá fui eu para a máquina de costura perto da meia noite. Resolvi costurar uma saia de caveirinha em dois bodies, que estavam quase sendo jogados fora porque ficaram manchados de pêra. Fiz em 15 minutos e deu super certo! De manhã, ainda fiz três capinhas de bruxas para as meninas. E a Ju fez um chapéu lindo para a Olívia de bruxa! Ela ainda tinha um bodie de abóbora pequeno que virou camisetinha. Tá aí o resultado:

Sem título Maria, Olívia e Bella

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As três amigas

Sem títuloSem título Nós cinco e a minha costura noturna

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O meu grande dilema foi deixar as meninas paradas! Elas não ficavam quietas de jeito nenhum, só Olívia é que sabe ser modelo.

Sem título Concentradas em ser bruxinhas

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Olívia na pose, Maria tentando destruir o cenário

E a gente continua tentando inventar, sair da rotina. Seja para tirar umas fotos por 10 minutos ou aproveitar uma bela manhã com três bebês. É tão bom poder ter uma companheira de aventuras maternas. Obrigada, Ju!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Um dia de clássico

Brasília tem suas peculiaridades. Quando cheguei aqui, em 1998, odiei tudo. Foram os piores anos da minha vida, e não apenas porque eu tinha 17 anos, mas porque não me sentia livre para ir e vir em uma cidade tão cinza e cheia de ruas largas.

Em 2005, voltei para passar um feriado e descobri outra Brasília. Cheia de bons programas culturais (para quem não tinha nada, era tudo), sem trânsito, com bons bares e uma nova liberdade para ir e vir. Desde que você tivesse um carro, é claro.

E foi na segunda chance que um clássico brasileinse veio para ficar: Beirute. Um bar para se sentir à vontade, com um vermelho e verde um pouco mais aconchegante que a cidade cinza. E um kibe que não demora nem  cinco minutos para estar na sua mesa.Vale almoço, jantar, cervejinha... vale tudo.

O Beirute é o lugar para comemorar aniversários ou uma boa fossa. Marcar reencontros ou despedidas. E no sábado, fomos parar lá para um belo almoço de um "até mais" para minha companheiras de todas as horas, Bel. Ela vai se aventurar por São Paulo, mas sempre terá Brasília com seus clássicos e coloridos invisíveis. E, espero eu que ela também tenha um bom computador com acesso rápido ao gmail para me mandar mensagens todos os dias!!!Saudades já.


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Cerveja, refrigerante e mamadeira. Tudo vale no Beirute.


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Amigas para sempre, she'll always be my friend, ok?

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O casal que olha em todas as direções, mas não se separa

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O bom de ter amigos cults é a leitura de bar

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Pessoas modernas não deixam de registrar nenhum momento, não é mesmo?

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Marina ensinando para Maité como é a vida clássica brasiliense

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Estudando o cardápio atentamente. Da próxima vez, ela vai pedir um kibeirute.

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Bel já treinando suas habilidades

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Beirute em um sábado à tarde

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Um papo sem fim

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Fot by André, o garçom


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Até mais, amiga! Quando você chegar.. Beirute?

domingo, 5 de junho de 2011

Get together

Não há nada melhor do que se reunir com os amigos para comer, beber e conversar. A noite é sempre carregada com muitas risadas e histórias divertidas. Outro dia fomos na casa do Paulinho e da Valéria para uma noite de pisco! Brindamos, juntamos comidinhas na mesa e rimos demais.

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A receita do Paulinho de Pisco Sour é:
1 limão
1 colher de açúcar
1 dose de pisco
1/2 clara de ovo
Gelo

E só bater tudo no lidificador e pronto. Para fazer o look completo  de pisco sour, como a gente não tinha angostura, ele salpicou canela.

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Eles também fizeram um lombinho maravilhoso e super fácil. É só assar uma bela peça que já vem temperada com pedaços de abacaxi por cima. Depois é cortar em cubos e regar com um bom molho barbecue pronto.

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