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segunda-feira, 17 de junho de 2013

Fotos modernas, antes, depois e sempre

Eu gosto de tirar fotos. Eu adorava (e ainda gosto) de ver meu álbum de bebê quando eu era criança, as fotos antigas das famílias ou os porta-retratos alheios quando chego na casa de alguém. Eu gosto de reparar no cenário, na expressão do rosto, no jeito da pessoa, no momento passado que se foi, mas ficou enquadrado ali naquele pedaço de papel fotográfico ou na tela do computador, tablet ou celular, já que estamos nos tempos modernos. Quando as meninas nasceram eu tirava muitas fotos, muitas mesmo. E eu ainda tinha acabado da ganhar o iPhone, então era da máquina e do celular. Era cada respiração, um clique.

Há uns dois meses, eu descobri que milhares de fotos que eu tirei delas dos primeiros seis meses de vida tinham sido apagadas por um problema no computador. Socorro! Mas, é claro, que eu tinha back-up, gente! No HD externo, oras. E o que aconteceu? O HD externo deu problema também. "Ha-ha-ha" Só que não, né? Entrei em fases de desespero, tristeza e conformismo. Até começar a pensar na quantidade de fotos que eu tirava das meninas, será que aquilo era necessário mesmo? Por que não começar a imprimir e fazer álbuns das duas? Salvar em CDs talvez, mas também começar a ponderar a quantidade exorbitante de fotos, nem tudo precisa de mil cliques. É bom guardar os momentos, mas também é bom vivê-los intensamente sem se preocupar com o melhor ângulo ou a pose. Então, eu relaxei.

Consegui recuperar algumas fotos das meninas com o meu pai e outro dia encontrei um pen-drive perdido com umas relíquias. Fotos de quando elas tinham uns 6 meses, há quase um ano atrás. Então, fomos lá no mesmo lugar para tentar fazer novas fotos de novo para marcar esse momento dos quase 18 meses delas. E pensei em quanta coisa a gente fez até chegar aqui, por isso, a coisa linda de ter fotos: poder lembrar.

IMG_9344 Maria antes
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Maria depois

IMG_9339 Bella antes
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Bella depois

IMG_5329 Maria e eu. Pode não ser minha cara, mas é toda eu com esse sorriso de lado, né?

IMG_5339 Bella, uma menina com a cara e o jeito do pai e louca pelo aconchego da mãe

Eu continuo amando fotos e tiro uma das meninas quase todos os dias, agora com mais moderação, no entato. E passei a imprimir. Fazer mais back-ups, mas também desapegar. E tenho a sorte de ter um blog com tudo registrado, não só as fotos, mas o que eu estava sentindo ali.

Também adoro compartilhar fotos no Instagram, por exemplo, porque me faz sentir menos sozinha. Essa coisa de ficar em casa pode ser solitário, apesar da constante companhia que eu tenho com a Maria e a Bella. É claro que acho que a exposição, às vezes, é ruim, tem uns comentários sem noção, por isso estou  aprendendo a ponderar cada vez mais a exposição. Mas também tem muito amor e amizade pela minha família, e isso sempre vale a pena. Conheci muita gente através do blog e do insta e aprendo muito com os outros também, com outros exemplos, neste mundo de fotos. Também gosto de postar as fotos aqui, porque gosto de ver as fotos em outros blogs, ora bolas. E é legal ver fotos bem feitas e acho que post sem foto é sem graça. Portanto, vamos clicar, guardar, lembrar e não esquecer jamais dos bons momentos que a vida traz.

Para quem quiser seguir a gente no Instagram procure por @familiamoderna!
E ainda: promoção tá acabando na Loja da Família Moderna, gente! Passem lá www.familiamoderna.tanlup.com promoção

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

M&M - Momentos Modernos

Resolvi fazer um novo "segmento" aqui no blog para contar um pouco sobre o que eu penso, vivo, leio, respiro no momento, mas que não necessariamente valeria um post por si só. É aquela coisa que os jornalistas chamam de "curtas" ou notas e que fiz muito quando eu era estagiária, mas que são completamente necessárias. É o M&M, ou seja, momentos modernos. Mas, sem mais explicações porque vira texto de verdade, vamos lá:

- Novidade da semana: Maria e Isabella aprenderam (finalmente!) a dar tchau e ficaram obsessivas (quem será que puxaram?) com o ato de dizer adeus cordialmente. A partir dos 6 meses, em todas as consultas, o pediatra sempre perguntava: "já estão dando tchau? já estão batendo palminha?" E eu dizia: não. E ele me olhava com o maior olhar de desaprovação e disparava: "tem que incentivar". E, minha gente, lá estava eu em qualquer oportunidade cantando "bate palminha, bate, palminha de São Tomé" e fazia um belo tchau todo dia depois do almoço e da janta, incansavelmente. Todo santo dia, durante três meses. Até que Maria finalmente bateu palminha e começou a fazer isso regularmente. Até que duas semanas depois foi a vez da Bella, e ela começou a bater palma em qualquer oportunidade, até quando estava chorando. Socorro.

Agora é a vez do tchau e elas descobriram juntas. Não basta dar tchau, tem que dar toda hora para qualquer pessoa que fale com as duas. Estão atrasadas, mas agora dominam a arte. Ontem fui no shopping comprar um livro e foi uma distribuição de tchau. A mãozinha balançava de graça para quem falasse com as duas. O povo pirou, a reação era "que lindo gêmeas .... ah, meu Deus, tá dando tchauzinho". E a minha cara de felicidade e ser altamente sociável, só que não.

Sem título

- Eu penso: constantemente em fazer uma dieta para perder os últimos dois quilos da gravidez e os outros que não pertencem ao meu corpo, mas não consigo, minha gente! Eu passo o dia todo pra lá e pra cá, sem parar, e como coisas saudáveis, mas no fim do dia eu penso: eu mereço um chocolate ou uma cervejinha ou um bolo ou um vinho ou todas as anteriores! A verdade é que eu não quero fazer dieta, quero encontrar o equilíbrio e, principalmente, quero voltar a correr! Vou tentar a qualquer custo colocar o exercício físico na minha rotina, projeto verão de chuva em Brasília 2013, aí vamos nós! Hoje, aproveitei que a faixineira estava em casa, e durante a soneca matinal das meninas corri (sem parar) por 15 minutos. Fiquei sem fôlego, mas valeu muito a pena! Vou tentar fazer isso duas vezes por semana, só 15, 20 minutos de corrida para ter um momento só meu.

- Eu leio: estou tentando ler um livro "normal", ou seja, não ligado a maternidade. Escolhido da vez: Anna Karenina do Tolstói. Porque eu comecei uma vez e não terminei, porque depois eu quero ver o filme com a Keira Knightley.

- Eu assisto: Girls! Seriado que eu amei e super recomendo para quem gosta de coisas fora do padrão. É tipo Sex and the City moderno, sem o glamour, mas ainda sim arrasa. Não vejo a hora da 2° temporada começar em janeiro! É diferente, é meio louquinho, é sobre garotas normais de 20 e poucos anos que moram em NY, não tem nada a ver com maternidade e eu adoro.

- Por aí: Esqueci de colocar aqui no blog que saímos em uma matéria muito legar na Bebê.com.br sobre quais pessoas as mães deveriam seguir no Instagram!

Sem título


Fiquei super feliz em poder contar um pouco sobre o meu vício e uma forma de comunicação que me ajuda bastante no meu dia a dia como mãe. Veja a matéria aqui e siga a gente no instagram: @tatisabadini