Um vídeo básico para alegrar nossa quarta-feira. Aqueles dias loucos, caóticos, mas acabam tendo momentos assim.
Eu sei que essa música é da Ivete, mas nunca ouvi na vida! Meu pai cantou pra elas outro dia e elas adoraram. Agora é praxe, todo dia rola um: "dançando, dançando". E, sim, elas sobem na cadeira sozinha.
Mostrando postagens com marcador nossas vidas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nossas vidas. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 24 de julho de 2013
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Primeiro Natal Ever e como ter uma árvore natalina com duas bebês quase andantes por perto
Bem que dizem que quando a gente tem criança por perto curte de verdade o Natal. Tá, eu confesso que já curtia bastante antes, mas agora... Hoje fiz uma sessão de fotos com as meninas aqui em casa e foi uma loucura! Fiz os bodies (que não ficaram bons) e a fita no cabelo de última hora e escolhi o pior horário do dia para bater as fotos: fim da tarde, cheias de sono e com fome. Mas aproveitei que a minha mãe estava aqui para me ajudar e cliquei como nunca. Deixei as duas brincarem com o pisca-pisca e aí está o resultado! Enquanto eu olhava as fotos no computador a única coisa que conseguia pensar era: como eu consegui viver sem essas duas antes?
Jingle bell, jingle bell, jingle bell rocks
Sorria!

Então é Natal...

...E o que você fez?
Eu fiz muuuuita coisa e elas também!

Bella

Maria

Sobre a árvore de Natal: eu não sabia onde colocar, eu pensei diversas formas, durante dias, sobre onde colocar porque as meninas pegam tudo o que está ao alcance delas. Então, eu lembrei de uma coisa que eu ouvia minha mãe dizendo pras amigas: "eu nunca tirei nada do lugar quando os meninos eram pequenos, eu só ensinava que não podia mexer". Então, lá fui eu deixar a árvore perto do chão (mas não totalmente que eu também não sou louca) porque eu já estava até pensando na possibilidade de pendurar a árvore no teto! Coloquei a árvore em cima de uma mesinha, sem os enfeites e esperei. Quinze minutos depois, Maria puxou um galho e, pronto, caiu. Eis que surge a ideia mirabolante, super invenção materna: coloquei fita dupla nos pés da árvore e "colei" na mesinha. Grudou de uma forma maravilhosa! Fica a dica, minha gente!

Explora!

Novidade
É claro que no dia seguinte quando elas viram a árvore cheia de enfeites foram explorar. Olharam, tocaram os pés, o tronco fininho, Maria tentou pegar uma bola rosa e chorou porque não conseguia, mas não passou disso. De vez em quando, elas vão até lá, tocam, tentam pegar, eu digo "não", e elas esquecem. Mas não deixam de olhar admiradas para este objeto novo e temporário na vida delas. Para celebrar o primeiro Natal das meninas também comprei duas árvores pequenas e rosas para cada uma. Família completa.Que venha o Natal!
Então é Natal...
...E o que você fez?
Bella
Maria
Sobre a árvore de Natal: eu não sabia onde colocar, eu pensei diversas formas, durante dias, sobre onde colocar porque as meninas pegam tudo o que está ao alcance delas. Então, eu lembrei de uma coisa que eu ouvia minha mãe dizendo pras amigas: "eu nunca tirei nada do lugar quando os meninos eram pequenos, eu só ensinava que não podia mexer". Então, lá fui eu deixar a árvore perto do chão (mas não totalmente que eu também não sou louca) porque eu já estava até pensando na possibilidade de pendurar a árvore no teto! Coloquei a árvore em cima de uma mesinha, sem os enfeites e esperei. Quinze minutos depois, Maria puxou um galho e, pronto, caiu. Eis que surge a ideia mirabolante, super invenção materna: coloquei fita dupla nos pés da árvore e "colei" na mesinha. Grudou de uma forma maravilhosa! Fica a dica, minha gente!
Explora!
Novidade
É claro que no dia seguinte quando elas viram a árvore cheia de enfeites foram explorar. Olharam, tocaram os pés, o tronco fininho, Maria tentou pegar uma bola rosa e chorou porque não conseguia, mas não passou disso. De vez em quando, elas vão até lá, tocam, tentam pegar, eu digo "não", e elas esquecem. Mas não deixam de olhar admiradas para este objeto novo e temporário na vida delas. Para celebrar o primeiro Natal das meninas também comprei duas árvores pequenas e rosas para cada uma. Família completa.Que venha o Natal!
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Aventuras, calor e a nossa vida pelas lentes do iPhone
Sabe o bom de cuidar de duas bebês? Nunca, nunquinha mesmo, um momento chato, sem graça, morno. Tipo olha o que aconteceu nas últimas 24 horas: muita bagunça na hora de dar uma papinha de beterraba, caos na hora do banho das duas, eu tonta, eu no hospital, eu desidratada, tomando soro e morrendo de saudade das meninas que ficaram em casa com meus pais. Acordamos no dia seguinte recuperadas, eu na cozinha preparando um suco de melão com salsinha para nós três, eu espio pela porta e Isabella conseguiu derrubar meu sapato da cadeira e colocar na boca, chego rápido para tirar e cadê Maria? Maria está com uma tesourinha na boca! Eu surto (tudo o que não deve se fazer nessa hora) e tiro logo da mão dela. Respira e me explica como ela conseguiu puxar a toalha que estava em cima da mesa com todo o meu material de costura e cair justo, e somente, a tal da tesourinha super afiada? Morri. Depois disso, voltamos a programação normal, com muito ar-condicionado que o calor de Brasília não tá fácil não. E não dá tempo de ficar se lamentando, toda mãe passa por um descuido desse, minha gente, certo? Quero acreditar que sim e como Deus nos proteje nada de mais aconteceu. Hoje fiz uma papinha deliciosa e light pras duas (amanhã posto a receita). Agora elas estão dormindo e eu aqui. Mais tarde: piscina no meio da sala para espantar o calor e, talvez, um brownie pra mim.
Aí estão nossas fotos do celular dos últimos dias:
Sequência da Maria mudando de lugar sozinha



Papinha e domingo


Brincadeira com a prima e a arte de levar um bolo com um bebê no colo


Nossa manhã e passeio matinal


Tecidos novos da Loja da Família Moderna e encontro com a comadre
Maria acordou enquanto eu fazia esse post. Então, vamos lá. Nada de soneca hoje. E o que é pior: somente para uma delas! Já disse, né? Pior pesadelo de uma mãe de gêmeos é quando um dorme e o outro fica acordado.
Quem quiser seguir minhas aventuras/loucuras pelo instagram é só procurar @tatisabadini Estou cheia de post no rascunho, há séculos escrevendo o post sobre a nossa primeira viagem, mas aguentem firme comigo que vem mais coisa essa semana
Aí estão nossas fotos do celular dos últimos dias:
Sequência da Maria mudando de lugar sozinha
Papinha e domingo
Brincadeira com a prima e a arte de levar um bolo com um bebê no colo
Nossa manhã e passeio matinal
Tecidos novos da Loja da Família Moderna e encontro com a comadre
Maria acordou enquanto eu fazia esse post. Então, vamos lá. Nada de soneca hoje. E o que é pior: somente para uma delas! Já disse, né? Pior pesadelo de uma mãe de gêmeos é quando um dorme e o outro fica acordado.
Quem quiser seguir minhas aventuras/loucuras pelo instagram é só procurar @tatisabadini Estou cheia de post no rascunho, há séculos escrevendo o post sobre a nossa primeira viagem, mas aguentem firme comigo que vem mais coisa essa semana
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Nossas vidas pela lente do iPhone
A vida está corrida, caótica e maravilhosa. Temos dias super agitados, eu acho que vou cair no choro compulsivo, mas nem dá tempo! E alguns dias são bem mais calmos e tranquilos, eba! Estamos nos preparando para a nossa primeira viagem com as meninas no feriado. (Sampa, aí vamos nós!) E ainda estou tentando arrumar a nossa Loja. Portanto, aí estão as nossas últimas fotos:


De pé e no domingo

Conhecendo Bento e a tia emocionada

Maria e Bella

Bella e Maria

Comprando peixes e preguiça na hora de dormir

Encontro de blogueiras e costurinhas

Maria dorminhoca e passeio no supermercado
Quem quiser ver minhas loucuras diárias, me segue no vício declarado instagram: @tatisabadini
Ah, também tem produto novo na Loja da Família Moderna. Dois móbiles lindos para alegrar o dia dos bebês modernos. Confiram na http://familiamoderna.tanlup.com/

Gatinhos fofos


Passarinhos
De pé e no domingo
Maria dorminhoca e passeio no supermercado
Quem quiser ver minhas loucuras diárias, me segue no vício declarado instagram: @tatisabadini
Ah, também tem produto novo na Loja da Família Moderna. Dois móbiles lindos para alegrar o dia dos bebês modernos. Confiram na http://familiamoderna.tanlup.com/
Gatinhos fofos
Passarinhos
domingo, 30 de setembro de 2012
Eu, elas, nós apenas
Amanhã começa uma nova fase na nossa vida, muitas mudanças devem acontecer. Quando eu fiquei grávida, comecei a pensar no futuro e a decisão de ficar em casa foi tomando forma, eu tinha a "ilusão" de que iria tomar conta das meninas sozinha. Eu me imaginava carregando as duas para ir fazer uma visita pra minha mãe ou passeando com o carrinho duplo pelos becos da Asa Sul. Só nós três. Muita gente me falava que eu ia precisar de ajuda, era um tal de "você vai não vai conseguir sair com elas sozinha não", "como assim você não vai ter babá?", "você precisa contratar alguém para te ajudar durante a noite ou você não vai dar conta". Eu não ligava muito. Olhando para atrás, eu realmente acho que não me preparei para o que viria depois e fui um pouco ingênua sim, mas tudo fez parte do aprendizado. Porém, agora, minha ideia ilusória de maternidade vai se tornar realidade.

Depois que as meninas nasceram, meus ideais foram embora rapidamente. Sim, eu precisava de muita ajuda, e pra mim foi muito difícil admitir isso. Eu lutei contra a minha falta de controle da situação, a minha falta de braços, a minha falta de energia, a minha vontade de fazer tudo do meu jeito, eu precisei me livrar de todo um conceito e sonho de vida para encarar a realidade e foi muito difícil. No início, a minha ideia era contratar uma empregada e contar com a ajuda da família, especialmente da minha mãe, para cuidar das duas. Mas a empregada pediu demissão antes mesmo de começar e a substituta só durou duas semanas. Depois de dois meses, a minha mãe começou a ficar cansada e eu percebi que era hora de contratar uma babá. Nas noites e nos fins de semana, eu e o Marco estávamos no comando, e no começo foi bem difícil, (de vez em quando, rolava uma ligação desesperada nos domingos pros meus pais do tipo "vocês conseguem vir aqui e ficar um pouquinho com elas pra gente comer alguma coisa?), mas sobrevivemos.
A experiência com a primeira babá não foi muito boa. De novo, ainda estava no processo de admitir que precisava de ajuda para cuidar das minhas filhas. Ainda era muito difícil. Eu não deixava a babá fazer nada. Eu era tão louca que não deixava ela dar banho nas meninas. Ela ficava com uma enquanto eu dava banho na outra, depois eu repetia o processo enquanto ela olhava quem já tinha tomado banho. Isso tudo para no final, eu sentar no sofá e amamentar uma de cada vez. Louca, louca, louca, como diria Shakira. O trabalho dela era mais colocar uma das meninas para dormir. Depois de dois meses, ela pediu pra sair e contratei uma nova babá. Com ela, deu tudo muito certo. Até que as meninas foram crescendo e eu acho que aquela vontade de cuidar mais das meninas foi chegando de novo. Eu vi que sim, eu conseguia sair com as duas sozinha, eu tinha braços para carregar duas bebês quando se fazia necessário. Eu propus que ela cuidasse mais da casa e eu ficasse mais com as duas, e aí, coincidentemente, as coisas não fluíram mais.
Bem, então, o negócio agora é o seguinte: não temos mais babá. E a partir de amanhã vai ser assim, só eu e elas. Louca, louca, louca. Quando me tornei mãe, tinha dois caminhos a seguir. Número um: trabalhar e deixar as meninas na creche ou com duas babás em casa, como acontece com várias mães modernas que se dividem em muitas para dar conta do recado. Pensei muito sobre essa possibilidade e ela sempre parecia muito distante. Com duas bebês, financeiramente, eu estaria trabalhando para outras pessoas ficarem com as minhas filhas e receber um trocado no fim do mês.
Número dois: ficar em casa e acompanhar de perto o crescimento das minhas filhas, abrir mão do meu lado profissional, meus desejos, para cuidar das duas. Também escutei muita coisa (e ainda escuto) quando tomei essa decisão "você não vai dar conta, não vai aguentar ficar em casa". E realmente não é fácil. Mas como filha de uma mãe que escolheu a segunda opção como modo de vida, me pareceu, e ainda parece, natural. Portanto, está na hora de colocar esse caminho em prática, como eu imaginava e no melhor dos graus de ilusão. Além disso, como eu resolvi parar de trabalhar, o orçamento familiar também está apertado e ter uma babá ficou muito custoso e sacrificante, tinha que valer muito a pena. Está aí mais uma razão para assumir minha decisão.
Eu sei que vai ser muito difícil. Sei que em alguns momentos vou ficar frustada, cansada e querer arrancar os cabelos. Mas estou aqui para tentar, fiz minha escolha. Se eu não tinha tempo para fazer nada antes, agora eu nem sei como vai ser. Colocar duas bebês no colo e sair por aí parece ser missão impossível, e muitas vezes é, não é a mesma coisa do que ter um bebê só, um carrinho pequeno e etc. Mas, eu consigo e consegui apagar aquelas temidas sentenças que recebi no começo. Cada mês que passava, era mais fácil e mais divertido cuidar das duas. E acho que eu vou dar conta. É claro que não sou tão louca e vou ter uma faxineira aqui em casa para me ajudar nas tarefas domésticas, ufa!

Passei a semana passada inteira com um frio na barriga, aflita, até que finalmente fiz as pazes com a minha vontade de ser a cuidadora das minhas filhas, de ir contra a maré, de tentar o que parecia o impossível. Somente nós três. Agora vamos ter que nos readaptar um pouco, vou aprender a dar comida para as duas ao mesmo tempo, descobrir como dar a mamadeira para as duas ao mesmo tempo, como fazer tudo ao mesmo tempo. Toda uma nova rotina. Estou com medinho, é claro, mas feliz com a chance de começar tudo novo de novo e viver novas aventuras como mãe. Ser mãe é uma loucura e eu estou aproveitando para me descobrir, me superar, porque assim é a vida.
Depois que as meninas nasceram, meus ideais foram embora rapidamente. Sim, eu precisava de muita ajuda, e pra mim foi muito difícil admitir isso. Eu lutei contra a minha falta de controle da situação, a minha falta de braços, a minha falta de energia, a minha vontade de fazer tudo do meu jeito, eu precisei me livrar de todo um conceito e sonho de vida para encarar a realidade e foi muito difícil. No início, a minha ideia era contratar uma empregada e contar com a ajuda da família, especialmente da minha mãe, para cuidar das duas. Mas a empregada pediu demissão antes mesmo de começar e a substituta só durou duas semanas. Depois de dois meses, a minha mãe começou a ficar cansada e eu percebi que era hora de contratar uma babá. Nas noites e nos fins de semana, eu e o Marco estávamos no comando, e no começo foi bem difícil, (de vez em quando, rolava uma ligação desesperada nos domingos pros meus pais do tipo "vocês conseguem vir aqui e ficar um pouquinho com elas pra gente comer alguma coisa?), mas sobrevivemos.
A experiência com a primeira babá não foi muito boa. De novo, ainda estava no processo de admitir que precisava de ajuda para cuidar das minhas filhas. Ainda era muito difícil. Eu não deixava a babá fazer nada. Eu era tão louca que não deixava ela dar banho nas meninas. Ela ficava com uma enquanto eu dava banho na outra, depois eu repetia o processo enquanto ela olhava quem já tinha tomado banho. Isso tudo para no final, eu sentar no sofá e amamentar uma de cada vez. Louca, louca, louca, como diria Shakira. O trabalho dela era mais colocar uma das meninas para dormir. Depois de dois meses, ela pediu pra sair e contratei uma nova babá. Com ela, deu tudo muito certo. Até que as meninas foram crescendo e eu acho que aquela vontade de cuidar mais das meninas foi chegando de novo. Eu vi que sim, eu conseguia sair com as duas sozinha, eu tinha braços para carregar duas bebês quando se fazia necessário. Eu propus que ela cuidasse mais da casa e eu ficasse mais com as duas, e aí, coincidentemente, as coisas não fluíram mais.
Bem, então, o negócio agora é o seguinte: não temos mais babá. E a partir de amanhã vai ser assim, só eu e elas. Louca, louca, louca. Quando me tornei mãe, tinha dois caminhos a seguir. Número um: trabalhar e deixar as meninas na creche ou com duas babás em casa, como acontece com várias mães modernas que se dividem em muitas para dar conta do recado. Pensei muito sobre essa possibilidade e ela sempre parecia muito distante. Com duas bebês, financeiramente, eu estaria trabalhando para outras pessoas ficarem com as minhas filhas e receber um trocado no fim do mês.
Número dois: ficar em casa e acompanhar de perto o crescimento das minhas filhas, abrir mão do meu lado profissional, meus desejos, para cuidar das duas. Também escutei muita coisa (e ainda escuto) quando tomei essa decisão "você não vai dar conta, não vai aguentar ficar em casa". E realmente não é fácil. Mas como filha de uma mãe que escolheu a segunda opção como modo de vida, me pareceu, e ainda parece, natural. Portanto, está na hora de colocar esse caminho em prática, como eu imaginava e no melhor dos graus de ilusão. Além disso, como eu resolvi parar de trabalhar, o orçamento familiar também está apertado e ter uma babá ficou muito custoso e sacrificante, tinha que valer muito a pena. Está aí mais uma razão para assumir minha decisão.
Eu sei que vai ser muito difícil. Sei que em alguns momentos vou ficar frustada, cansada e querer arrancar os cabelos. Mas estou aqui para tentar, fiz minha escolha. Se eu não tinha tempo para fazer nada antes, agora eu nem sei como vai ser. Colocar duas bebês no colo e sair por aí parece ser missão impossível, e muitas vezes é, não é a mesma coisa do que ter um bebê só, um carrinho pequeno e etc. Mas, eu consigo e consegui apagar aquelas temidas sentenças que recebi no começo. Cada mês que passava, era mais fácil e mais divertido cuidar das duas. E acho que eu vou dar conta. É claro que não sou tão louca e vou ter uma faxineira aqui em casa para me ajudar nas tarefas domésticas, ufa!
Passei a semana passada inteira com um frio na barriga, aflita, até que finalmente fiz as pazes com a minha vontade de ser a cuidadora das minhas filhas, de ir contra a maré, de tentar o que parecia o impossível. Somente nós três. Agora vamos ter que nos readaptar um pouco, vou aprender a dar comida para as duas ao mesmo tempo, descobrir como dar a mamadeira para as duas ao mesmo tempo, como fazer tudo ao mesmo tempo. Toda uma nova rotina. Estou com medinho, é claro, mas feliz com a chance de começar tudo novo de novo e viver novas aventuras como mãe. Ser mãe é uma loucura e eu estou aproveitando para me descobrir, me superar, porque assim é a vida.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Maria e Isabella - 8 meses
Todos os dias eu acordo pronta para curtir o dia de duas bebês e não tem coisa melhor no mundo! Cada mês é uma novidade, uma nova descoberta, a entrega da personalidade de duas meninas idênticas, inseparáveis e tão diferentes.
Estou curtindo muito os oitos meses e ainda que falte pouco tempo para chegarmos nos 9 meses, ainda dá pra fazer este post! Com oito meses, Maria e Isabella:
- Estão livres leves e soltas. O mundo delas ultrapassou a barreira do tapete de eva que ficava na sala para o resto do apartamento. Deixamos elas circularem dentro dos limites e explorarem bem o ambiente. É claro que, de vez em quando, a gente olha pro lado e tem alguém lambendo a roda do carrinho, o pé da cadeira, ou mesmo o chão de madeira. Faz parte. Estou achando até mais tranquilo agora, elas brincam bastante, se empolgam com uma nova descoberta e a gente não precisa ficar em cima o tempo todo, mas a atenção é mesmo constante. Grade de proteção já está instalada na porta da cozinha.
Maria
Bella
A dupla
- Está cada vez mais díficil tirar uma foto das duas juntas! Elas não param. Ah, e sim! Os tombos também chegaram. Algumas vezes, elas caem e nem percebem, não reclamam. Mas outras, choram. A gente vai lá, pega no colo e conforta. Outro dia li em um livro que a gente não deve falar "não foi nada, bebê, não doeu" porque a criança não vai poder perceber o que é dor e o que a faz sofrer, e isso pode influenciar a sua forma de lidar com os problemas do tipo no futuro. Achei que faz sentindo, portanto, estou colocando em prática. Consolo as duas com um real "tudo bem, doeu, mas vai passar".
Antes do tombo
- Comem super bem. Não reclamam mais para comer a papinha, a não ser quando estão com muita fome. A última mamadeira do dia é que ainda oscila por aqui, às vezes elas tomam, e outras não. Mas a gente está tentando introduzir novos sabores pras duas, especialmente, as frutas. Elas experimentaram pêssego, morango, abacate nas últimas semanas e adoraram!
- A rotina está bem definida e flui. Quando a gente não consegue fazer tudo, fazemos algumas mudanças e elas aceitam bem. Só muda um pouco o horário de dormir, mas nada fora do comum. Geralmente é assim: elas acordam às 6h30, 7h, mamam e brincam. Umas 8h30, 9h, tomam um suco e dormem. A soneca dura no máximo uma hora. A gente sai para passear um pouco na quadra e umas 11h é hora de almoçar. Sempre uma papinha salgada e uma sobremesa.
Elas dormem umas 12h30 e ficam até umas 14h. Umas 14h30, elas tomam uma vitamina (leite com uma banana e/ou um mamão, e uma colher de mucilon de arroz). Depois brincam, brincam, bricam. Tiram mais uma soneca lá pelas 16h. Jantam umas 17h30, brincam, tomam banho e dormem umas 19h30, 20h. E aí vai nosso dia. Eu ainda acho que elas dormem pouco depois do almoço e poderiam cortar a soneca do fim da tarde, e isso acontece algumas vezes, mas deixo elas livres.
- O "não" chegou. Estamos começando a colocar limites e mostrar o que pode e não pode. Sem ficar repetindo o "não" toda hora, porque eu acho que perde o efeito se a repetição for excessiva.
- Elas estão engatinhando por todos os lado, mas nada de levantar. E dente? O que é isso mesmo? Nada, por enquanto, mas a gente também não tá com pressa não.

Azul e Vermelho
"Mãe, dá pra falar pra Bella parar de comer meu tênis?"
- Estão livres leves e soltas. O mundo delas ultrapassou a barreira do tapete de eva que ficava na sala para o resto do apartamento. Deixamos elas circularem dentro dos limites e explorarem bem o ambiente. É claro que, de vez em quando, a gente olha pro lado e tem alguém lambendo a roda do carrinho, o pé da cadeira, ou mesmo o chão de madeira. Faz parte. Estou achando até mais tranquilo agora, elas brincam bastante, se empolgam com uma nova descoberta e a gente não precisa ficar em cima o tempo todo, mas a atenção é mesmo constante. Grade de proteção já está instalada na porta da cozinha.
A dupla
- Está cada vez mais díficil tirar uma foto das duas juntas! Elas não param. Ah, e sim! Os tombos também chegaram. Algumas vezes, elas caem e nem percebem, não reclamam. Mas outras, choram. A gente vai lá, pega no colo e conforta. Outro dia li em um livro que a gente não deve falar "não foi nada, bebê, não doeu" porque a criança não vai poder perceber o que é dor e o que a faz sofrer, e isso pode influenciar a sua forma de lidar com os problemas do tipo no futuro. Achei que faz sentindo, portanto, estou colocando em prática. Consolo as duas com um real "tudo bem, doeu, mas vai passar".
- Comem super bem. Não reclamam mais para comer a papinha, a não ser quando estão com muita fome. A última mamadeira do dia é que ainda oscila por aqui, às vezes elas tomam, e outras não. Mas a gente está tentando introduzir novos sabores pras duas, especialmente, as frutas. Elas experimentaram pêssego, morango, abacate nas últimas semanas e adoraram!
- A rotina está bem definida e flui. Quando a gente não consegue fazer tudo, fazemos algumas mudanças e elas aceitam bem. Só muda um pouco o horário de dormir, mas nada fora do comum. Geralmente é assim: elas acordam às 6h30, 7h, mamam e brincam. Umas 8h30, 9h, tomam um suco e dormem. A soneca dura no máximo uma hora. A gente sai para passear um pouco na quadra e umas 11h é hora de almoçar. Sempre uma papinha salgada e uma sobremesa.
Elas dormem umas 12h30 e ficam até umas 14h. Umas 14h30, elas tomam uma vitamina (leite com uma banana e/ou um mamão, e uma colher de mucilon de arroz). Depois brincam, brincam, bricam. Tiram mais uma soneca lá pelas 16h. Jantam umas 17h30, brincam, tomam banho e dormem umas 19h30, 20h. E aí vai nosso dia. Eu ainda acho que elas dormem pouco depois do almoço e poderiam cortar a soneca do fim da tarde, e isso acontece algumas vezes, mas deixo elas livres.
- O "não" chegou. Estamos começando a colocar limites e mostrar o que pode e não pode. Sem ficar repetindo o "não" toda hora, porque eu acho que perde o efeito se a repetição for excessiva.
- Elas estão engatinhando por todos os lado, mas nada de levantar. E dente? O que é isso mesmo? Nada, por enquanto, mas a gente também não tá com pressa não.
Azul e Vermelho
terça-feira, 29 de maio de 2012
Nossa vida pelas lentes do iPhone
Assinar:
Postagens (Atom)