segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Vida de grávida e trabalhadora

Não é fácil, mas a gente (tenta) aguentar o tranco. Passava da meia-noite de segunda-feira e depois de um longo fim de semana de plantão, que, no domingo, começou três da tarde, esperamos na redação para ver se o Muamar Kadafi era derrubado ou não. Coisas da vida de jornalista. Sente a minha cara de arrasada, cansada e com fome!

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E sim, se não fosse pela companhia da Maria Fernanda, que até me alimentou com uma esfiha em um momento de tensão, teria sido muito mais sofrível! É pura sorte ter a amiga no mesmo plantão.

Cheguei em casa quase uma hora da matina, ainda comi um restinho de risoto de camarão, assisti a reprise do Fantástico e dormi. Hoje estava de pé às 8h com o estômago roncando e pronta para começar o dia. Dessa vez, se tudo der certo, com folga.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Baby fever

Eu vou ser muito sincera: cansei um pouco deste capítulo da história. As palavras e as linhas do livro da minha vida atualmente parecem não sair muito do lugar. É gravidez, meninas, nomes, enxoval, quartinho, bebê, fralda, enjoo, barriga e uma tal de "aproveita agora que depois..." ou "e aí o que você vai fazer em relação a isso? e aquilo", que eu nem sei mais quem sou eu, quem é o Marco no meio de tudo isso. Sim, estamos muito felizes, é um momento especial e etc. Blá blá blá. Mas é cansativo, às vezes. E como a ideia é contar tudo nesse blog, não posso deixar essa parte de fora e fingir que eu não estou cansada desse papo de bebê 24 horas por dia, 7 dias por semana. Pronto, falei.

isabel allende

É uma coisa natural se envolver demais com a gravidez, eu sei. Acho que todas nós passamos por isso. Nós dois falamos o tempo inteiro sobre isso, sou lembrada constantemente sobre isso, faço post sobre isso, mas é hora de respirar um pouco, né? Portanto, cheguei a conclusão:

Quero ler um livro que não seja sobre gravidez, ver um filme indie pelo amor de Dios, descobrir uma banda nova, ler a Vogue americana ou coisa equivalente, viajar para algum lugar que não envolva compras de enxoval e pronto. Acho que depois disso começo a me sentir normal.

E sim, voltaremos com a baby fever nos próximos dias. Eu só quero dar um tempo (não do blog, minha gente!), respirar um pouco do lado de fora, para mergulhar com tudo de vez.

E vocês, mães modernas? Também se sentiram assim em algum momento? Ficaram procurando uma individualidade desesperadamente?

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mãe de dois + dois - Erika Berbert

Vamos começar o texto corrigindo o título, a Erika não é mãe de dois, mas de quatro! Ela descobriu durante a terceira gravidez que estava grávida de gêmeos e a família aumentou muito mais do que esperado. São as maravilhosas supresas da vida, que essa mãe moderna tirou de letra! Hoje, ela se divide para cuidar da Lara (4 anos), Lucas (2 anos e 9 meses) e da Ana e do Davi (8 meses).

Conheci a Erika, virtualmente, depois que um amigo meu da faculdade, o Bruno, comentou que a cunhada dele tinha tido gêmeos. Fui logo entrar em contato com ela em busca de dicas e descobri que ela é nutricionista e tem um blog sobre maternidade, o Menu do Bebê http://menudobebe.blogspot.com/

Confira a entrevista com ela aqui:

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Erika e os quatro

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"é tanta gente em casa que precisamos de uma placa de sinalização dos quartos"

Quando e como você descobriu que estava esperando gêmeos?
Foi logo depois do aniversário de 3 anos da minha filha mais velha, a Lara. Ainda tem o Lucas,
apenas 1 ano e meio mais novo que ela. Ou seja, quando eu descobri que estava grávida pela
3ª vez, já tínhamos duas crianças bem novinhas, de fraldas ainda. Imaginem o choque quando
soubemos que ERAM DOIS! As pessoas me perguntavam se eu estava feliz e eu lembro que
pensava: “eu TAMBÉM estou feliz, mas também estou preocupada, com medo, quase em pânico.”
Afinal, quem é mãe sabe o trabalho e a responsabilidade que é criar um filho. Mas todos esses
receios foram no começo... com o passar dos meses e com a barriga crescendo, a alegria e
expectativa foram tomando conta da casa e hoje nem sei imaginar como seria a vida sem um dos 4
sapecas que iluminam a minha vida.

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São dois!

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Erika com seis meses de gravidez e com a turma toda!

Carregar dois é um desafio, como foi a sua gravidez e a preparação para o nascimento?
Infelizmente, não consegui me exercitar com regularidade como fiz na doce espera dos outros
filhos. Acho que todas as grávidas que têm liberação médica para se exercitar deveriam procurar
fazer alguma atividade física. Nas outras duas gravidezes, eu fiz ioga e natação para gestantes (não
era hidroginástica, era natação mesmo) e foi excelente. Os exercícios respiratórios que aprendi nas
aulas me ajudaram bastante na hora do parto (Lara e Lucas nasceram de parto normal).

Como você é nutricionista, preciso perguntar, quais as melhores dicas de alimentação
para as futuras mamães?

Sempre digo às mamães que a gravidez é um excelente período para melhorar ou mudar maus
hábitos alimentares. Quem fuma, está disposta a parar. Quem gosta de bebida alcoólica, passa
a não tomar. Então, que tal fazer um esforço também na alimentação? Afinal, comer de maneira
adequada é importante para a mulher e para o bebê que está sendo gerado.

Cada gestante tem hábitos alimentares e necessidades nutricionais particulares; por isso, uma
consulta com um nutricionista é o melhor caminho para se informar sobre como transformar a dieta
em melhor aliada da saúde.

No blog que escrevo sobre amamentação e alimentação infantil, tem muita informação sobre a importância das fibras, de se beber bastante água e muitas outras dicas sobre nutrição. Mas, sem dúvidas, o melhor mesmo é receber orientações específicas, principalmente se você tem algum problema de saúde, como pressão alta, diabetes ou obesidade. Então, se for possível, agende uma consulta com um nutricionista!

Como foi seu parto e a chegada deles?

O parto aconteceu na 37ª semana de gestação e correu tudo muito bem. Ficou uma pontinha de
frustração por não ter sido parto normal como os anteriores, mas não dá para interferir no que não
está ao nosso alcance. O importante é que minha dupla preciosa chegou ao mundo tão bem que
em dois dias já estávamos em casa.

6Até o terceiro mês, a Ana e o Davi dormiam no mesmo berço, bem juntinhos

Qual foi a melhor dica que você recebeu desde que descobriu que ia ser mãe?

Adoro dicas e, por isso, acho o máximo conversar e trocar experiências com outras mães. Muitos conselhos, uns até bem simples, podem melhorar a rotina e tornar tudo mais fácil. Enfim, ouvi e apliquei muita coisa bacana que ouvi da vovó, tias, primas e amigas, mas nada foi tão importante quanto o conselho que segui do meu pediatra quando eu estava grávida pela 2ª vez: ENSINE A SUA FILHA A DORMIR SOZINHA. Na época, minha filha de 1 ano só dormia mamando ou sendo embalada no carrinho, um processo que podia demorar 5 minutos ou mais de uma hora! Quando minha princesa, enfim, aprendeu a dormir sozinha, posso dizer que minha qualidade de vida mudou. E com os outros também foi assim: hora de dormir, é hora de ir para o berço ou caminha. Fazendo isso, eu consigo ter uma folguinha à noite, um precioso momento para descansar, tomar um banho decente, ver TV, escrever no blog... como é bom um tempinho livre! Depois que oquarteto dorme, é o momento também que tenho para conversar com calma com meu marido e, como nossos filhos vão para cama relativamente cedo, a gente ainda consegue sair de vez em quando para um programinha a dois ou com os amigos.

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No chá de bebê, varal de roupinhas azul e rosa.

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"Quando descobrimos que era um casal, demos esses bonequinhos gêmeos para nossa filha. um sucesso!"

Muito se opinia e se discute sobre a amamentação de gêmeos, como foi essa experiência para você?
Foi e tem sido MA-RA-VI-LHO-SA. Ana e Davi mamaram exclusivamente no peito até 5 meses
e meio. Começaram a comer e, prestes a completar 8 meses, seguem mamando bastante, pelo
menos 3 vezes ao dia. Quando estava na reta final da gravidez, li bastante sobre casos bem sucedidos de amamentação de gêmeos e resolvi que tentaria também. Assim, não comprei de antemão esterilizador, mamadeira, leite em pó, nada disso, só sutiã de amamentar. Estipulei metas bem razoáveis, assim: quando eles nasceram, me programei para tentar o aleitamento materno exclusivo por uma semana. No 5º dia, já bem cansada com as noites mal dormidas, eu pensava “são só mais 2 dias”. Aí completou a semana e estiquei mentalmente o prazo para um mês. Mais uma vez quando estava prestes a desistir, pensava sozinha “é só mais um pouco, vale a pena, vamos lá”. E aí passou o 1º mês e eles mamando, ganhando peso, tudo indo bem. E assim continuaram só no peito até mais de 5 meses. Muito bom! No início, mamavam quase sempre ao mesmo tempo e depois do 3º mês cada um na sua vez.

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Amamentar é o melhor que há

Sei, no entanto, como é o outro lado. A amamentação do meu segundo filho não foi bem-sucedida
e, por isso, vivo escrevendo no “Menu do bebê” sobre as possíveis dificuldades que a lactante pode
encontrar. A pega correta é fundamental para a amamentação dar certo. Vale a pena se informar,
vale a pena tentar amamentar!

Qual o seu conselho para as mães modernas de dois?

Hum, pergunta difícil de responder. É que cada mãe, cada família tem sua rotina e o que é bom para mim pode não ser para outra pessoa. Amo com todas as minhas forças meus filhos e o meu papel de mãe, mas a tarefa não é fácil! Era difícil quando eu tinha só uma filha. Era difícil quando eu tinha dois e continua sendo difícil com o quarteto. Conselhos e dicas são (quase) sempre muito bem-vindos, mas ninguém conhece melhor o filho que a mãe. Assim, acho que devemos acreditar sempre no nosso discernimento, na nossa capacidade de cuidar do maior tesouro que podemos ter nessa vida. Boa sorte para todas nós!


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"Primeira viagem da nossa GRANDE família: uma semana em Foz do Iguaçu"

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Contagem materna: 13 semanas

Estou com 3 meses e uma semana! Na quinta-feira passada tive um mal estar no trabalho e fiquei dois dias de molho em casa, por ordens médicas. Muita tontura, enjoo, dor de cabeça. Resultado: estava desidratada. Agora já estou de volta ao trabalho, ainda meio marejada, seca com os 10% de umidade de Brasília, mas pronta para o dia e o plantão do fim de semana.

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Na casa da minha mãe no melhor estilo mammy poser.

Fiquei frustada por estar passando mal depois do primeiro trimeste, é claro. Especialmente porque estou fazendo tudo direitinho, fui na nutricionista, nunca me alimentei melhor na vida e ainda sim não me sinto bem. Para completar, emagreci! Quando a gente não tenta dá certo, né? Como é isso? Eu deveria estar engordando e não perdendo peso! E olha que a barriga cresceu. Resultado: as meninas são famintas e estão consumindo as minhas reservas. A alimentação delas está garantida (ufa!) o problema é que isso me deixa mais fraca e pode afetar a minha saúde. Haja comida, minha gente!

Também comecei na hidroginástica. Que coisa dos deuses! Grávidas, por favor, se joguem na piscina. A água é maravilhosa e nessa seca do deserto do Saara então... O melhor é que a gente sente que está mexendo os músculos e fazendo exercício! E ainda com o espírito mais leve. Acho que isso é essencial para quem carrega um, dois, três... não importa quantos bebês.

A parte boa de tudo é que agora não falamos mais "os gêmeos" ou "os bebês" e sim "as meninas"! Tudo gira em torno delas. Com o resultado do exame de sexagem nas mãos, já fomos fazer umas comprinhas para aproveitar as últimas promoções na Zara e estou cheia de planos para o quatro delas. Espero ter mais energia para começar colocar tudo em prática!

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

It's a girl thing!

São meninas! Nem acredito! Felicidade total, exatamente o que a gente esperava. Fiz o teste de sexagem fetal no Sabin na última sexta-feira e hoje à tarde saiu o resultado. Estamos nas nuvens e a família inteira também.

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Confesso que sempre tive medo de ser mãe de meninas. Quando eu era adolescente perdi a conta de quantas vezes ouvi minha mãe dizer: "você vai ter uma filha um dia e vai ver só". Então ficava com medo de sofrer o dobro de tudo aquilo que eu aprontei com a minha mãe. Mas, depois, eu cresci e percebi o quanto o laço entre mães e filhas são fortes. É diferente com os filhos. Não sei, o meu irmão é super próximo e unido com a minha mãe. E os meninos tem um jeito especial de ver a figura materna, que é maravilhoso. Mas existe um conexão feminina que é inquebrável. Quando percebi isso, mudei de ideia.

Para quem tiver curiosidade sobre o exame saiba que o procedimento é simples. Custa caro, de fato, R$ 360,50, sem descontos. Mas eu achei que vale cada centavo! Não sei se ia conseguir esperar mais um mês! Eles tiram seu sangue (no braço e não na barriga, como muita gente pensa) e verificam se tem o cromossoma Y na sua corrente sanguínea. Se tiver é menino! Se não é menina! No caso de gêmeos, se forem idênticos, só existe uma opção. E com os bivitelinos pelos menos um vai ser do sexo feminino ou masculino. O teste pode ser feito a partir da 8ª semana.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Engravidar, um pulo no escuro

Engravidar é como dar um pulo no escuro, você não sabe onde vai cair. Oi? Olha nós aqui com gêmeos! Como li muitos comentários sobre mulheres que estão querendo dar este grande salto resolvi contar como foi a nossa experiência aqui. A história ficou meio grande, mas vamos lá:

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Pensando e pensando


A decisão de pular
Com a gente não foi muito complicado, não tivemos aquela longa conversa. Foi aquela coisa: "e aí? você acha que dá?" O assunto surgiu durante os nossos papos por uns seis meses e depois de uma boa convivência com dois maravilhosos sobrinhos, percebemos que era hora. Acho que as prioridades mudam. De repente, sair e beber pra caramba não era tão importante assim e a volta para casa de madrugada passou a ser uma coisa trabalhosa. Estamos juntos há quase seis anos e temos pouco mais de 1 ano e meio de casados. Aproveitamos horrores, viajamos, fizemos loucuras e chegou o momento da calma. Então, por que esperar? Como tínhamos uma viagem marcada para à Europa em junho, a ideia era começar a praticar a coisa lá, mas como eu disse, o desconhecido sempre engana a gente.

Preparação
Fui na minha médica e comentei sobre a decisão. Ela não foi muito encorajadora, ficou naquela de "tem certeza?", mas depois rolou aquele papinho de "você está na idade certa, e etc". Fiz todos os exames de rotina, sangue, transvaginal e preventivo, e estava tudo ok. Estava com um pouco de medo de demorar para engravidar porque tomei a pílula durante seis anos e a médica foi bem clara em relação à isso. "Pode ser rápido, mas pode demorar um ano". Ela achou que demoraria uns três meses para a minha ovulação ficar normal (rá!). Então, sugeriu que eu parasse de tomar a pílula em maio, antes da viagem para o corpo de acostumar (rá!).

A Espera
Parei de tomar a pílula e comecei a praticar a coisa todos os dias (foi uma maravilha, minha gente!). Esta, aliás, é uma boa argumentação para envolver seu marido no negocío. Depois de algumas semanas, eu comecei a me sentir diferente. Não sabia, se era a pílula, se era o sexo, mas me sentia mais leve, mais feliz.

Uns 15 dias depois de começar a tentar, eu fui fazer xixi e percebi um sangramento. Saio do banheiro, pulo na cama, abraço o Marco e digo: "estou grávida!" Tinha certeza absoluta! Mas o sangramento continuou no dia seguinte e parou à noite, então comecei a duvidar. Pensei: droga, meu corpo deve estar uma bagunça hormonal. Depois disso, fiquei um pouco desanimada. Fui na acupuntura, tomei um floralzinho básico, continuamos na tentativa, mas sem muita empolgação.

Negativo
Quando chegou o dia da minha mestruação, nada. Fiz o teste de farmácia, comprei aqueles mais baratos de R$ 12 (não recomendo) e deu negativo. Meu peito estava dolorido, especialmente o bico, e quem sabia da minha tentativa jurava que eu estava grávida. Depois de uns dias, como a viagem estava próxima, resolvi fazer o exame de sangue. Resultado? Negativo! Ficamos ainda mais tristes e recebi conforto das amigas: "pelo menos você vai poder aproveitar a Itália". E lá fomos nós, com o pensamento positivo.

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Eu no dia do exame, foto tirada pela Bel, que me fez companhia

A viagem
Comecei a passar mal já no avião. Fiquei com uns gases e umas cólicas terríveis. Foram 24 horas de Brasília até Modica, na Sicília, três aviões e uma viagem de carro. Quando chegamos a ordem era se esbaldar de bebida e comida! Tentei relaxar, mas ainda pensava: "Meu Deus, será que vai demorar para a gente conseguir fazer um filho?" Uns dois dias depois comecei a sentir umas cólicas terríveis, suava frio, parecia que ia desmaiar de tanta dor. Mas aí eu ia no banheiro (fazer number 2 para quem não consegue ler nas entrelinhas) e passava. Mas eu não estava com dor de barriga, diarreia, nada. Só dor. Tomei luftal e buscopan na louca e tentei comer normalmente, afinal eu estava na Itália, né minha gente?

Tivemos que cancelar uma ida à Palermo porque eu não estava bem. Eu chorei horrores no ombro do Marco por causa disso e achei a minha reação estranhamente exagerada, mas pensei "meus hormônios estão loucos!". Corri bastante com o Giancarlo, bebi vinho, caí feio no chão, fiz de tudo, sem saber de nada. Na volta, passei mal de novo no avião e no dia seguinte resolvi ir no médico.

Positivo
Fiquei duas horas na emergência do Hospital Brasília para o médico: primeiro me dizer que não tinha chances de eu estar grávida e depois dizer que talvez sim. Mas que eu procurasse um ginecologista o mais rápido possível. Oi? Saí de lá com o Marco revoltada. Passamos na farmácia e compramos o exame mais caro de R$ 39. Fiz xixi no palitinho e não entendi o resultado durante uns 10 minutos. Até o Marco ler o manual de instruções, me abraçar e dizer "é sim, você tá grávida!".

Foi uma longa aventura até aquele resultado e continua sendo. E eu cheia de dúvidas, achando que ia demorar para eu conseguir ficar grávida e tudo tomou jeito como deveria ser. Pelos nosso cálculos fique grávida uma semana depois da mestruação e ainda são gêmeos. E esta é parte da história de como a gente chegou até aqui.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Mães de dois - Carol Pasuello

Devido às felizes circunstâncias, o Manual da Família Moderna vai começar uma nova série, a partir de hoje! Quando começaram a surgir as dúvidas sobre como é ter gêmeos, eu corri para a internet em busca de conselhos e dicas mães de dois. Descobri ótimas histórias, cada uma com sua característica, e por isso resolvi compartilhar algumas por aqui.

A estreante é a Carol Passuelo, mãe dos gêmos Leonardo e Rafael, que escreve no blog Vinhos, Viagens, uma vida em comum e dois bebês, http://vinhosviagenseumavidacomum.blogspot.com/
Lá, ela conta como é o dia a dia e os dilemas de uma maternidade em dose dupla. Conheça mais um pouco da história dela aqui.

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Os três

Quando e como você descobriu que estava esperando gêmeos?
Descobri no segundo ultrassom, com 8 semanas (fiz um para confirmar a gestação, com 5 semanas). Meu marido sempre falou que teríamos gêmeos, muito antes de eu estar grávida, mas eu nunca dei bola. No ultrassom, ele perguntou para a médica: "você já sabe que são dois?" e eu pensei: "ih, lá vem ele com esse papinho de novo..." A resposta da médica: "acabei de ver que são dois!" Não acreditei! Eu e meu marido tínhamos combinado de só contar da gravidez depois da 12ª semana, mas não aguentamos, saímos contando pra todo mundo!

Carregar dois é um desafio, como foi a sua gravidez e a preparação para o nascimento?
Minha gravidez foi muito tranquila. Continuei trabalhando normalmente, e até ia de trem para o escritórios, às vezes. Engordei pouco mais de 10kgs. Me alimentava muitíssimo bem e não precisei tomar nenhuma vitamina. Viajei várias vezes a trabalho até o sétimo mês, me sentia disposta, cheia de energia. Entrei de licença maternidade com 36 semanas, por opção. Eles nasceram na 38ª semana.

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Amor de irmão

Como foi seu parto e a chegada deles?
Meu parto foi muito tranquilo. Fiz cesárea eletiva, apesar de meu obstetra ter feito alguns partos normais de gêmeos e me incentivar para isso. Amamentei na primeira hora de vida deles, meu marido deu banho, foi muito legal. Os primeiros dias foram bem intensos, muita aprendizagem e adaptação!

Muito se opinia e se discute sobre a amamentação de gêmeos, como foi essa experiência para você?
Minha experiência foi muito ruim. Amamentei muito pouco e eles sempre tomaram complemento. Vejo que faltou experiência e informação no meu caso, se tivesse lido e aprendido mais, talvez tivesse conseguido por mais tempo, mesmo complementando as mamadas.

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Primeira mamada

Qual foi a melhor dica que você recebeu desde que descobriu que ia ser mãe?
Pedir ajuda e não tentar fazer as coisas sozinha. A dinâmica com gêmeos é bem diferente da dinâmica da mãe que tem apenas um bebê. A demanda nos primeiros dias (e semanas e meses) é muito intensa e realmente é necessário ter ajuda. Seja do marido, da mãe, de uma empregada ou babá, o ideal é dividir e delegar as tarefas o máximo possível.

Qual o seu conselho para as mães modernas de dois?
Para as mães de gêmeos é: força na peruca! Realmente não é fácil, mas não é impossível. É preciso organização, rotina, ajuda e muita paciência. Os primeiros momentos que são mais difíceis, depois quando eles começam a crescer e ser mais independentes tudo fica mais fácil e delicioso. Hoje os meus tem 1 ano e (quase) 5 meses e estão em uma fase maravilhosa!

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Contagem materna: 11 semanas e 4 dias

Dei um fast foward nos meus dias de gravidez. Fui fazer o ultrassom ontem e descobri que estou com uns dias a mais do que a gente imaginava. O marido desdenhou, "são só alguns dias a mais". Mas quem tá grávida, ou já esteve, sabe que faz toda a diferença. Segunda-feira, estarei com três meses e pronta para começar a colocar vários planos em prática. Detalhe: a barriga é de uma gravidez de cinco meses, se fosse de um só.

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Tenho ficado muito cansada ultimamente. Demais mesmo. Fico tonta à toa e o enjoo vem nas piores horas. Trabalhar tem sido complicado, ainda mais por causa das longas horas, mas ainda não dei o braço a torcer. Não faltei um dia, minha gente! Mas passei por maus bocados nos últimos dois, com direito a crise de choro nervosa, e descobri que o segredo é comer. Nada mais que isso. Se um bebê já suga a energia da mãe (não há forma melhor do que explicar isso), imagine dois. Estou comendo a cada duas horas, coisas saudáveis, é claro. Sucos, água de coco, frutinhas e picolés de fruta ajudam horrores nesta seca de Brasília. E ainda tenho incluído barrinhas de cereal e fatias de pão sueco. Aliás, acho que nunca me alimentei tão bem na vida!

Estou com um desejo de carboidratos. Ontem à noite, lembrei de um macarrão ninho no forno maravilhoso que a mãe de uma amiga minha fazia quando a gente era adolescente e mandei uma mensagem para ela no Facebook atrás da receita e ela logo me respondeu (obrigada, Iky!). Passei as instruções por telefone para o Marco, porque eu ainda estava presa no trabalho, e ele tentou fazer tudo. Não ficou igual, mas ficou ótimo. Matou a minha vontade!

Conseguimos ver os bebês ontem. Eles cresceram bastante, quase 5 cm, e são mesmo idênticos! O médico consegui vir a linha de separação dos dois, mas eles dividem a mesma placenta. Vamos ter que acompanhar mais a gravidez porque um pode estar se alimentando mais que o outro, mas isso acontece em apenas 15% dos casos. Estou com o pensamento positivo e sei que tudo vai dar certo.

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Tentamos forçar o médico a ver o sexo dos bebês ontem, mas não teve jeito. Quando você está com 11 semanas de gestação é possível ver isso através do broto genital, mas não é um diagnóstico certo e sentimos que o médico também não queria arriscar. Estou sentindo que serão meninos, apesar da família inteira, inclusive nós dois, torcermos por meninas. Na verdade, depois que descobri que são gêmeos perdi um pouco a preferência ap ficar tão chocada com a notícia. Para não ficar na curiosidade por mais um mês e algumas semanas, resolvi fazer o teste de sangue. Mas isso, conto em outro post. Até lá.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Família Moderna - Luíza, Hilan e Benjamin

Mais uma família moderna e descolada no blog com milhões de dicas espertas! Conheci a Luíza, ainda que virtualmente, quando as minhas amigas de bancada aqui no jornal estavam fazendo uma matéria para a Revista sobre o dia das mães. As meninas me contaram sobre o blog dela e eu me identifiquei com a história. Ela criou um blog para discutir questões familiares antes mesmo de ficar grávida, e corri para descobrir o www.potencialgestante.com.br

Adorei a forma como ela conta suas histórias (divertida e, às vezes, meio irreverente) e suas aventuras com o pequeno e estiloso Benjamin! Não resisti e entrei em contato com ela. Por isso, conheçam um pouco da rotina da família da Luíza e aproveitem os conselhos.

eu e meia dúzia de ovos
Família unida na Ermida Dom Bosco

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Puro amor com a chegada do Benjamin

Quem faz parte da família

O marido/pai Hilan, 30 anos, a esposa/mãe Luíza, 26 anos, o bebê/filho: Benjamin, 11 meses, o cão/filho: Tov, 1 ano e 9 meses.

Antes a família contava com o primogênito Ringo, um cão idoso que era meu filho. Conheci o meu marido (então namorado), depois casamos e o Ringo foi com a gente. Três anos depois, o Ringo sumiu em um hotel fazenda. Eu acredito que ele foi morar no rio e virou um cachorro-sapo. Dois meses depois, veio o Tov e, dezoito dias depois, eu descobri minha gravidez. Acredito que engravidei no dia em que o Ringo sumiu, no mesmo mês em que o Tov nasceu. E em nove meses, foi a vez de Benjamin.

Como a sua família se mantém organizada e unida em meio ao caos dos tempos modernos?
Para ser sincera, minha casa é uma bagunça completa! Eu sempre lutei contra mim mesma para ser uma pessoa organizada, sempre sabendo que eu sou o caos na forma humana. Até que eu dava conta, mas depois que engravidei, tudo foi por água abaixo. O cansaço tomou conta de mim e o tempo que me sobrava eu só queria dormir.Agora que já tem quase um ano que o neném chegou é que a rotina retornou, aos poucos, ao normal.

Mas quando o assunto é o Benjamin, as coisas estão sempre em ordem. Cuidar do bebê aqui é trabalho de equipe. Enquanto um dá banho nele, o outro arruma o trocador, separa fralda, roupinha e o que mais ele for vestir. Enquanto um coloca o neném pra dormir o outro passa a revisão recolhendo os brinquedos e roupas espalhados casa afora.

A gente sempre foi unido. Fazemos praticamente tudo juntos. Desde ir ao salão, ao mercado, aniversários e chás de bebê (só vamos se o outro puder ir). Tomar banho e outras atividades banheirísticas estão entre as atividades mais exercidas por nós. Afinal, família que defeca unida permanece unida.

No fim, é isso que importa (não o ato de evacuar, ok?): saber que, mesmo com a vida um pouco de pernas para o ar, isso tem nos aproximado cada dia mais.

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Bebê Transformers

Você é uma mãe full-time, como foi tomar essa decisão e como você faz para dividir bem seus horários?

É cada pergunta difícil... Jesuis!

Bem, sempre tive em mente que pararia tudo que estivesse fazendo para criar meus filhos. Quando descobri que estava grávida já entrei em crise, pois o lugar onde eu trabalhava meconsumia intensamente de segunda a sábado. Com 5 meses de gestação eu pedi demissão e arrumei um emprego mais light, no qual eu trabalhei até 2 dias antes do Benjamin nascer.Depois disso, não voltei mais.

Por outro lado, tenho trabalhado em casa, como freelancer. Vejo que muitas mães têm esse sonho de conciliar o trabalho com a maternidade, para poderem ficar mais perto dos filhos. Mas vou te falar: É DIFÍCIL PRA CARAMBA!

saindo do hospital
Na saída da maternidade

tov e benjamin
O primeiro encontro de tov e benjamin

Na minha cabeça é muito mais fácil você acordar, sair pra trabalhar com hora marcada, fazer o que tem que fazer e deixar o trabalho lá ao voltar para casa. Aqui, eu bem que tento, mas não há hora para nada e todo momento é hora para tudo. Meu filho é meu despertador. Às vezes, ele toca às 9h e eu fico feliz da vida. Em outros momentos ele toca às 5h, 4h, 3h da manhã. E lá vamos nós.

Para completar tem a casa (aquela arrumadinha que eu mencionei acima, lembra?). Ou seja, o trabalho não acaba nunca. No fim das contas, eu só faço o que tenho que fazer mesmo depois das 20h, que é quando o
meu pequeno dorme. A hora de dormir fica por conta de quando eu terminar minhas coisas. Isso pode ser às 23h,mas também pode ser às 4h. E se o tal despertador humano resolver tocar neste horário? A gente emenda tudo, ué.

Mas, também, não é nada totalmente impossível. Depois de mais de onze meses neste esquema eu arrumei uma diarista que vem duas vezes por semana aqui em casa. Aí eu consigo relaxar durante a semana e deixo o trabalho pesado para ela. Inclusive, ela sempre se oferece para olhar o neném enquanto eu faço outras coisas. Eu é que não deixo.

Confesso que gosto de fazer tudo sozinha. Não tenho babá, nem empregada, e raramente peço ajuda pra minha mãe ou outros parentes.Me chamem de louca, mas eu gosto de viver “a experiência completa”, como diria uma amiga.

E sabe o que? EU NÃO TROCARIA ISSO POR NADA NO MUNDO! Quando escrevo assim, nem sei como eu aguento. Mãe é meio contorcionista mesmo. Mas, na prática, as coisas vão se encaixando e tudo dá certo no final.

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Benjamin roqueiro

Quais seus truques descolados para facilitar o dia a dia das mães modernas?
Compras pela internet, deliveries, contatos com outras mães e todas essas inovações e parafernálias domésticas e tecnológicas. De repente, o tempo vira algo ainda mais escasso e ainda mais precioso. Aí eu faço de tudo para otimizá-lo, especialmente porque eu não tenho carro e nem sempre as coisas são muito
próximas aqui em Brasília. A gente perde muito tempo locomovendo-se e os serviços online nos ajudam horrores.Até compras de supermercado eu faço, às vezes, pela internet.

Já os contatos com outras mães (a maioria deles virtual) não tem preço no mundo que pague. A internet aproxima as pessoas com gostos e pensamentos semelhantes e também te dá a oportunidade de conhecer realidades totalmente diferentes da sua. Isso é de uma riqueza imensurável.

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Benjamin e Tov, grandes companheiros

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Passeio na praia

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Expresso no Rio

Às vezes, eu penso: onde encontrar um pediatra assim, assim e assado? Corro à minha lista de mães em Brasília e rapidinho encontro uma resposta. Ou então: quero fazer a festa de 1 ano do meu filho e preciso de orientações. E logo aparecem mães que já passaram (ou estão passando) pela mesma situação e me dão várias ideias.

O blog, então, foi uma revolução na minha vida. Não sei que tipo de mãe eu seria se não tivesse tanto contato com outras mães. Nós compartilhamos experiências, sentimentos e tantas outras coisas.

Mas, é claro, que nada substitui sentar à mesa com algumas amigas e tomar um café, ou ir a uma feira, apalpar e sentir o cheiro das frutas antes de escolhê-las. É necessário haver um equilíbrio.

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Os três

Melhor atividade para fazer com as crianças
As fora de casa. De preferência, ao ar livre e com muitos bichos e rostos para serem vistos. Pelo menos aqui é assim. Quanto mais passeamos, mais tranquilo e feliz o Benjamin fica.Claro que temos que respeitar os horários dele e voltarmos para casa de preferência antes do dia escurecer, porque nosso pequeno é um bichinho diurno e fica bravo quando o sol começa a se por.

Gostamos muito do Parque Olhos D’água, que é mais perto aqui de casa. Mas também tem o Parque da Cidade (que pode levar cachorro), a Ermida Dom Bosco e os parquinhos aqui da quadra e redondezas. Pra ele vale tudo.

Ah, sim, ele tem adorado exposições. Fomos a uma no Museu Nacional da República e ele curtiu tanto que deu dó de ir embora. O CCBB também é uma ótima opção para ir com crianças e volta e meia tem programações específicas para os pequenos (como agora, que estão com teatro para bebês de 6 meses a 3 anos).

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Contagem materna: 10 semanas e 4 dias

Estamos quase na marca dos três meses e as coisas melhoraram muito para nós três. Os enjoos estão passando e isso já ajudou bastante. Agora, o que mais incomoda é o cansaço, mas estamos indo bem.

Finalmente, caiu a ficha de que a minha barriga vai ficar enormeeeeeee. A minha querida amiga, Maria Fernanda, me enviou um link sobre parto normal de gêmeos e quando vi o tamanho e a forma da barriga da mãe fiquei assustada. Surtei total com isso durante uns dois dias. Mas tentei olher pelo lado positivo. Por isso, obrigada, vó Mariza, pelos meus maravilhosos quadris largos herdados da sua parte da família e que vão fazer toda a diferença neste caso. Mas sim, vai ficar muito grande e haja óleo de amêndoa e creme anti-estria!

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Altas poses na beira do Lago Paranoá

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Fomos na obstetra, na semana passada, e ela falou que eu tenho que me inspirar na Fernanda Lima, minha nova ídola (acho que ela até vai merecer post mais tarde). Ela também já me adiantou que o final da gravidez vai ser de molho em casa, de repouso. E que não é recomendado que eu faça viagens nas minhas férias de outubro (adeus, compras em miami!). Portanto, precisamos repensar tudo. Ainda há chances de parto normal, não tão grandes como antes, mas ainda é possível. E também começamos a programar as mudanças em casa para o quatro dos bebês. É importante fazer as contas e colocar no papel quanto você vai gastar e quanto tem na poupança ou vai ter para cobrir tudo.

Muito está acontecendo nesses dias e mais ainda está por vir. Adoro. A barriga já está grandinha, mas não vejo a hora dela pipocar de vez!