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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Quero colo

Estamos em umas semanas loucas por aqui, não bastasse, grávida com duas meninas de 1 ano e 7 meses para cuidar, mas, como já disse no último post, saímos de casa porque estão fazendo uma reforma no prédio e fomos ficar na casa da minha sogra, que está viajando. Já fui pra lá e a Bella estava com uma febre baixa constante, que só passou depois de cinco dias. Durante esse tempo, ela ficou mais manhosa, queria colo e tudo bem. No dia seguinte, quando a febre passou e chegou o fim de semana, ela queria colo o tempo INTEIRO. Chorava, se jogava no chão, levantava os bracinhos, aprendeu a falar "colo". E eu e o Marco com mil coisas para fazer, tentávamos explicar que não dava pra ter colo aquela hora, pegava um pouquinho, conversava, depois chão de novo, e ela chorava, ficamos no embate quase que uma manhã inteira. O que fazer quando a criança só que colo?

Então, encontrei a resposta mais simples e direta: dá! Eu comecei a pensar no absurdo que era recusar aquele carinho, a cabecinha no meu ombro porque eu tinha mil coisas para fazer ou porque eu não queria dar atenção pra ela e deixar a Maria de lado. Eu percebi que a melhor coisa que eu poderia fazer era dar meu colo pra ela. Mesmo que canse, e quando cansa, eu sento com ela no meu colo, e fica tudo bem. Porque talvez ele, o colo, seja mais escasso daqui pra frente mesmo, porque ela vai crescer, porque ele vem com um carinho no meu rosto, pequenos bracinhos no meu pescoços ou uma mãozinha que insiste em passar pelo meu braço, porque ela quer meu aconchego e isso deveria bastar.

Sem título

As meninas nunca foram muito de colo. Como eu me acostumei a dividir entre as duas sozinhas, o jeito era me virar como podia, por isso ficaram muito no carrinho, no chão, soltas. Depois, com um ano elas não queriam mais dividir meu colo, queriam exclusividade. Agora, há uns dois dias eu me libertei dessa coisa de "dar mais atenção para uma do que pra outra" porque sei que vou ter minha oportunidade com a Maria e foi justamente o que aconteceu hoje. Agora, ela pede colo também. As duas. E eu dou, me viro como posso. Divido com o Marco quando ele chega em casa e agora vim pra casa da minha mãe e ela também ajuda. Hoje, por uns minutinhos, as duas vieram para o meu colo, enquanto eu estava sentada no sofá e me abraçaram apertado. Tudo o que eu fiz foi agradecer, com os olhos cheios de lágrimas, um dos melhores dilemas que a maternidade me deu.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

As vantagens de ter gêmeos

Sim, elas existem e ainda no plural, minha gente! Não é só o tal "nossa, que trabalho, hein?", noites sem dormir, cansaço sem fim, etc, etc, etc,. Existe um lado L, lindoooo, de ter gêmeos e não é só a questão do "amor dobrado". Eu confesso que no início, quando as meninas eram pequenas, não consegui enxergar isso, e pensava "Meu Deus, com um bebê só seria muito mais fácil", pensei mesmo e confesso aqui. Mas hoje eu vejo tudo diferente, eu vejo MUITA coisa boa em ter dois bebês aos mesmo tempo. Tanta coisa que eu aprendi ao longo do caminho e resolvi compartilhar com os futuros pais de gêmeos ou pais de dois filhos de idades diferentes aqui, então vamos lá:

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Bella e Maria

Praticidade
Eu acho que me tornei uma mãe muito mais prática e descolada porque tenho dois. Não estou dizendo que mãe de um bebê só não seja prática ou que toda mãe de gêmeos seja, é só um depoimento do que aconteceu comigo. Mas o fato de ter dois me fez pensar mais rápido e estrategicamente. Acorda, troca, dá mamá, faz arrotar, brinca, tal hora dá banho, coloca pra dormir, descansa e repete tudo de novo, em dose dupla, é claro. Você aprende a ter sempre um plano na cabeça sobre o que fazer. E também saber se aquilo não está dando certo, saber mudar de direção.

Rotina é bom, bebê gosta e mamãe agradece e faz parte do caminho da praticidade. Como eu cuido das duas sozinhas, carrinho duplo virou meu melhor amigo, elas aprenderam a ficar no berço brincando e até hoje quando acordam ficam de preguicinha na cama com os brinquedos enquanto eu tomo café e vou adiantando o almoço.

Para não deixar de sair e fazer nossos passeios, sempre levei apenas o necessário e tudo o que coubesse dentro de uma única bolsa grande para as duas. Fralda, roupa e comida. E aí a gente ia se virando.

Insistência
É basicamente o seguinte: com dois, tem que dar certo. Eu tenho uma teoria de que a gente consegue fazer com que a criança de adapte a qualquer rotina ou situação com um pouco de esforço, trabalho e insistência (já falei sobre isso aqui). O problema é que dá trabalho mesmo e muita gente desiste no caminho. Mas eu tento sempre colocar um objetivo e seguir em frente. Seja de ensinar as duas a comerem sozinhas ou dormirem no berço. Se dá trabalho, é porque o resultado vai valer a pena.

Eu tenho uma amiga que me falou uma vez que eu tinha uma vantagem na hora de ensinar ou educar porque dava certo com uma pelo menos, então eu não desistia. E eu nunca tinha pensado nisso, eu simplesmente fazia. Mas eu sempre tentei fazer tudo dar certo pras duas. Tá na hora de comer: todo mundo senta na mesa ou no cadeirão juntas.

"Por que elas ficam tão quietinhas no carrinho?" Já me perguntaram muitas vezes. Porque eu nunca tive a opção de tirar uma que estivesse chorando, pegar no colo e empurrar a outra. Também confesso que não achava justo, então as duas aprenderam a ficar no carrinho. Como? Dava brinquedo, comida, chave, folha, qualquer objeto que distraísse as duas (menos celular que é proibido aqui, mas já foi usado duas vezes em momentos de puro desespero). E elas iam ficando. Ou ia parando a cada 100 metros para consolar e achar outra coisa para elas brincarem.

Eu usei as armas que eu tinha e adaptei tudo a minha realidade, que é como eu acho que toda mãe acaba fazendo.

Foco
Acho que quando a gente tem duas bebês não fica com o foco só em uma coisa, em uma birra, em uma crise. A vida continua, o outro pede atenção, as coisas precisam continuam a funcionar. E isso é bom, porque eu acho que quando a gente não deve focar muito num problema e a criança precisa aprender que o mundo não gira em torno dela. Duro, porém verdade.

Companherismo
Sim, elas fazem companhia uma outra! Elas brincam juntas, ficam juntas, conversam na língua de bebê delas. É lindo. Por isso, também não me importo em deixar as duas brincando no berço sozinhas enquanto eu vou tomar café, por exemplo. Ou, elas brincam na sala, enquanto eu preparo o almoço.

Sem falar que não tem coisa mais linda do que ver essa ligação infinita que as duas têm, uma conexão que talvez eu nunca vá conseguir entender. Desde cedo elas aprenderam a dividir e ainda que, às vezes, brigam pelo mesmo brinquedo ou minha atenção, sabem que vão sempre ter uma a outra. É engraçado que quando uma acorda antes da outra da soneca (casos raros, devo dizer, mas acontece), depois de uns dez minutos, ela corre lá no quarto para acordar a irmã.

Tem pra todo mundo
Sim, tem amor pra todo mundo! Acho que neste aspecto foi super importante pro Marco também que "tinha" que segurar ou cuidar de uma, enquanto eu amamentava a outra, porque ele teve a chance de ser pai cuidador, de colocar a mão na massa mesmo, até hoje.

E tem sempre as fases. Em uma semana Maria só quer colo, na outra é a Bella. Tem uma que abraça mais forte, a outra gosta de fazer carinho no braço enquanto coloca a cabecinha no ombro. Tão iguais e tão diferentes. Cada uma com sua personalidade, seus trejeitos. E
como é bom descobrir cada faceta das meninas. Eu acho que cada filho é de um jeito sim, no entanto aqui a educação e o amor são os mesmos, e as surpresas no caminho não param de chegar.

*Estou reformulando o blog, por isso aguarde mais novidades em breve!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Amor dobrado

Para futuros pais de gêmeos ou não:

Na semana passada, um texto polêmico escrito por um futuro pai de gêmeos causou comoção nos EUA e entre aqueles que tem uma vida múltipla. O pai, que preferiu permanecer anônimo, escreveu com uma sinceridade bruta sobre como ele e a mulher estavam decepcionados e tristes por estarem esperando gêmeos e chegou a comparar o fato com a mesma situação de alguém que tem câncer terminal e "fica esperando pelo pior". Eu sei, pasmem! Nos comentários alguns aplaudiam a sinceridade, outros tentavam convencê-lo de que não era esse bicho de sete-cabeças e outros ficaram revoltados. Eu acho que me encaixo no último grupo. Eu entendo o medo do desconhecido e do fato de cuidar de dois bebês ao mesmo tempo, mas também não entendo por que tanta gente tem medo de dois bebês. Sério. Sim, é trabalhoso, não é fácil, mas aquele clichê prevalece: trabalho dobrado, amor dobrado. E acho que todos nós temos o poder de nos adaptar, de ir além dos nossos limites pelos nossos filhos. Seja um, dois, três, quatro, cinco, quantos tiverem que ser. Tudo depende de como você vai encarar este desafio. E acho que este é o problema desses futuros pais do artigo, ainda que no fundo eu sinta mais pelas crianças que não pediram para nascer e não tem culpa de tudo isso, mas enfim não quero entrar neste mérito ou falar sobre isto neste post... Apenas, tentar aconselhar outros futuros pais.

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Bella e Maria "fazendo carinho"

Quando as meninas nasceram foi como se uma avalanche tomasse conta da nossa vida. Eu e o Marco percebemos bem rápido que a nossa vida não seria nunca mais a mesma (e isso por si só já é um processo) e que nada seria fácil. Eu costumava me comparar com outras pessoas, chegava a pensar "como será com um bebê só?" e depois me sentia culpada e tudo ficava ainda pior. Durantes os primeiros meses pensei muito nisso em como seria diferente com um bebê só, em como estava cansada e como aquela trabalheira toda seria para sempre. Mas não foi. Vou ser sincera: o começo é difícil porque a gente não tem o retorno, o amor dobrado não chega como esperado, são apenas dois bebês que precisam de você. Mas depois o amor dobrado chega e ele é arrebatador.

Não me esqueço de uma noite em que estávamos os dois cansados, acho que Maria e Isabella tinham uns quatro ou cinco meses, era 1 da manhã e elas não queriam saber de dormir e já tínhamos tentado tudo. Então, sentamos as duas no trocador e eu comecei a contar uma história pro Marco e elas coemeçaram a dar garagalhadas juntas. Pela primeira vez e muitas, rindo juntas. E nós dois chorando como loucos! E foi a mesma coisa quando elas se olhavam e davam risada uma pra outra e agora, entramos numa linda e bela fase. Depois de alguns meses de briga entre as duas, agora começou a fase dos abraços. Elas me abraçam, aquele abraço gostoso de criança e se abraçam. Ontem, eu disse: "Bella dá uma abraço na Maria". E lá foi ela agarrar a irmã. É claro que chorei de novo. E desde então o abraço flui aqui em casa e não há nada melhor.

foto(9) Finalmente, a fase do abraço

São nesses momentos que você percebe que sim, ter múltiplos é trabalhoso, mas tão compensador. São nesses momentos, o do trabalho e do amor, que você percebe que tem algo especial, não melhor ou pior do que os outros, mas diferente. E sim, você vai ficar menos cansada com o tempo, vai sim conseguir dormir a noite inteira, vai conseguir relaxar num domingo à tarde, fazer sexo de novo, comer uma refeição inteira sem interrupções e vai poder fazer parte de um laço inquebrável, uma experiência que poucos na vida consegue viver. E, que sim, tudo vai valer muito a pena.

foto(6) Amor de irmã

Outros conselhos para futuros pais de gêmeos? Tem aqui e aqui 
E também um artigo muito bom na Babble com 10 dicas para os novos membros do clube de múltiplos

segunda-feira, 4 de março de 2013

Encontro de meninas e um turbilhão aqui dentro

No último sábado aconteceu algo inédito e maravilhoso aqui em casa: um encontro de gêmeas! Mais do que a reunião de seis meninas foi o encontro de três famílias que passam pelos mesmos dilemas, que compartilham sentimentos, lado A, lado B e aquela montanha-russa toda que é ser pais de dois bebês aos mesmo tempo. Ainda estou meio tonta com o nosso café da manhã que foi quase até duas tarde e não paro de pensar em tudo o que a gente conversou, tudo o que nós passamos e o que eles ainda vão passar nessa aventura múltipla.

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A turma toda!

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Todo mundo misturado


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Bella e Margarida no colo das tias

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Isabella curtindo um colo

O encontro foi uma oportunidade maravilhosa de conhecer pessoalmente a Grasi e o Rodrigo que quando se descobriram grávidos de gêmeas devoraram o blog e começamos a nós falar virtualmente até o nascimento da Margarida e da Iolanda, que hoje já estão com quase três meses, e depois disso também. Eles vieram para Brasília e marcamos de nos ver aqui em casa. Aproveitamos e convidamos também a Alê e o Gustavo que tiveram a Ana Clara e a Maria Júlia há um mês atrás. Conheci a Alê quando fazia cupcakes pra fora, em uma das minhas loucuras, há dois anos atrás, quando ela fez uma encomenda pro aniversário do filho dela (João Pedro que também participou do encontro!) e enquanto ela também acompanhava minhas aventuras aqui pelo blog se descobriu grávida de duas meninas.

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É muito colo!

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Não faltou assunto

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As boas-vindas

IMG_3754 Conversa sem fim

IMG_3774 Maria encantada com os bebês e eu também

IMG_3771 Pausa para mamar e para brincar

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Alê também

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Vai um café com bolo?

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João de olho na Margarida

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Pais em ação

Foi um encontro surreal com todo mundo descobrindo e compartilhando todos os desafios de cuidar de dois bebês. Por algumas horas me senti menos sozinha e quando todo mundo foi embora me deu um aperto no coração por saber que este encontro era único e não podia acontecer sempre. Fiquei com tanto orgulho da Alê e da Grasi que estão se saindo tão bem e tão melhor que eu na mesma situação. Fiquei com vontade de ter me preparado como a Grasi que está amamentando as meninas exclusivamente, com todo foco e doação que ela está tendo. Fiquei com vontade de ter comprado dois slings e carregado as meninas pra tudo quanto é lado nos primeiros meses, ainda que depois o carrinho se tornasse o meu melhor amigo. E queria ter a paciência da Alê e a experiência de um filho já no caminho.

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É muita coisa para conversar em tão pouco tempo

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Alê linda!

IMG_3758 Muitas flores! Ai que saudade que deu!

IMG_3787 Super pais

Esse encontro mexeu muito comigo mesmo. Foi como se eu abrisse uma caixa fechada e dela saísse um bando de sentimentos misturados. Me deu ainda mais vontade de ter outro filho, me fez revisar tudo o que aconteceu neste um ano, em como eu me orgulho das minhas escolhas, mas também poderia ter feito diferente, o quanto é uma loucura ter dois bebês, o quanto só quem passa por isso pode te entender e, especialmente, o quanto é bom ter esse blog, não só para compartilhar meus dilemas, mas para conhecer outras pessoas que marcam tanto a vida da gente.

Tudo o que eu desejo é continuar caminhando e que venham muitos outros encontros e surpresas no caminho.

PS: Mudando completamente de assunto, sábado agora tem feira! A Loja da Família Moderna vai estar na E-Nova, das 9h às 17h, ao lado do Balaio Café na 201 Norte, Passem lá nem que seja para dizer um "oi". Vai ter bodies, camisetas, almofadas, babadores, bandeirinhas e muito mais!

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sábado, 29 de dezembro de 2012

Uma viagem, um Natal, uma família, muitas fotos

Voltamos ontem para casa depois de uma semana fora em uma pequena aventura em família. Fomos para Gramado passar o Natal com meus pais, meu irmão, minha cunhada e meus dois sobrinhos, Bento (dois meses e meio) e Lucca (nove anos). A viagem foi ótima, mas cansativa. Era o primeiro Natal das meninas, então fomos logo ter uma overdose de Papai Noel, mas no fim nem conseguimos fazer tantos passeios assim. Com três bebês, um calor terrível nos primeiros dias, depois chuva e frio nos últimos, ficou difícil a gente fazer todos os passeios possíveis. Maria, Isabella e Bento saíram da rotina, mas as mamães que se dedicam completamente a eles também e isso foi bom. Tivemos ajuda, fizemos farra, tomamos vinho, comemos muito e bem, e teremos mais histórias para contar nos próximos Natais em família. Espero que todos vocês também tenham tido um Natal maravilhoso, cheio de novas lembranças. Para resumir bem esses nosso dias, vamos lá com mil fotos:

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Olá, Gramado!

IMG_2390Olá, Família!

IMG_2483 Pedalinho

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Aventureira. Só que não

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E aí, ganso? Como vai você?

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Esses dois companheiros

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Bentoca

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Marco e Bella

IMG_2620 Mural de flores

IMG_2605 Amor

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A melhor foto da viagem. Maria gulosa, Bella melodramática.

Altos e baixos da viagem

Altos : passar tempo com a minha família que eu amo (óbvio), fondue, pão com linguiça, passear de carrinho pelo condomínio que a gente ficou e sermos presenteados todos os dias com milhares de hortênsias, ver o Lucca brincando com as meninas e acordar com aquele "bom dia, luzes do dia!" que só ele sabe dar, risadas na noite de Natal, pegar o Bentinho no colo, sentir a brisa da serra gaúcha, enxergar as meninas através dos olhos dos meus pais e tomar chocolate quente.

Baixos: calor de 40° e bebês irritadas, bateria da minha máquina acabou e eu não levei carregador, Maria e Isabella fazendo birra como nunca antes, ficar um dia inteiro trancada em casa por causa da chuva e duas meninas acordadas e incomodadas no voo de 2h20 volta para casa.

IMG_2646 Primos: juntos pra sempre

IMG_2658 Os melhores presentes de 2012

IMG_2539 Excursão de carrinhos

IMG_2782 Picolé para espantar o calor

IMG_2812 Banho de mangueira

IMG_2556 Maria, Bella e alguns dos homens da sua vida

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Lucca e a neve

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De papo com vovô

Parte prática da viagem: Meus pais alugaram uma casa em Gramado, o que foi ótimo para as meninas. Nos dias de calor rolou até banho de mangueira e a gente passeou muito de carrinho no condomínio fechado. Porém...

Oficialmente descobrimos que a vida não é fácil para pais de gêmeos viajantes (duh!), além das incoveniências óbvias: não podemos ficar um do lado do outro no avião e ponto! Não tem máscaras de despresurização para todo mundo, portanto, só é permitido um bebê por fileira. Rá! O máximo que conseguimos foi ficar cada um de um lado no corredor. Próxima viagem quero cadeira extra e ponto final. Viajar dessa vez foi muito mais cansativo, não sei por quê, ainda estou tentando descobrir. Não conseguimos marcar os voos nos horários da soneca e eles coincidiram com os horários das refeições. E tive que substituir a papinha pela velha e boa mamadeira. Foi difícil entreter as duas na volta, tentamos brinquedinho, livro até guardanapo rasgado, sobrevivemos, não foi tão ruim assim e acho que faz parte das aventuras de sair com dois bebês. Mas no final elas deram umas choradinhas que deu vergonha, confesso. Pais que colocam Galinha Pintadinha pros filhos no voo, não julgo, viu? Mas pelo que a gente viu com as outras crianças no avião, às vezes, nem isso adianta. ;) O jeito é seguir em frente e torcer para a hora passar rápido.

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Foto porta-retrato

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Foto realidade

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Foto paz

IMG_2746 Família, o melhor de tudo

Vou me recuperar da viagem e me atualizar no mundo virtual que 2013, vem aí e muita coisa nos espera!

E as fotos no instagram... @tatisabadini

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